<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915</id><updated>2012-01-27T19:38:06.754-02:00</updated><title type='text'>Calvinismo Hoje</title><subtitle type='html'>SOLA FIDE, SOLA GRATIA, SOLA SCRIPTURA, SOLUS CHRISTUS, SOLI DEO GLORIA</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>62</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-2382254738252860617</id><published>2012-01-27T19:38:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T19:38:06.783-02:00</updated><title type='text'>A SOBERANIA DE DEUS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_LMiBUF5rJ8/TyMZGyMR9bI/AAAAAAAAANk/qRmkdRGqWIE/s1600/universe.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://3.bp.blogspot.com/-_LMiBUF5rJ8/TyMZGyMR9bI/AAAAAAAAANk/qRmkdRGqWIE/s320/universe.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Por Rev. G. Van Baren.&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Muitas pessoas negama Deus e Seu controle sobre todas as coisas. Insistem em caminhar em suaprópria ignorância, pois rejeitam o testemunho bíblico. No entanto, muitoscristãos também parecem incertos quanto à extensão do poder e do controlesoberano de Deus. Estão dispostos a conceder que Deus salva os pecadores, mas nãotêm certeza se Deus pode realmente levar a cabo Seu propósito. Tais crentesconcordam que Deus envia todas as coisas boas, mas não estão dispostos a crerque Ele envie também guerras e enfermidades. Estão sempre a postos para afirmarque Deus guia e orienta as pessoas de bem – mas negam que os homens maus eperversos também estejam sob o controle e a direção do Todo-Poderoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Uma das verdadesdefendidas histórica e enfaticamente pelas igrejas reformadas (calvinistas) é ada soberania do nosso Deus. A soberania de Deus refere-se ao governo total eabsoluto de Deus sobre todas as coisas, um tipo de governo que somente Deuspossui. A soberania de Deus não tem limitações e é um direito pessoal de Deus.Ele não é o dirigente de uma espécie de democracia na qual o governo é exercidode acordo com a vontade da maioria. Antes, o governo e a autoridade pertencemexclusivamente a Deus, e Ele os exercita plenamente em Sua criação. Ele ésoberano. Nada nem ninguém escapa à Sua vontade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Esta é uma verdadevital. Se abandonada ou distorcida, não resta nada senão doutrinas e opiniõescontrárias à Palavra de Deus. Considere essa questão à luz do ensino bíblico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em primeiro lugar, asoberania de Deus inclui o fato de que Ele formou todo o universo por meio deSua poderosa Palavra, além de preservar a existência do mesmo. Esse é um fatoassombroso! O universo em si mesmo é tão vasto que o homem não sabe comodescrever seu começo ou fim. O número de estrelas é tão grande que épraticamente incontável. A energia lançada ao espaço por esses corposcelestiais não pode ser medida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Alguns afirmam que éimpossível conhecer a origem do universo. Alguns sugerem que ele é eterno, quesempre existiu. Mas a Bíblia simplesmente diz que “no princípio Deus criou oscéus e a terra” (Gn 1.1) e que “pela fé entendemos que o universo foi formadopela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que évisível” (Hb 11.3). Deus criou o universo e está infinitamente acima e além douniverso. Como disse Salomão ao orar pela dedicação do templo em Jerusalém:“Mas será possível que Deus habite na terra? Os céus, mesmo os mais altos céus,não podem conter-te. Muito menos este templo que construí!” (1Rs 8.27). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Mas a soberania deDeus não está limitada à criação do universo. Ele é soberano e dirige e governatudo o que acontece. Deus coloca o mar dentro de seus limites: “Quem represou omar pondo-lhe portas, quando ele irrompeu do ventre materno?” (Jó 38.8). Enovamente: “Ele cobre o céu de nuvens, concede chuvas à terra e faz crescer arelva nas colinas” (Sl 147.8). Não é surpreendente que Deus faça cada gota dechuva cair onde Ele quer? Sim, Ele faz cada floco de neve cair de acordo com aSua vontade. E essa não é toda a extensão de Seu poder. O poder de Deus seestende sobre as aves dos céus e mesmo sobre os cabelos de nossas cabeças.Jesus disse: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhumdeles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Até os cabelos da cabeçade vocês estão todos contados” (Mt 10.29,30). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;E ainda maissurpreendente é o fato de que Deus dirige as guerras, a peste, as enfermidades,as calamidades e os vendavais sobre a terra. Deus não envia somente a paz, Eletambém ordena a guerra. Ele não somente concede saúde, mas também envia aenfermidade e a morte. Deus diz em Isaías 45.7: “Eu formo a luz e crio astrevas, promovo a paz e causo a desgraça; eu, o SENHOR, faço todas essas coisas”.E lemos no Salmo 46.8: “Venham! Vejam as obras do SENHOR, seus feitosestarrecedores na terra”. Portanto, quando os cristãos ficam sabendo ou mesmose deparam com terríveis tempestades ou tornados, quando eles testemunham adestruição causada pelas epidemias, quando eles veem a ruína e a devastação dasguerras, deixem que eles confessem: “A mão do Senhor dirige todas essas coisas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Há algo ainda maismaravilhoso a respeito da soberania de Deus. Seu governo alcança ainda oshomens mais perversos – e até mesmo o diabo. Muitos negam isso. Frequentementesugerem que Deus influencia e dirige os homens “bons”, mas os homens perversose os demônios seriam forças menores alheias ao governo divino. Admitem que Deuspode frustrar os planos diabólicos dessas forças das trevas, mas afirmam queelas são, fundamentalmente, forças independentes. Se essa opinião fossecorreta, haveria uma séria limitação ao poder e à soberania de Deus. O fato, noentanto, é que Deus é soberano também com respeito ao mal e aos agentes da maldade.Eles não podem levantar um só dedo, não podem levar a cabo nenhum ato perversosem que estejam debaixo do controle absoluto de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A Escritura demonstracabalmente a veracidade de nossas afirmações. Em Êxodo, capítulos 3 e 4, lemosque Moisés, que havia fugido do Egito, pastoreava os rebanhos de seu sogroJetro. Esta era a sua ocupação havia muitos anos. Porém, de repente, Deus mudoua vida de Moisés. Deus se encontrou com Moisés na sarça que ardia sem seconsumir, ordenou-lhe que fosse a Faraó e que ordenasse ao rei do Egito quelibertasse o povo de Deus. Mas então, Deus disse a Moisés: “Quando você voltarao Egito, tenha o cuidado de fazer diante do faraó todas as maravilhas queconcedi a você o poder de realizar. Mas eu vou endurecer o coração dele, para nãodeixar o povo ir” (Ex 4.21). Como resultado desse ato de Deus, o coração deFaraó se endureceu. E apesar de Deus ter endurecido o coração de Faraó, opróprio Faraó é que foi responsabilizado e terrivelmente castigado, por meiodas dez pragas, pelo seu pecado de resistir a Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;E por que Deusendureceria o coração de Faraó? O Apóstolo Paulo responde em Romanos 9.17: “Poisa Escritura diz ao faraó: Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrarem você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda a terra”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Outros exemplos são mencionadosnas Escrituras. Em 1Reis 22, Ahab busca o conselho de seus falsos profetas paraenfrentar a Síria. Esses falsos profetas, de forma unânime, o aconselharam aguerrear contra os sírios, assegurando-lhe a vitória. Mas então Ahab chamou umprofeta de Deus, Micaías. Micaías explicou ao rei que Deus havia colocado umespírito mentiroso na boca daqueles falsos profetas, para que Ahab fosse mortoem batalha. Deus era soberano mesmo sobre aqueles falsos profetas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Isso não é tudo.Mesmo o diabo está sob o controle direto de Deus. Possivelmente a evidênciamais clara a esse respeito encontra-se no livro de Jó. No primeiro capítulolemos que Satanás comparece diante de Deus. Deus chama a atenção de Satanáspara Jó, “irrepreensível, íntegro, homem que teme a Deus e evita o mal” (Jó1.8). “Será que Jó não tem razões para temer a Deus?”, retrucou Satanás (v.9). EntãoDeus diz a Satanás: “Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenasnão toque nele” (v. 12). Assim Deus deu a Satanás um poder específico, porémlimitado, para levar a cabo seu malvado desígnio de tentar fazer Jó amaldiçoara Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Mas a Bíblia revelamais e surpreendentes provas da soberania de Deus. Esse Deus Todo-Poderoso, pormeio de Seu próprio poder, salva o Seu povo do pecado e da morte e o leva emsegurança ao lar celestial. Muitos pregadores equivocados podem sugerir queDeus não pode salvar o pecador, que essa é uma escolha puramente humana.Sugerem que Jesus bate à porta do pecador insistentemente, do lado de fora,chamando à porta. A ação decisiva que leva à salvação deve ser tomada pelohomem. Mas não é isso o que a Bíblia ensina. Em Jeremias 31.18,19 lemos: “Ouviclaramente Efraim lamentando-se: Tu me disciplinaste como a um bezerroindomado, e fui disciplinado. Traze-me de volta, e voltarei, porque tu és oSENHOR, o meu Deus. De fato, depois de desviar-me, eu me arrependi; depois queentendi, bati no meu peito. Estou envergonhado e humilhado porque trago sobremim a desgraça da minha juventude”. E lemos sobre a pregação dos missionáriosPaulo e Barnabé: “Ouvindo isso, os gentios alegraram-se e bendisseram a palavrado Senhor; e creram todos os que haviam sido designados para a vida eterna” (At13.48). Em outra viagem missionária, Paulo pregou a um grupo de mulheres àsmargens de um rio. Uma dessas mulheres chamava-se Lídia. Sobre ela a Bíbliadeclara: “Uma das que ouviam era uma mulher temente a Deus chamada Lídia,vendedora de tecido de púrpura, da cidade de Tiatira. O Senhor abriu seucoração para atender à mensagem de Paulo” (At 16.14). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A soberania de Deustambém torna-se evidente na crucificação de Jesus. Ao examinar os eventos dacrucificação, poder-se-ia pensar que Deus perdeu o controle. AparentementeSatanás esteve prestes a vencer. Mas isso foi exatamente o que não aconteceu!Deus tinha todas as coisas sob controle na cruz. Tudo o que aconteceu,aconteceu em harmonia com o Seu propósito. É assim que Pedro explica aos seusouvintes no Pentecoste, quando disse: “Este homem lhes foi entregue porpropósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda dehomens perversos, o mataram, pregando-o na cruz” (At 2.23). Deus haviadeterminado que a cruz deveria vir – mas homens perversos tomaram ecrucificaram Jesus. Assim, Deus utilizou a má ação de homens maus para cumprirSeu glorioso propósito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;É também esse mesmosoberano e todo-poderoso poder de Deus que Ele exerce preservando Seu povo nasalvação que Ele nos concede. Lemos em Filipenses 1.6: “Estou convencido de queaquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O Deus soberano revelouSeu controle absoluto sobre todas as coisas, salvando Seu povo do pecado elevando-o à glória celestial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;É importante que ocristão fiel sustente esse ensino bíblico a respeito da soberania de Deus?Certamente! A própria razão de ser do universo é para que o nome de Deus sejagrandemente exaltado. Tudo o que aconteceu, tudo o que está para acontecer deveservir ao propósito de glorificar a Deus. Ninguém nem nada poderá tentar tirarqualquer coisa da soberania do nosso Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A marcacaracterística de toda heresia é comprometer a verdade da soberania de Deus. Ohomem introduzirá tudo o que exalta ao homem, tudo o que exalta o poder e ahabilidade do homem, ou aquilo que faz com que o homem tenha certa capacidadepara merecer ou conquistar algo de Deus. Ou então deliberadamente tentamsugerir que outros possuem um poder independente de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Mas a marca de umverdadeiro cristão e de uma verdadeira igreja cristã é crer e confessar averdade bíblica da absoluta soberania de Deus. Toda doutrina, toda confissão defé deve estar alicerçada sobre a verdade da soberania de Deus. Qualquer coisaque diminua essa verdade deve ser rejeitada. A verdadeira doutrina bíblicarevela a verdade de que Deus é o único Soberano do universo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O cristão também deveviver e andar no conhecimento dessa verdade. Muitas vezes alguém pode pensar arespeito de si mesmo como se fosse independente – livre do poder e daautoridade de Deus. Uma pessoa não busca o rosto de Deus em oração como deveria.Ou não apóia a causa do Reino de Deus, como um filho fiel é chamado a fazê-lo.Encontra prazer neste mundo com toda a sua luxúria. Tal indivíduo vive como seDeus não fosse o único Soberano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Que maravilhosaverdade é a confissão da soberania de Deus! Meu Deus é Aquele que ouve e poderesponder minhas orações. Meu Deus dirige todas as coisas para o bem (Rm 8.28).Porque meu Deus é absolutamente soberano, não há coincidências nem casualidadesque possam sobrevir a mim. E certamente na casa do Senhor morarei eternamente –meu Deus soberano faz com que assim seja por meio de Seu Filho, Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Que consolação, quesegurança é para o cristão conhecer e confessar a soberania de Deus. Não hánada que nos possa separar do amor de Deus. “Pois estou convencido de que nemmorte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nemquaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criaçãoserá capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nossoSenhor” (Rm 8.38,39). Isso é verdade porque Deus é o Deus Soberano. Sim, graçasa Deus que Ele é soberano!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.iglesiareformada.com/"&gt;Biblioteca de la Iglesia Reformada&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;a href="http://www.iglesiareformada.com/VanBaren_Soberania_Dios.html"&gt;http://www.iglesiareformada.com/VanBaren_Soberania_Dios.html&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 17.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-2382254738252860617?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/2382254738252860617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=2382254738252860617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/2382254738252860617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/2382254738252860617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2012/01/soberania-de-deus.html' title='A SOBERANIA DE DEUS'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_LMiBUF5rJ8/TyMZGyMR9bI/AAAAAAAAANk/qRmkdRGqWIE/s72-c/universe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-4545682980690942486</id><published>2012-01-23T19:55:00.003-02:00</published><updated>2012-01-23T19:55:38.101-02:00</updated><title type='text'>ESPÍRITO SANTO: BATISMO E PLENITUDE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SgjBwmgZjB4/Tx3XNEG6SDI/AAAAAAAAANI/_y6i_3Vyb58/s1600/adorar_bracos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-SgjBwmgZjB4/Tx3XNEG6SDI/AAAAAAAAANI/_y6i_3Vyb58/s1600/adorar_bracos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;O Espírito Santo é Deus, conhecido tradicionalmente como “a TerceiraPessoa da Trindade”. É Ele quem efetua a experiência do novo nascimento, tambémchamada de batismo no Espírito Santo. Isso ocorre no momento em que cremos emJesus e entregamos nossa vida a Ele, quando então recebemos o Espírito Santo.Assim, o cristão torna-se templo vivo do Deus vivo, templo do Espírito Santo,morada de Deus, unido a Cristo e participante das bênçãos da salvação. Esse“batismo” marca o início de nossa nova vida em Cristo e é, também, a nossaintegração ao Corpo de Cristo, a Igreja. O batismo no Espírito Santo tambémrecebe os nomes de selo, penhor, habitação, regeneração e novo nascimento,entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;O cumprimento das promessas do derramamento do Espírito Santo deu-se emJerusalém sobre os discípulos de Cristo (At 2.1-21,33). Os crentes samaritanostambém receberam o derramamento do Espírito (At 8.14-17), bem como os gentiosconvertidos a Cristo (At 10.44-46). Os sinais – especialmente o falar emlínguas – autenticavam a realidade do derramamento do Espírito. Os cristãosjudeus precisavam desse tipo de autenticação, para aceitar os crentessamaritanos e gentios como irmãos em Cristo (cf. At 11.17,18). Os cristãosefésios, de igual maneira, receberam o Espírito (At 19.2-6). Estava cumprida apromessa (At 2.39).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;Em todo o Novo Testamento, não há nenhum trecho, nenhuma passagem, ondeconste uma exortação para “buscar o batismo no Espírito Santo”. Por quê? Porqueo batismo no Espírito Santo é o ato soberano e gracioso de Deus de enviar oEspírito para os crentes &lt;i&gt;no momento daconversão&lt;/i&gt;, ao receberem Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas,unindo-os então ao Corpo de Cristo, a Igreja (At 2.38,39; Ef 1.13,14; Rm 8.9;1Co 12.13). Quando a pessoa crê &lt;st1:personname productid="em Jesus Cristo" w:st="on"&gt;em Jesus Cristo&lt;/st1:personname&gt; como seu Salvador e Senhor, recebe oEspírito (Rm 8.8,9; 1Co 12.13; Ef 1.13). No caso de At 2, houve o cumprimentohistórico de uma profecia (Jl 2.28-32; cf. At 2.17-21). Esse cumprimentoprecisava ser perceptível para ser reconhecido (At 2.12,16). E foi o início deum novo relacionamento entre o Espírito Santo e o povo de Deus. Hoje, taissinais perceptíveis já não são necessários, e o dom de línguas, assim comoqualquer outro dom espiritual, não é um “sinal” do batismo no Espírito Santo,mas sim um presente de Deus àqueles que já são habitação do Espírito, pela fé &lt;st1:personname productid="em Jesus. Experi￪ncias" w:st="on"&gt;em Jesus. Experiências&lt;/st1:personname&gt;posteriores de crentes atuais com o Espírito Santo (como o falar em línguas,por exemplo) são explicadas, biblicamente, como a “plenitude” ou enchimento doEspírito – ou, simplesmente, conversão genuína! [1]&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;Experiências com o Espírito Santo são sempre bem-vindas – quandogenuínas! O Espírito Santo é Deus; Ele não virá com poder sem um propósitodefinido, visando glorificar a Deus. Toda experiência genuína com o EspíritoSanto causará, certamente, uma mudança no caráter e na vida do crente,santificando-o e tornando-o uma pessoa mais amorosa, mais humilde e mais ativano serviço a Deus e na fé &lt;st1:personname productid="em Cristo. Infelizmente" w:st="on"&gt;em Cristo. Infelizmente&lt;/st1:personname&gt;, hoje em dia, em muitoslugares, o Espírito Santo é usado como mero pretexto para experiênciassubjetivas e meramente emocionais, que nada têm a ver com a genuína experiênciacristã. O Espírito Santo jamais fará qualquer coisa contrária à Palavra que Elemesmo inspirou e esclarece.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 5.65pt; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;NOTA:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]. Mais informações sobre batismo e plenitude doEspírito Santo podem ser encontradas em GRUDEM, Wayne. &lt;i&gt;Teologia Sistemática&lt;/i&gt;. São Paulo: Vida Nova, 1999; e STOTT, John. &lt;i&gt;Batismo e Plenitude do Espírito Santo&lt;/i&gt;.2. ed. São Paulo: Vida Nova, 1986.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-4545682980690942486?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/4545682980690942486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=4545682980690942486&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4545682980690942486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4545682980690942486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2012/01/espirito-santo-batismo-e-plenitude_23.html' title='ESPÍRITO SANTO: BATISMO E PLENITUDE'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SgjBwmgZjB4/Tx3XNEG6SDI/AAAAAAAAANI/_y6i_3Vyb58/s72-c/adorar_bracos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-4082758427523385191</id><published>2012-01-09T11:19:00.001-02:00</published><updated>2012-01-09T11:19:20.495-02:00</updated><title type='text'>O TRÍPLICE PROPÓSITO DE DEUS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JHjjViLcP6A/TwroYi8J3kI/AAAAAAAAAMo/hWfK_I2VY8M/s1600/Tulipas+holland-tulips-for-second-paragraph.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://4.bp.blogspot.com/-JHjjViLcP6A/TwroYi8J3kI/AAAAAAAAAMo/hWfK_I2VY8M/s320/Tulipas+holland-tulips-for-second-paragraph.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em Efésios1.1-14 a Palavra de Deus, por meio da inspiração do Espírito e da genialidadede Paulo, nos presenteia com um belíssimo vislumbre da eternidade:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade deDeus, aos santos e fiéis em Cristo Jesus que estão em Éfeso:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e doSenhor Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor JesusCristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiõescelestiais em Cristo. Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo,para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Em amor nos predestinoupara sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bompropósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deugratuitamente no Amado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Nele temos a redenção por meio de seu sangue, operdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, a qual elederramou sobre nós com toda a sabedoria e entendimento. E nos revelou o mistérioda sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu emCristo, isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais outerrenas, na dispensação da plenitude dos tempos. Nele fomos também escolhidos,tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisassegundo o propósito da sua vontade, a fim de que nós, os que primeiro esperamosem Cristo, sejamos para o louvor da sua glória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade,o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santoda promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles quepertencem a Deus, para o louvor da sua glória.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Aqui podemosver, entre tantos tesouros e gemas preciosas, um &lt;i&gt;tríplice propósito na eleição divina&lt;/i&gt;, no eterno desígnio de Deuspara as vidas dos remidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em primeiro lugar, Deus, desde a eternidade, nosabençoou em Cristo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;.Jesus é o grande, o maior e o melhor presente de Deus para a humanidade. EmCristo a palavra “GRAÇA” encontra sua plenitude, todo o seu poder e alcance,toda a sua beleza e maravilha. Não há palavras para descrever o valor e aimportância de Jesus Cristo para nós, seres humanos caídos e necessitados,perdidos e condenados além de qualquer esperança de salvação. Sem Jesus, a vidaseria uma tragédia e a eternidade um túnel sem fim de trevas, desespero e dor.Estávamos mortos em transgressões e pecados (2.1,5), éramos por naturezamerecedores da ira divina (2.3), estrangeiros e forasteiros (2.19), inimigos deDeus (Rm 5.10), ímpios (Rm 5.6). Mas, por um amor incompreensível, eterno,infinito, imutável, inquebrantável, o Pai enviou seu precioso e&amp;nbsp; amado Filho para nos resgatar (Jo 3.16; 2Co5.21), para sofrer e morrer em nosso lugar, entregando-se totalmente à dor e àmorte para nos dar a vida: “Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta esacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5.2). Cristo é o nosso presente, onosso maravilhoso presente, o amor radiante de Deus resplandecendo em nossasvidas, dissipando as trevas. Nele temos a vida eterna, a redenção, a salvação,nele temos o propósito e o sentido da vida, a recompensa e o prêmio, a alegriae a paz. Suas mãos estendidas na cruz, suas feridas, são a marca eterna de seuamor por nós. Sua ressurreição e sua vida são a garantia de nossa felicidade,de nossa bem-aventurança eterna. Jesus Cristo é suficiente e Ele é nosso bemsupremo, nosso tesouro, nossa paz, nossa alegria. Nele temos todas as bênçãoscelestiais, o Céu e a eternidade abertos para nós. Nele somos adotados comofilhos do maravilhoso Deus de amor, e desfrutaremos de Sua bendita presençapara todo o sempre e do derramar perpétuo de Seu amor. Nele temos a redenção detodos, todos, todos os nossos pecados, a purificação de nossas vidas, de nossasmentes, de nossas emoções, de nossas almas, de nossa consciência para quedesfrutemos da eternidade sem culpa nem dor, as indescritíveis riquezas de Suagraça. Nele recebemos, já agora, o Espírito Santo há muito prometido, nossomaravilhoso Conselheiro que nos acompanha nesta vida e nos sela comopropriedade exclusiva de Deus. Em Cristo temos tudo! Nele, e somente nele,recebemos absolutamente todas as bênçãos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em segundo lugar, Deus, desde a eternidade, nospredestinou para o louvor da Sua glória&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;. Deus nos criou para o louvor da Suaglória (Is 43.7). Em Cristo, esse propósito soberano de Deus cumpre-sefinalmente em nossas vidas. Sem Deus não há propósito nem sentido nem razãopara viver. Sem Cristo erramos o alvo de nossa existência e vivemos e morremospara nós mesmos e não para Deus, nosso Criador. Sem Cristo a vida humana nãopassa de um grande desperdício e de uma grande tragédia. Sem Cristo ahumanidade não passa de um grande rio caudaloso a despencar em cataratas nasprofundezas abissais do inferno. (Passaremos a eternidade perscrutando asgrandezas insondáveis de Cristo, descobrindo mais e mais, infinitamente mais,riquezas e tesouros da salvação!) Somente em Cristo a vida humana adquiresentido e propósito, pois em Cristo finalmente somos restaurados para quevivamos para o louvor da glória de Deus. Todas as coisas – inclusive nós, sereshumanos – foram criadas por Ele e para Ele (Rm 11.36; Cl 1.16). “Assim, quervocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória deDeus” (1Co 10.31). Fomos feitos para glorificar a Deus em nosso falar, em nossopensar, em nosso agir, em nosso viver, em nosso sentir, em nosso proceder.Fomos feitos para glorificar a Deus com nossa conduta, com nossas ações, comnosso raciocínio, com nossas emoções. Fomos feitos para glorificar a Deus comtudo o que fomos e seremos, com tudo o que somos e temos. Fomos feitos paraglorificar a Deus amando e servindo a Deus e ao nosso próximo, nesse benditorio de amor que flui do coração do Pai para o nosso coração (Rm 5.5). Somenteem Cristo a humanidade recupera a esperança que havia perdido. Sim, só emCristo a vida humana adquire razão, propósito e sentido! Fomos feitos paraglorificar a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;Em terceiro lugar, Deus, desde a eternidade, nos escolheu para asantidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Fomos escolhidosdesde antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis em suapresença (v. 4). Ele nos separou desde a eternidade para Si. Ele nos separoudesde a eternidade do pecado e da morte. Desde a eternidade nos escolheu,selecionou e separou para uma vida de beleza e valor. Esse propósito eternocumpre-se a cada dia, no tempo, em nossas vidas, nos separando dia a dia paraSi, continuamente nos separando do pecado e da morte, por meio de Sua graça, deSua Palavra, do Espírito Santo da promessa. No devido tempo Ele enviou SeuFilho para nos resgatar e transformar, nos salvar e separar do mal e da morte.Preparou na eternidade um caminho de boas obras para nós (2.10), para que notempo andemos por ele, um Caminho que nos santifica, que nos separa. Nos separado mal. Nos separa para Ele. Passo a passo, no tempo. Um passo de cada vez, noCaminho eterno preparado para nós. Esse Caminho é Cristo. Vida em santidade évida em Cristo, vida em obediência, vida em sintonia com o Eterno. Ele mesmo éo caminho e o destino. Ele mesmo é nosso guia e companheiro nessa caminhada.Suas misericórdias se renovam a cada manhã, no tempo, em nossas vidas, poisassim Ele decidiu na eternidade, ao nos separar. A vida cristã é uma caminhada,ou uma corrida, passo a passo na vontade de Deus. Ele nos escolheu para umavida de santidade. No passado, na velha vida sem Deus, já gastamos temposuficiente fazendo a vontade da carne, da nossa velha natureza pecaminosa. Vidaem santidade é a nova vida que Ele nos dá: as coisas velhas passaram, eis quesurgem coisas novas (2Co 5.17)! Deus é Deus de coisas novas, de novidade devida, de vida nova, e nos separou para que andemos em novidade de vida, vidaeterna e plena, vida transbordante e indestrutível. Ele nos separou para Sidesde a eternidade. Quem nos separará do amor de Cristo? Ele mesmo nos separoupara Si! Por isso, nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presentenem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualqueroutra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está emCristo Jesus, nosso Senhor (cf. Rm 8.35,38,39). Ele nos separou para Si desde aeternidade para que vivamos uma vida separados do pecado e do mal e da morte eda condenação. Ele nos separou para Si desde a eternidade para que vivamoslivres do pecado e de suas consequências. Ele nos separou para Si desde aeternidade para que sejamos santos e irrepreensíveis em Sua presença bendita.Ah, os prazeres transitórios do pecado não valem a pena, jamais valem a pena,quando comparados com a suprema grandeza e o supremo privilégio e a supremaalegria e o supremo deleite da presença de Cristo em nossas vidas! Jesus é aalegria suprema, o prazer supremo, capaz de mais do que compensar qualquersuposto “prazer” que este mundo possa aparentemente oferecer! Ele nos separoupara Si desde a eternidade para que hoje, no tempo, tenhamos prazer e alegria eplena satisfação n’Ele e somente n’Ele, a fim de sermos santos eirrepreensíveis em Sua presença maravilhosa. Por isso a vida em santidade émais bela, valiosa e produtiva do que qualquer outro estilo de vida que possaexistir ou que possamos imaginar. Ele nos separou para Si para que sejamossantos e vivamos verdadeiramente como santos – separados do pecado, do mal e deuma vida sem Deus. Ele nos separou desde a eternidade para Si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;i&gt;Este post é baseado em um sermão que preguei no dia do Senhor, 08 de janeiro de 2012, na &lt;a href="http://www.lareformaenmarcha.org/"&gt;Primeira Igreja Presbiteriana Reformada do Uruguai&lt;/a&gt;, na cidade de Rivera - Uruguai.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-4082758427523385191?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/4082758427523385191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=4082758427523385191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4082758427523385191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4082758427523385191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2012/01/o-triplice-proposito-de-deus.html' title='O TRÍPLICE PROPÓSITO DE DEUS'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JHjjViLcP6A/TwroYi8J3kI/AAAAAAAAAMo/hWfK_I2VY8M/s72-c/Tulipas+holland-tulips-for-second-paragraph.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-3892277893880544285</id><published>2011-12-28T14:23:00.002-02:00</published><updated>2011-12-28T14:23:30.790-02:00</updated><title type='text'>TEMPOS DE ANGÚSTIA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-b0BAml39ha0/TvtCZ26dXTI/AAAAAAAAABA/jaD-ipSV9a8/s1600/Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" src="http://4.bp.blogspot.com/-b0BAml39ha0/TvtCZ26dXTI/AAAAAAAAABA/jaD-ipSV9a8/s320/Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Queestes últimos anos são tempos difíceis e que os dias atuais vivem decontradição, não há dúvidas. A sociedade tem uma capacidade de metamorfosear-sede forma incrível. Algumas bandeiras levantadas hoje eram impensáveis há algunsanos atrás, verdades científicas tidas como irrefutáveis já caíram, a moda, pormais moderna que seja, sempre se inspira em algo do passado, mas sempre comretoques atuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nadareflete com mais veemência os dias atuais do que o relativismo. O relativismo,filosoficamente, defende que as verdades (morais; religiosas; políticas ecientíficas) mudam de acordo com a época e conforme a sociedade muda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Dentrodo arcabouço relativista, ninguém é detentor de uma verdade absoluta, pois amesma não existe, cada grupo e cada indivíduo tem a sua verdade, e a verdade deum não é necessariamente a mesma verdade do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Noâmbito moral (e acredito que este seja o mais importante, pois todos os outrossão resultados deste), o relativismo ensina que algo é moralmente errado paraum e pode não ser para outro, pois os valores morais são diferentes. Aícostuma-se dizer; “esta é a tua verdade, não a minha”. Neste sentidomanifesta-se o quão prejudicial é viver o relativismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Noâmbito moral o relativismo leva a tomada de posições contraditórias e doentias.No âmbito político, manifesta-se de modo que, a despeito da grande arrecadaçãode impostos e do altíssimo custo dos parlamentares ao bolso do contribuinte,poucas leis são projetadas de forma que supra o anseio da maioria, o que seriade se esperar em uma democracia, ou até a palavra democracia deve ser relativizada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Quãoabsurdo, um religioso evangélico orar agradecendo a Deus por dinheiro decorrupção, talvez tivesse lido alguma carta instrutiva de Judas Iscariotes,recebida por sonho de barriga cheia. Ainda, quando alas católicas retrocedem emsua luta quando lembradas que, se seguirem com a oposição teriam seu acordo(Vaticano X Brasil) revisto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Háuma ausência de verdade para guiar a sociedade? Não! A verdade existe. Estaverdade não é científica, que, aliás, não se propõe a ser a verdade, foielevada a este nível, por pseudo-cientistas que vivem por fé, não por razão - talvezuma razão de botequim, regada a uísque, café e brioche! Porém não pelosresultados experimentais de seus laboratórios, pois se os mesmos fossem levadosa sério, os livros didáticos há muito teriam deixado de lado as farsasensinadas a gerações passadas, como a existência do Homem de Neanderthal, porexemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Averdade existe, e não é relativa a cada indivíduo e a cada sociedade, tempo ecultura, mas uma verdade universal, eterna e infalível. Sim. Estou falando daverdade única e absoluta sobre o universo, Deus e sua Palavra escrita – aBíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Quantose tantos tentaram minimizar o impacto deste livro sobre as sociedades. A Bíbliafoi queimada, proibida de ser editada e lida, confiscada e seus leitores forammortos e torturados, porém, como alguém disse no passado: “a Bíblia é umabigorna que tem gasto&amp;nbsp; muitos martelos”,podem bater, não farão nenhum arranhão na Verdade Divina, ela será sempre a sera verdade absoluta, a despeito da raiva dos opositores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Verdadescomo &lt;i&gt;somente a Bíblia&lt;/i&gt;: pois somenteeste livro pode indicar o caminho para a felicidade e a paz e ainda torna oleitor sábio e um bem aventurado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Somente Cristo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;:Ele e somente Ele é o redentor, não compartilha sua missão com mais ninguém, osque ele salvou Ele intercede, salva e os torna santos, Ele é o único Mediador eninguém mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Somente a fé&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;:é o instrumento usado por Deus para levar a cabo sua obra no coração humano. Todostêm fé, um cientista quando diz: “o mundo teve origem através do big bang”,está meramente expressando a sua fé, pois ele não pode reproduzir o big bang emlaboratório, este evento, se é que existiu, não pode ser experimentado. Umfilósofo quando alude às palavras de Platão ou de Sócrates, o faz por fé,porque não se sabe se as palavras realmente foram ditas por esses filósofos,suas cópias são distantes pelo menos quase mil anos de seus eventos, porém nãose diz que com a Bíblia se dá o mesmo? Eu respondo não! Os mais de 24.000fragmentos e textos existentes comprovam sua veracidade (sem contar osmanuscritos do mar morto, que é praticamente palavra por palavra), e atravésdos métodos atuais de pesquisa, pode-se ter absoluta certeza que a Bíblia quelemos hoje, é a Bíblia que Jesus lia e que os Apóstolos e evangelistasescreveram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Poréma fé que salva é um presente de Deus, não pode vir do homem, pois em seu estadonatural o homem está morto por causa do pecado e nada mais é do que um rebeldepara com Deus; seus desejos anseiam por tudo aquilo que Deus detesta, porémDeus com sua graça comum a todos os homens permite que haja bondade, e belezaem muitos atos humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Afé para a salvação é presente de Deus assim como a graça, que é definida comoum favor que não se merece (ninguém merece a salvação). Assim, portanto,ninguém se salva, é salvo por Deus (Ef 2.8,9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;OsCristãos verdadeiros não se curvam a ninguém, a não ser a Deus e a Jesus oCristo, não somos contra governo algum, porém temos o nosso governo celestial,e a nossa constituição que é a Bíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;NossoRei nos ordena a não nos intimidarmos com as ameaças de morte ou perseguição,portanto senhores, avante, avante e avante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nãofugiremos à nossa responsabilidade de defendermos o que é correto e a verdade,e por ela não abrimos mão, e como diria Paulo, o grande apóstolo, nãoretrocedemos nem por uma hora, para que a verdade do evangelho permaneça entrevocês, se alguém quer nosso louvor, saiba que não o terá, somente rendemoslouvor e dobramos nossos joelhos a Deus, pois &lt;i&gt;somente a Ele toda a Glória&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nuncaem toda a história do Cristianismo houve tanta perseguição quanto nos diasatuais. Deste a morte de Estêvão, que inaugurou a grande galeria de mártiressantos, nunca em toda a História, cristãos têm sofrido tanta oposição comoagora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Homense mulheres, pessoas às quais esse mundo não era digno, foram mortas pelasperseguições movidas pelos fariseus, escribas e saduceus dos tempos bíblicos;foram queimados; torturados e jogados às feras pelos Césares, enforcados ejogados em campos de concentração por Hitler, são mortos por fanáticos islâmicos;perseguidos pelo FBI como criminosos, (Cf. o Caso de: Jenkinsx sua ex-parceira lésbica Lisa Miller), onde Pastores Menonitas estão sendopresos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Outros são obrigados a fugir para o exterior como Julio Severo,que por sua militância em defender a família foi perseguido e está sendoperseguido. Todos os citados aqui, não se sentem como simples vítimas de cortessupremas tendenciosas e relativistas, mas seguidores e seguidoras de JesusCristo e por ele enfrentam qualquer coisa. Afinal; poderiam eles dizer outracoisa diferente do que disse o antigo mártir Policarpo, quando este, instado anegar sua fé diante da ameaça de morte disse: “como poderia negar aquele quepor longos anos só me tem feito o bem? Vocês me ameaçam com o fogo que queima elogo se apaga, pois, desconhecem o fogo da justiça de Deus que permanece sempreacesso pela eternidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Opor-se ao relativismo em todas as instâncias traz resultados, e nãose enganem, sempre trouxe, se o caminhar com Cristo cobrar o seu preço hoje,estaremos dispostos a pagar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-3892277893880544285?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/3892277893880544285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=3892277893880544285&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/3892277893880544285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/3892277893880544285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/12/tempos-de-angustia.html' title='TEMPOS DE ANGÚSTIA'/><author><name>Rev. Geremias Vale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04978756055586121285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-b0BAml39ha0/TvtCZ26dXTI/AAAAAAAAABA/jaD-ipSV9a8/s72-c/Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-9133094676058207931</id><published>2011-12-18T14:36:00.003-02:00</published><updated>2011-12-18T17:53:03.745-02:00</updated><title type='text'>CIRCO GOSPEL</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ultduo84m7c/Tu4WbXw4uwI/AAAAAAAAAMM/rTT5qqbcbBE/s1600/teologia-da-prosperidadechuvadinheiro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" src="http://4.bp.blogspot.com/-ultduo84m7c/Tu4WbXw4uwI/AAAAAAAAAMM/rTT5qqbcbBE/s400/teologia-da-prosperidadechuvadinheiro.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;No Circo Gospel tudo é tão surreal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Quebrar maldição hereditária é coisa normal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Decretar bênção, prosperidade, cura e riquezas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;“Exigir nossos direitos como filhos das promessas”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Dar entrevista para o bispo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Num carro importado, sem ligar para o fisco&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Clamar em nome de Jeová&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;E mandar a crise passar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Rompendo em fé ordenar a Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Que nos obedeça, pois somos sacerdotes seus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Cantar heresias, entoar mantras e louvores ao ego&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Porque é mais lucrativo do que glorificar ao Deusvivo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;São tantos apóstolos, patriarcas, príncipes e reis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Não precisam mais da Bíblia nem de suas leis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;E tome marcha pra Gezuiz, ato profético e igreja dopoder&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Tem gente que não muda nem se renascer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;“Pra que santidade, se é tão gostosa a vaidade?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;“Pra que doutrina, se meu carro não tem nem buzina?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Querem mais é enriquecer, conquistar, prosperar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Por isso seguem seus gurus sem ao menos questionar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Um país de tolos, um circo gospel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Pastores mercenários, multidões interesseiras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Correndo atrás do vento, rumo ao nada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Trocando a verdade por mentiras grosseiras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Tudo por interesse&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Tudo por interesse&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;E muitos se perdem para sempre&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Diante de tanta ganância e sandice&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Por isso, meu amigo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Pregue a Palavra, proclame a sã doutrina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Sei que hoje em dia isso é um perigo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Mas é nosso chamado, nossa vocação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Num tempo de apostasia, numa era de perdição&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Sabendo que os eleitos serão finalmente salvos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mesmo em meio a tanta degradação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-9133094676058207931?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/9133094676058207931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=9133094676058207931&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/9133094676058207931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/9133094676058207931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/12/circo-gospel.html' title='CIRCO GOSPEL'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ultduo84m7c/Tu4WbXw4uwI/AAAAAAAAAMM/rTT5qqbcbBE/s72-c/teologia-da-prosperidadechuvadinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-6202249751909659298</id><published>2011-12-05T12:40:00.001-02:00</published><updated>2011-12-05T12:42:19.856-02:00</updated><title type='text'>ADORAÇÃO: QUEM É DEUS E PORQUE ELE É DIGNO DE SER ADORADO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5Lfv-Vs7XE8/TtzYMbDPYDI/AAAAAAAAAL4/J7of1bmF_aM/s1600/Adoracaofrenteaomar.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" src="http://2.bp.blogspot.com/-5Lfv-Vs7XE8/TtzYMbDPYDI/AAAAAAAAAL4/J7of1bmF_aM/s320/Adoracaofrenteaomar.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Deus é digno de toda a glória,pois Ele criou todas as coisas, inclusive nós seres humanos (Ap 4.11) e nosresgatou à custa do sangue de Seu próprio Filho (Ap 5.11-14). Ele é o Criador(Gn 1.1), Sustentador (Hb 1.3), Redentor (Gl 3.13) e Consumador (Hb 12.2) detodas as coisas. Ele criou tudo o que existe – incluindo a nós, seres humanos –para o louvor da Sua glória (Sl 19.1; Is 43.7; Rm 11.36; Ef 1.4-6,11,12; Ap4.11). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em tudo o quefez, Jesus buscou a glória do Pai (Jo 7.18; 12,27,28; 14.13; 17.1; Rm 15.7).Ele nos advertiu que não buscar a glória de Deus torna a fé impossível (Jo5.44). O Espírito Santo veio para glorificar o Filho de Deus (Jo 16.14) e somosinstruídos, na Palavra, a viver para a glória de Deus (1Co 10.31; 1Pe 4.11),pois para isso fomos criados.[1]&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Portanto, Deusé zeloso de sua própria glória. Ele corretamente busca a Sua própria glóriaacima de todas as coisas, pois, se procedesse de outro modo, seria idólatra.Deus é o maior valor do universo; priorizar qualquer outra coisa além de Deus,é idolatria (veja Rm 1.18-22). Assim, Ele declara: “Eu, o SENHOR, o teu Deus,sou Deus zeloso” (Ex 20.5), e “Não darei a minha glória a nenhum outro” (Is48.11). Ele jamais deixará de exaltar a Sua glória, “pois não pode negar-se asi mesmo” (2Tm 2.13). Deus é o &lt;i&gt;Sumo Bem&lt;/i&gt;,e ao buscar a Sua própria glória, Ele nos apresenta o valor infinito de Seupróprio ser, o resplendor da Sua santidade, a beleza infinita de Sua natureza,que Ele compartilha conosco em amor. Por isso, o salmista exclama, extasiado:“Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eternoprazer à tua direita!” (Sl 16.11). Aurélio Agostinho, bispo de Hipona, declaroua Deus em suas &lt;i&gt;Confissões&lt;/i&gt;: “Tu és aprópria beleza!”. É esse amor por Deus, esse desejo pela glória de Deus e pelaSua presença maravilhosa em nossas vidas, que desejamos transmitir às pessoas,por meio de nossas vidas e ministérios. “Como a corça anseia por águascorrentes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus,do Deus vivo” (Sl 42.1,2). “Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste delamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e nãose cale. SENHOR, meu Deus, eu te darei graças para sempre!” (Sl 30.11,12). Deus,o próprio Deus, é a única fonte da verdadeira alegria; por isso, a adoraçãonunca é mecânica, ou automática: adorar é expressar a Deus o nosso amor, anossa gratidão, a nossa alegria e o nosso anseio pela Sua presença! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Alegrem-se,porém, todos os que se refugiam em ti; cantem sempre de alegria! Estende sobreeles a tua proteção. Em ti exultem os que amam o teu nome” (Sl 5.11).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Em ti queroalegrar-me e exultar, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo” (Sl 9.2).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Ó Deus, tu éso meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meuser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. Quero contemplar-te nosantuário e avistar o teu poder e a tua glória. O teu amor é melhor do que avida! Por isso os meus lábios te exaltarão” (Sl 63.1-3).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“A quem tenhonos céus senão a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. Omeu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coraçãoe a minha herança para sempre” (Sl 73.25,26).[2]&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A Palavra deDeus diz: “todas as coisas foram criadas por ele e para ele” (Cl 1.16), e “Poisdele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre!Amém” (Rm 11.36). A respeito de Seu povo, Ele diz: “A quem criei para a minhaglória, a quem formei e fiz” (Is 43.7). Existimos para a glória de Deus! Essa éa grande verdade que nós, cristãos reformados, devemos viver, ensinar edemonstrar, levando as pessoas à verdadeira adoração, à verdadeira vida cristã.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Por tudo isso,a adoração a Deus “é a função primordial que a Igreja deve exercer na face daTerra. Adorar significa cultuar, orar, rogar, venerar, homenagear. Deus deveser adorado pelos seus filhos em vista de sua majestade, poder, santidade,bondade, retidão e providência em favor dos homens”[3].&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tudo em nossoscultos deve ser planejado e realizado para glorificar a Deus, e não a homens. Adoraçãoinclui reverência (Is 6.5; Ap 5.14). “A adoração é um aspecto do culto a Deusno qual o adorador fica tão comovido, cheio de temor reverente e enlevado pelasua consciência da glória e majestade de Deus, que cai prostrado diante dEle”[4].O sentimento é o mesmo de João, ao deparar-se com o resplendor do Cristoglorificado: “Quando o vi, caí aos seus pés como morto” (Ap 1.17). Cultoselaborados de modo a entreter ou mesmo divertir os participantes, nada têm aver com o verdadeiro culto cristão, onde a presença majestosa do Senhor infundetemor, respeito e reverência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Adoração,portanto, é a atividade de glorificar a Deus em nossas vidas – e no culto - comnossos dons e talentos, nossas vozes e instrumentos, com todo o nosso coração,de modo a engrandecer a Deus na congregação. É “o ato que revela ou expressa oquanto Ele é grandioso e glorioso. A adoração representa a reflexão conscienteda dignidade e do valor de Deus”[5]. A adoração genuína significa que “buscamoscom fervor a satisfação em Deus; que o buscamos fervorosamente como o nossoprêmio, o tesouro, o alimento da alma, o deleite do coração, o prazer doespírito. Ou para dar a Cristo o alto lugar de honra – ou seja, buscar com fervortudo o que Deus significa para nós em Cristo crucificado e ressurreto”[6]. Quepossamos transmitir todo o valor, a dignidade, a plenitude de alegria, de vidae de excelência que há em Deus! “Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo;ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos,hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração” (Cl 3.16).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Fomos criadospara a glória de Deus. A primeira pergunta do &lt;i&gt;Breve Catecismo de Westminster&lt;/i&gt;, “Qual o fim principal do homem?”,tem como resposta: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e alegrar-senEle para sempre” (Sl 86.9; Is 60.21; Rm 11.36; 1Co 6.20; 10.31; Ap 4.11; Sl16.5-11; 144.15; Is 12.2; Lc 2.10; Fp 4.4; Ap 21.3,4). “Portanto, adorar é umaexpressão &lt;i&gt;direta&lt;/i&gt; do nosso principalpropósito na vida”[7]. Adorar a Deus é o motivo pelo qual fomos criados! Nada émais importante; nada pode substituir a adoração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A adoraçãogenuína, com conhecimento bíblico e reverência, fará com que o nosso coração sealegre na presença de Deus (Sl 16.11; 27.4; 73.25; 84; 92.1-5). Deus tambémalegra-se em nós (Is 62.3-5; Sf&amp;nbsp; 3.17).Quando adoramos, nos aproximamos de Deus (Hb 10.19-22; 12.18-24), Deus seaproxima de nós (Tg 4.8), recebemos o socorro do Senhor (Hb 4.16) e os inimigosde Deus fogem (2Cr 20.21,22).[8]&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Adoremos,portanto, “em espírito e em verdade” (Jo 4.23), isto é, no Espírito Santo (emcomunhão com Deus e com a igreja) e de acordo com a sã doutrina bíblica, paraque nossa adoração seja de fato “aceitável, com reverência e temor” (Hb12.28,29), mas também com “alegria indizível e gloriosa” (1Pe 1.8). Adoremos aoSenhor porque Ele é digno!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;NOTAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;1. Este parágrafo foi baseado em PIPER, John. &lt;b&gt;Alegrem-se os Povos: a supremacia de Deus em missões&lt;/b&gt;. São Paulo:Cultura Cristã, 2001, pp. 22-23.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;2. Cf. PIPER, John. &lt;b&gt;Teologia da Alegria: a plenitude dasatisfação em Deus&lt;/b&gt;. São Paulo: Shedd Publicações, 2001, pp. 63-85. Estelivro está sendo publicado atualmente sob o título &lt;b&gt;Em Busca de Deus&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;3. MARTINS, Jaziel Guerreiro. &lt;b&gt;Manualdo Pastor e da Igreja&lt;/b&gt;. Curitiba: A. D. Santos, 2002, p. 18.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;4. DICKIE, Robert L. &lt;b&gt;O que a Bíblia ensina sobre Adoração&lt;/b&gt;.São José dos Campos: Fiel, 2007, p. 49.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;5. PIPER, John. &lt;b&gt;Irmãos, nós nãosomos Profissionais: um apelo aos pastores para ter um ministério radical&lt;/b&gt;.São Paulo: Shedd Publicações, 2009, p. 247.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;6. &lt;i&gt;Ibidem&lt;/i&gt;, p. 250.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;7. GRUDEM, Wayne. &lt;b&gt;TeologiaSistemática&lt;/b&gt;. São Paulo: Vida Nova, 1999, p. 848.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;8. Este parágrafo foi baseado em GRUDEM, Wayne. &lt;b&gt;Teologia Sistemática&lt;/b&gt;. São Paulo: Vida Nova, 1999, pp. 849-852.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-6202249751909659298?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/6202249751909659298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=6202249751909659298&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/6202249751909659298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/6202249751909659298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/12/adoracao-quem-e-deus-e-porque-ele-e.html' title='ADORAÇÃO: QUEM É DEUS E PORQUE ELE É DIGNO DE SER ADORADO'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5Lfv-Vs7XE8/TtzYMbDPYDI/AAAAAAAAAL4/J7of1bmF_aM/s72-c/Adoracaofrenteaomar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-1018953912376581155</id><published>2011-10-17T11:54:00.001-02:00</published><updated>2011-10-17T11:59:13.484-02:00</updated><title type='text'>UM DESABAFO REFORMADO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oshZUCk_TVI/Tpwzfw-jB-I/AAAAAAAAALY/N2GNi99dCsw/s1600/luther.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://2.bp.blogspot.com/-oshZUCk_TVI/Tpwzfw-jB-I/AAAAAAAAALY/N2GNi99dCsw/s320/luther.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Você sabe o que comemoramos no mês de outubro? Ou o que deveríamos comemorar? Alguns falam em missões, outros em mês das crianças, outros em eventos evangelísticos e celebrações... mas nada disso seria realidade sem a bendita Reforma Protestante. Em 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero afixou suas 95 Teses na porta da igreja de Wittenberg, dando início ao movimento reformado.&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&amp;nbsp;A Bíblia foi devolvida ao povo. O Cristianismo bíblico e histórico foi restaurado. Nenhuma de nossas igrejas "evangélicas" existiria sem a Reforma. E alguns ainda se dão ao luxo de ignorá-la. Um povo que despreza seu passado está desperdiçando seu presente e jogando fora seu futuro... Graças a Deus que em muitas igrejas, ainda, a Reforma Protestante é lembrada e celebrada! Que o Senhor tenha misericórdia de todos nós, que nos dizemos "evangélicos" e "protestantes", e nos visite poderosamente com um grande - e verdadeiro - avivamento, para que possamos erguer com dignidade a tocha que nos foi passada pelas gerações anteriores de cristãos. Soli Deo Gloria, o brado reformado: Glória somente a Deus!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-1018953912376581155?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/1018953912376581155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=1018953912376581155&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/1018953912376581155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/1018953912376581155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/10/um-desabafo-reformado.html' title='UM DESABAFO REFORMADO'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-oshZUCk_TVI/Tpwzfw-jB-I/AAAAAAAAALY/N2GNi99dCsw/s72-c/luther.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-6663877625580893582</id><published>2011-09-09T12:33:00.000-03:00</published><updated>2011-09-09T12:33:04.694-03:00</updated><title type='text'>UMA FÉ BÍBLICA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cmw1Q9FPmWI/Tmoxj4v1MFI/AAAAAAAAAK4/04e0x_a-rBM/s1600/Uva.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-cmw1Q9FPmWI/Tmoxj4v1MFI/AAAAAAAAAK4/04e0x_a-rBM/s320/Uva.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Com grande alegria apresento a tradução do Capítulo 2 do livro &lt;b&gt;Una Fe para el III Milenio: El Cristianismo histórico: lo que es y lo que implica&lt;/b&gt;, publicado na Espanha por Editorial Peregrino, onde vários autores discorrem sobre a fé reformada no contexto contemporâneo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Por ANDREW J. BIRCH.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Pareceque em cada família sempre há alguém que quer ter a última palavra. Se não forpor direito de família, quem sabe pela “lei do mais forte”! Em outros âmbitosda vida também reconhecemos a autoridade de certas pessoas para ter a “últimapalavra”, mesmo quando essa última palavra não nos seja agradável: numa partidade futebol, é o árbitro; num tribunal, é o juiz; em questões históricas oucientíficas, são os especialistas de cada área do conhecimento humano. Noentanto, na verdade nenhum deles deveria ter a “última palavra”. Por acasoalgum árbitro, juiz, historiador ou cientista é infalível? A experiência nosdiz que não – a infalibilidade não é própria dos seres humanos. A últimapalavra não reside nessas pessoas, mas sim na &lt;i&gt;regra escrita&lt;/i&gt;. O futebol tem um regulamento reconhecidointernacionalmente. Os juízes podem somente aplicar a lei. E não poucos“especialistas” de hoje serão os ignorantes de amanhã, à luz de novosdescobrimentos e novas conquistas do saber humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eno tocante à religião, mais precisamente à religião cristã, quem tem a “últimapalavra”? Apesar das pretensões de infalibilidade por parte de alguns, por queum teólogo seria mais infalível do que qualquer outro especialista? Talvez umteólogo saiba mais sobre religião do que as outras pessoas, mas isso não lheconfere uma auréola de infalibilidade: ele também pode se enganar, sersuscetível como os demais mortais à influência, sempre poderosa, do ensino queteve, do seu modo peculiar de ver as coisas, das limitações de sua mentefinita, etc. Aqui, como em tudo o mais, devemos buscar a última palavra não naspessoas, mas no que está escrito. E para o cristão, “o que está escrito”significa “as Escrituras Sagradas” (cf. 2Tm 3.15). Essa Palavra “inspirada porDeus” (2Tm 3.16, literalmente “Deus-expirada”, isto é, soprada por Deus – não“inspirada”, como querem nossos tradutores &lt;i&gt;traditores&lt;/i&gt;,mas sim &lt;i&gt;expirada por Deus&lt;/i&gt;), erevelada por meio de “homens (...) impelidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1.21). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Aquilo em que creem todos os cristãos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Devemoster em mente que todos os verdadeiros cristãos estão de acordo sobre a maioriados ensinos bíblicos, como a inspiração divina das Escrituras; a doutrina daTrindade e a perfeição do único Deus verdadeiro em tudo o que Ele é e em tudo oque Ele faz; a divindade e a humanidade plenas do Filho de Deus; apersonalidade e a obra do Espírito Santo; a Queda do homem no pecado e suasgraves consequências para toda a raça humana; a total incapacidade do homem desalvar-se a si mesmo; a encarnação, a vida perfeita, a morte expiatória, aressurreição corporal, a ascensão, a intercessão e a gloriosa vinda futura doSenhor Jesus Cristo; a salvação somente pela graça de Deus, somente por meio doSenhor Jesus Cristo, e recebida pelo homem somente por meio da fé em Cristo; arealidade do Céu e do Inferno como únicos e definitivos destinosrespectivamente para os verdadeiros crentes e para os descrentes. Essa lista ébastante longa, mas não pretendemos que esteja completa. O que pretendemos,sim, é que ao tratar de assuntos sobre os quais não existe unanimidade perfeitaentre os cristãos, não percamos de vista aqueles sobre os quais todos osverdadeiros cristãos creem em união.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;As Doutrinas da Graça&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Comesse nome (entre outros) se resume um modo de entender a Bíblia em geral e oplano divino de salvação em particular.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Muitoscristãos creem que Deus deixou a decisão de crer em Cristo ou não à livreescolha de cada pessoa, sem que Ele mesmo exerça influência alguma sobre quem querque seja. Os que creem desse modo dizem que na Pessoa e na obra de Cristo, Deus&lt;i&gt;tornou possível&lt;/i&gt; a salvação de todosos seres humanos; que a vontade de Deus é dar a oportunidade de salvação a todoo mundo; e que o destino de cada pessoa depende da decisão que cada um devetomar em resposta à mensagem do Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mashá outros cristãos que creem que o papel de Deus na salvação é muito mais ativoe decisivo: que Ele decidiu desde a “eternidade passada” escolher aqueles queiria salvar e aqueles que não salvaria; que quando enviou Seu Filho ao mundo,não foi para “tornar possível” a salvação de todo o mundo, mas sim para &lt;i&gt;efetuar a salvação&lt;/i&gt; daqueles que Eleescolheu para serem salvos; e que Ele fará que, pela obra do Espírito Santo,sejam salvos infalivelmente todos os Seus escolhidos (ou eleitos, na linguagembíblica).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Osque sustentam a primeira dessas posturas levantam algumas objeções à segundapostura, objeções que eles pretendem estar baseadas no ensino bíblico. Essasobjeções poderiam ser classificadas de muitas maneiras, mas todas elas têm aver ou com a liberdade do homem ou com o caráter de Deus. Vamos considerá-las aseguir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;A LIBERDADE DO HOMEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Livres por criação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Poracaso Deus não criou o homem livre para escolher?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Efetivamente,Deus criou o homem livre para escolher. De fato, o primeiro homem, Adão, antesda Queda, teve uma liberdade mais absoluta que a que foi tida desde então porqualquer outro ser humano. Antes de ser pecador, Adão era livre para escolher obem ou o mal, obedecer a Deus ou não obedecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Noentanto, se Deus criou o homem livre, a Queda o tornou um escravo! Falar comose o homem &lt;i&gt;depois da Queda&lt;/i&gt; fosse maisou menos igual que antes dessa Queda é ignorar as terríveis consequências damaior tragédia de toda a História do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;AQueda afetou – negativamente, é óbvio! – tudo o que o homem é: sua vida física,sua mente, suas emoções, sua vontade, suas relações e, é claro, sua situaçãoespiritual. Reconhecer esse fato não é negar a continuação, depois da Queda, daimagem de Deus no homem, nem minimiza a assombrosa realidade da “graça comum”que é derramada igualmente sobre todos os homens (a qual inclui a restrição dopecado), nem requer ir tão longe a ponto de negar que o homem seja livre hojeem nenhum sentido da palavra. Somente afirmamos aqui que a Queda afetou o homemem todos os aspectos, inclusive em sua liberdade de escolha.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Apartir da Queda, o homem tem uma clara tendência para o pecado. É concebido enasce em pecado (Sl 51.5). “A insensatez está ligada ao coração da criança” (Pv22.15). Poucas gerações depois da Queda, o Senhor viu que “a perversidade dohomem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seucoração era sempre e somente para o mal” (Gn 6.5). É claro que essa descriçãorefere-se ao homem em seu ponto mais baixo de degradação, mas também demonstraaté onde nos leva o “pecado original”, e como seríamos todos se não existisse a“graça comum” de Deus, que freia o pecado. Os escritores inspirados dos livrosbíblicos empregaram um vasto leque de palavras para descrever os diferentesaspectos do pecado humano. O pecado é, entre outras coisas, “errar o alvo”,“passar dos limites”, “rebeldia” (contra a soberania de Deus), “perversidade”(isto é, inverter os valores de Deus), etc. E quando o Apóstolo Paulo, naprimeira parte de sua epístola aos crentes de Roma, deseja demonstrar que tantojudeus quanto gentios necessitam do Evangelho, não lhe faltam evidênciasbíblicas a respeito da tendência natural de todos os seres humanos (Rm 1.18-32;2.17-24; 3.9-20)! E mais, a Bíblia descreve o homem em sua condição naturalcomo um escravo do pecado (Jo 8.34; Rm 6.17,20; 2Pe 2.19; etc)! É difícil veros que são “escravos do pecado” podem ser considerados livres para escolher obem ou a salvação! A única liberdade que tem um “escravo do pecado” é aliberdade para continuar servindo ao seu mestre, o pecado, e para rejeitar oEvangelho de Cristo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Segundoa Bíblia, a Queda não somente deixou os seres humanos &lt;i&gt;afetados&lt;/i&gt; pelo pecado e &lt;i&gt;escravos&lt;/i&gt;do pecado; também os deixou &lt;i&gt;espiritualmentemortos!&lt;/i&gt; Quem crê na Bíblia não pode negar esse fato. O Apóstolo Paulo deixaisso bem claro em Efésios 2, onde não somente afirma, mas também repete: “Vocêsestavam mortos em suas transgressões e pecados” (v. 1); “quando ainda estávamosmortos em transgressões” (v. 5). Para Paulo, ele mesmo e seus irmãos na fé,antes de experimentar o poder regenerador de Deus, haviam estadoespiritualmente mortos. Isto não deveria nos surpreender, afinal de contas,Deus disse a Adão, falando sobre a árvore do conhecimento do bem e do mal: “nodia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gn 2.17). A advertência doSenhor foi cumprida, pois não somente começou o processo de morte física nomesmo dia em que Adão e Eva caíram em pecado, mas também naquele mesmo dia elesmorreram em outro sentido, no sentido espiritual. Sua desobediência matou suainocência e interrompeu sua comunhão com Deus. Por isso, ao longo do NovoTestamento ouvimos falar da salvação em termos de “nova vida”, de um “nascimentoespiritual”, de uma “nova criação”, etc. Como diz o Apóstolo João: “já passamosda morte para a vida” (1Jo 3.14).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Noentanto, apesar desse ensino claro da Palavra de Deus, muitos cristãos, comtoda probabilidade assentindo ao ensino bíblico de modo geral, parecem noentanto contradizer as Escrituras na prática, ao insistir em que uma pessoaespiritualmente morta possa efetuar a sua própria vivificação espiritual: quealguém espiritualmente morto possa entender a mensagem do Evangelho; que possaperceber que essa mensagem é verdadeira; que possa crer em Cristo; que possa searrepender de seus pecados; etc – e tudo isso sem nenhum tipo de intervençãodivina, já que isso nos faria voltar ao problema de por que Deus não intervémdo mesmo modo em todos!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Épreciso evitar dois erros a respeito da Queda do homem no pecado, dois extremosopostos: primeiro, o erro de exagerar as consequências daquela trágica Queda,afirmando que a imagem de Deus no ser humano foi completamente perdida (nãofoi), ou que faculdades humanas relevantes como a inteligência, a consciência,a vontade, etc, foram totalmente aniquiladas (não foram). Em segundo lugar, oerro de tirar da Queda seus terríveis efeitos: desde então, todo ser humano queé concebido (com a única exceção do Deus-homem, é claro) já é, em sua condiçãonatural, alguém afetado pelo pecado, escravo do pecado, e morto no pecado.Negar tal condição humana é negar o ensino bíblico. Nessa condição, a liberdadedo ser humano não é uma liberdade “neutra”, mas sim uma “liberdade”escravizada!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Verdadeiramente livres&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Então,o homem é uma espécie de marionete? Um mero fantoche?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Muitoscrentes pensam que se Deus é soberano no sentido absoluto, e que se a vontadede Deus é, no fim das contas, aquela que sempre prevalece, então mesmo que sefale em liberdade humana, essa liberdade não é mais do que uma ficção cruel: ohomem não passa de uma simples marionete, um fantoche, nas mãos do Criador.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essaobjeção, ainda que compreensível, não passa de uma caricatura da verdade. Claroque a vontade de Deus sempre prevalece – se não fosse assim, Deus não seriaDeus, o universo seria um caos total e ninguém poderia ser salvo. Mas asoberania absoluta de Deus não anula a realidade da liberdade humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Paraentender esse aparente paradoxo – que a vontade de Deus sempre prevalece e quenem por isso a liberdade do homem deixa de ser verdadeira – a chave está emreconhecer a inevitável falta de igualdade entre o Criador e a criatura, entreDeus e o homem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ainsistência na igualdade está em moda atualmente, e muitas vezes com boasrazões. A mulher não é inferior ao homem, nem as pessoas de um lugar sãoinferiores a pessoas de outro lugar. Mas essa insistência na igualdade, tãoapropriada e tão importante entre os seres humanos, não pode ser aplicada emrelação a Deus e ao homem. Deus é totalmente diferente do homem e infinitamentemaior do que o homem. Além disso, Deus é o Criador do homem. O homem só existeporque Deus o criou, e desde então Deus tem assegurado a sobrevivência epreservação da espécie humana. Fazendo uso de uma metáfora bíblica, podemosdizer que Deus é o grande Oleiro, e o homem é a argila em suas mãos. Por tudoisso, não se pode igualar a liberdade do homem com a de Deus, nem a vontade dohomem com a vontade de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nãoobstante, não é lógico chegar à conclusão de que a liberdade humana, por nãoser absoluta como a liberdade divina, seja uma mera ficção. Como já foi dito,na Queda o homem não perdeu nenhuma das características que o tornam humano eque constituem a imagem de Deus: sua espiritualidade, sua responsabilidademoral, sua inteligência, sua criatividade, sua necessidade de relacionar-se,sua mordomia sobre a criação, etc. Todas essas características foram afetadas,danificadas, pelo pecado, mas nenhuma delas foi totalmente perdida. Em outraspalavras, apesar da Queda, o homem continua “funcionando” como homem, em seupensar, em seu sentir, e em seu fazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Issopode ser visto em todos os aspectos da vida: em circunstâncias normais, nãotemos, nunca, a impressão de que nós e as pessoas ao nosso redor são merosrobôs! A cada dia temos à nossa disposição milhares de provas da humanidade dohomem, daquilo que nos torna diferentes de todos os demais seres que existem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ea mesma coisa pode ser vista também na esfera da fé. Deus realiza Seu plano desalvação não com a força esmagadora de um rolo compressor, mas com a elegânciae a beleza de um artista, transformando os aparentes obstáculos do caminho emdegraus para o destino desejado, enquanto Ele opera não de modo independente davontade humana, mas através dela. Quando alguém experimenta a conversão, o queacontece? Nós percebemos o que acontece exteriormente: a pessoa ouve oEvangelho, crê e se converte. Nesse processo todas as faculdades da pessoaestão em pleno funcionamento: seus ouvidos, sua mente, seu coração e suavontade. Quem se converte não é uma coisa, é uma pessoa. Mas a Bíblia nosexplica todo esse processo de outra perspectiva também: nos fala de Deus, nosdescreve o papel do Espírito Santo, iluminando, convencendo, regenerando,vivificando; nos revela outra vontade, além da vontade da pessoa humana, tambémoperando: a vontade soberana de Deus. O “mérito” da salvação é atribuídounicamente a Deus, não ao homem, e os que são verdadeiramente salvos não têmnenhuma dúvida a respeito. Mas Deus não nos salva independentemente de nossasfaculdades humanas, mas através delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eo que acontece com os que se perdem? Exatamente o mesmo, mas com resultadooposto. A pessoa em questão atua do princípio ao fim como tal, utilizando todasas suas faculdades humanas, mas neste caso rejeita o Evangelho e não seconverte. Qual é a diferença mais evidente entre os dois casos? É, no segundocaso, &lt;i&gt;a ausência da obra do EspíritoSanto&lt;/i&gt;. E essa ausência indica uma diferença na vontade soberana de Deus:aqui, Deus não age, não intervém; simplesmente deixa o morto continuar morto. Épor isso que nós, cristãos, oramos a Deus pela conversão de outras pessoas.Sabemos pela Bíblia e também pela nossa própria experiência de salvação, que éEle quem vivifica os mortos espirituais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Masem qual desses casos a vontade do homem não funciona? Ora, funciona em ambos oscasos. Só que a vontade do homem, mesmo que real, presente e ativa, não estáfora do âmbito governado pela vontade de Deus, mas sim dentro desse âmbito.Deus é a “causa primária”, o homem e sua vontade constituem uma “causasecundária” que também é uma causa real, mas não é outra “causa primária” comoDeus, como se fosse outra paralela à vontade d’Ele. E a Bíblia ensina que Deusé a “causa primária” de tudo o que acontece. E isso por três razões emparticular:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;1.Porque Deus é eterno, e não há nenhum outro ser nem nenhuma outra coisa que oseja, no sentido de não haver tido um princípio. Houve um “tempo” em quesomente Deus existia. Portanto, na cadeia de causas e efeitos que tem havidodesde quando somente existia Deus, a causa primária teve de ser Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;2.Porque Deus foi, e continua sendo, o Criador. A Bíblia ensina que Deus, além deser eterno, é um ser pessoal infinitamente inteligente e poderoso, e que criouo universo e deu origem a tudo o que se pode denominar “vida”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;3.Pela vontade soberana de Deus: Deus nada faz sem ter um propósito e, desdeantes da criação do universo, decidiu dirigir tudo o que acontece para ocumprimento de seu infalível propósito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Portanto,nesses três sentidos, Deus, segundo a Bíblia, é a causa primária de tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Masé preciso esclarecer que Deus é a “causa primária” não no sentido de ser o &lt;i&gt;autor direto&lt;/i&gt; de tudo. O exemplo maisclaro disso é o pecado. Deus não é, nem pode ser, o autor do pecado. Deus éperfeitamente santo, odeia o pecado e jamais poderia pecar nem induzir ninguéma pecar. Mas ao mesmo tempo, o fato do pecado existir não significa que Deusnão esteja no controle de tudo o que acontece: Ele está, e em Seu plano eterno,concebido pela Sua infinita sabedoria e executado por Seu infinito poder, Elefaz com que até mesmo o pecado sirva para o Seu triunfo final.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Livres e responsáveis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Seo homem não é livre, também não pode ser responsável.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nostribunais organizados após a Segunda Guerra Mundial, um dos argumentosutilizados pela defesa dos oficiais alemães acusados de crimes hediondos foique somente haviam cumprido as ordens de seus superiores. Alegaram que nãohaviam tido escolha, que não haviam tido liberdade, e portanto não poderiam serresponsabilizados pelas atrocidades que haviam cometido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Adefesa daqueles soldados é parecida com o ataque de alguns “crentes” contra adoutrina bíblica da predestinação. Dizem que Deus não pode (no sentido moral dotermo) responsabilizar pelos seus pecados a pessoas que, por razões alheias àsua própria vontade, foram constituídas pecadoras pela desobediência de seusprimeiros pais (Rm 5.12-21), nem pode responsabilizar as pessoas que rejeitam oEvangelho porque Ele mesmo não as predestinou para a salvação. Para que possanos responsabilizar, precisamos ser verdadeiramente livres, no sentidoabsoluto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Masesse argumento tem, pelo menos, dois pontos fracos:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Emprimeiro lugar, mesmo que não gostemos da doutrina bíblica do pecado original,ainda assim não somos autênticos “santos” obrigados a pecar por culpa de Adão eEva, e contra nossa própria vontade! De fato, nossa própria vontade – aquiloque nós verdadeiramente queremos fazer – é precisamente pecar! Assim como Deusnão obrigou Adão e Eva a pecar, ninguém fora de nós mesmos nos obriga a pecar.Pecamos porque queremos, porque somos assim. E sabemos disso pela nossaexperiência diária; é a nossa própria vontade que não quer fazer aquilo quesabemos que Deus quer que façamos. É nossa própria vontade que deseja fazeraquilo que sabemos que Deus não quer que façamos. Em outras palavras, o inimigonão está fora de nós – nós somos o nosso inimigo! A maioria daqueles oficiais esoldados alemães foi condenada à morte, apesar de alegar não ser responsávelpor seus crimes de guerra. Nós, por outro lado, quando pecamos, ainda que(muitas vezes) sabendo perfeitamente o que estamos fazendo, normalmente nãotemos ninguém ao nosso lado, nos apontando uma metralhadora, nos obrigando afazer aquilo que não queremos fazer! Não, a verdade é que o homem deseja pecar,quer pecar. Sabemos muito bem disso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Emsegundo lugar, a ideia de que não poder evitar fazer algo significa,necessariamente, não ser responsável pelos seus atos, é uma falácia. Porque nósmesmos somos culpados da causa de nossa impotência. Como exemplo, vamos suporque um jovem decida experimentar algumas drogas. Quando toma essa decisão, eleo faz livremente: ainda não é um viciado. Mas o que começa como uma simplesexperiência em busca de prazer, ou como uma fuga de alguma realidade difícil deenfrentar, logo acaba se tornando um vício incontrolável. E o vício leva aocrime, especialmente ao roubo: é preciso buscar meios para satisfazer asdemandas do vício. Então, quando o jovem, já viciado, decide roubar para manterseu vício, deve ser considerado responsável pelos seus atos, ou não? Se é pegoroubando, deve ser solto porque como viciado não pode ser consideradoresponsável pelos seus atos? E o alcoólatra que bate em sua mulher? Já que oálcool privou sua liberdade de escolha, não pode ser responsabilizado pelasconsequências de seu alcoolismo? [Nota do tradutor: Ah! É uma tragédia que noBrasil essa maldita filosofia pseudo-humanitária esteja triunfando cada vezmais! Só falta as autoridades darem uma medalha de honra para os viciados, ospedófilos, os malfeitores, e todos os canalhas deste país! “Coitadinhos, sãovítimas do sistema!” Maldita sociedade que transforma os criminosos em vítimas,e trata as vítimas e as famílias das vítimas como criminosos!]&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ofato é que às vezes cometemos erros que debilitam, ou mesmo paralisam, nossacapacidade de fazer uma série de coisas. Mas nem por isso deixamos de serresponsáveis diante de Deus: Ele não nos criou assim – nós nos tornamos assim.Foram nossos primeiros pais quem livremente decidiram desobedecer seu Criador.E somos nós quem tomamos decisões equivocadas, às vezes por falta de sabedoria,às vezes por motivações mesquinhas, etc. Por nossa própria culpa, somos menoslivres do que éramos no princípio, e menos livres do que deveríamos ser, masnão somos menos responsáveis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Livres para crer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Poracaso a Bíblia não diz que podem ser salvos todos os que quiserem?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Semdúvida, há um sentido em que isso é correto. Para começar, Deus chama todas aspessoas do mundo inteiro para que sejam salvas. Ele o fez através de profetascomo Isaías: “Voltem-se para mim e sejam salvos, todos vocês, confins da terra”(Is 45.22). O Senhor Jesus Cristo enviou a Seus discípulos para pregar oEvangelho “a todas as pessoas” (Mc 16.15), e quando eles o fizeram, disseramcoisas como: “Salvem-se desta geração corrompida!” (At 2.40). De fato, Deus“ordena que todos, em todo lugar, se arrependam” (At 17.30). E o Senhor JesusCristo fez uma afirmação que deveria encher de ânimo qualquer pessoa quequisesse ser salva: “Quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo 6.37).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ese tudo isso ainda fosse pouco, há na Palavra de Deus convites ainda maisexplícitos que claramente dão a entender que podem ser salvos todos aqueles quedesejam a salvação. O livro de Apocalipse termina com um desses convites: “Quemtiver sede, venha; e &lt;i&gt;quem quiser&lt;/i&gt;,beba de graça da água da vida” (Ap 22.17).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Portanto,quem pode ser salvo? Quem quiser ser salvo. A questão é: &lt;i&gt;quem quer ser salvo?&lt;/i&gt; Essa pergunta pode parecer até ridícula. “Quemnão quer ser salvo?” Evidentemente, se fosse possível demonstrar de modoirrefutável a todos a sua condição diante de Deus, o grande perigo dacondenação ao Inferno, e a urgente necessidade de salvação, até mesmo os ateusconvictos, que nem ao menos consideram a existência de Deus, se aferrariam aqualquer coisa, mesmo em algo que jamais acreditariam em qualquer outracircunstância, para safar-se da terrível situação. Mas essa não é a questão, nemé a verdadeira situação do homem incrédulo. A verdadeira questão é: que homemou mulher, na condição espiritual na qual a Bíblia nos assegura que está todoser humano sem Cristo, realmente quer aceitar tudo o que diz a Palavra de Deus,reconhecer a si mesmo como pecador, abandonar qualquer confiança em si mesmo eem suas próprias obras e esforços, e humilhar-se diante de Deus, clamando pormisericórdia? Quem &lt;i&gt;quer&lt;/i&gt; ser salvonesse sentido? O próprio Senhor Jesus Cristo deu a resposta, quando disse:“Contudo, vocês &lt;i&gt;não querem&lt;/i&gt; vir a mimpara terem vida” (Jo 5.40). E disse a Jerusalém: “Quantas vezes eu quis reuniros seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos, debaixo das suas asas, &lt;i&gt;mas vocês não quiseram!&lt;/i&gt;” (Lc 13.34). Elequis, mas eles não quiseram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Talvezalguém possa pensar que não é como aqueles judeus dos tempos de Jesus, que édiferente, que quer sim ser salvo. Mas se pensarmos assim, não perceberemos opoder que o pecado tem sobre toda a humanidade. Quando o Apóstolo Paulo, emRomanos 6, lembra os cristãos de Roma da grande mudança que Deus havia efetuadoem suas vidas, descreve a terrível escravidão em que se encontravam antes, daqual agora haviam sido libertados (Rm 6.17-22). E a vontade e os desejos sãoparte daquilo que – até a maravilhosa libertação que traz o Espírito Santo –está debaixo do domínio do pecado. Insisto, não se trata de uma escravidão &lt;i&gt;contrária&lt;/i&gt; à nossa vontade, mas sim deuma escravidão &lt;i&gt;da&lt;/i&gt; nossa vontade:gostamos do pecado, muitas vezes desfrutamos dos sórdidos prazeres que o pecadonos proporciona, e a triste verdade é que no fundo não queremos deixar opecado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sesomos cristãos, sabemos que isso é verdade, porque agora podemos olhar paratrás e ver o que o Senhor tem feito em nossas vidas. Há um antes e um depois, esabemos perfeitamente que essa mudança somente pode ter sido efetuada por Deus,e não por nós mesmos, pelo nosso próprio esforço. Sabemos que Ele, o Senhor,mudou, entre outras coisas, a nossa vontade, submetendo-a finalmente à Palavra.Certamente no passado estivemos lutando contra a verdade, mas afinal o Senhornos venceu! E por isso agora, em vez de exaltarmos a nós mesmos por termos sidotão inteligentes a ponto de mudar de opinião, de vontade e de coração, damostoda a glória a Deus porque Ele, e somente Ele, fez tudo isso em nós e por nós!Éramos livres, antes, para escolher a salvação? Não, sabemos que não éramos.Sabemos que éramos livres somente para continuar viciados em pecado. Sabemosque Deus irrompeu em nossas vidas, nos transformando por completo – mente,coração, vontade, tudo! – e que é graças a Ele, e não a uma suposta liberdadede escolha da nossa parte, que agora somos verdadeiramente livres.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Livres para rejeitar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Osque rejeitam o Evangelho o fazem livremente, ou são obrigados por Deus parafazê-lo?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Háquem diga que se Deus somente predestinou alguns para a salvação, na prática écomo se aos “não predestinados” Deus não somente não lhes desse a oportunidadeda salvação, mas que também os obrigasse a rejeitar o Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;MasDeus nunca obriga ninguém a fazer nada que não seja bom. Não obrigou Adão e Evaa desobedecê-Lo: se tivesse feito isso, seria o autor direto do pecado, o qualé totalmente inadmissível à luz da perfeita santidade de Deus. Não obrigouJudas Iscariotes a trair Jesus: sim, estava profetizado que a traiçãoaconteceria, mas Judas foi responsável pelo que fez – pensou, decidiu,planejou, compactuou com os líderes religiosos, escolheu o momento adequado e ofez. Em cada parte do processo estiveram funcionando todas as faculdadeshumanas de Judas. Não foi hipnotizado por Deus, nem induzido por Deus! Deusjamais obrigará alguém a pecar. Ele odeia, com todo o Seu Ser, o pecado! Eletambém não obriga as pessoas a rejeitarem o Evangelho, ou a rejeitarem SeuFilho, o Senhor Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aconteceque não é necessário que Deus faça alguma coisa para que alguém rejeite oEvangelho. Nós fazemos isso sem nenhuma ajuda externa! Para que rejeitemos oEvangelho, Deus não precisa fazer nada além de nos deixar sozinhos, deixar quefaçamos simplesmente aquilo que queremos fazer, aquilo que fazemos simplesmentepor ser como somos. Nada mais natural para uma pessoa que ama o pecado, queestá espiritualmente morta e que encontra-se em inimizade contra Deus, do querejeitar o Filho de Deus. Foi exatamente isso o que os homens fizeram quandoEle veio! É exatamente isso o que todos nós fizemos, porque afinal de contasaquilo que as pessoas fisicamente presentes naquele momento da História fizeram– Judas Iscariotes, os líderes religiosos, a multidão que gritou:“Crucifica-o!”, Pôncio Pilatos, os soldados, etc – o fizeram pessoalmente, mastambém representando toda a raça humana, “em nome de todos”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Equando o Dia final chegar, todos os verdadeiros crentes em Cristo dirão:“Senhor, todo o mérito da nossa salvação pertence a Ti”. E os descrentes dirão:“Senhor, toda a culpa pela nossa condenação pertence a nós mesmos”. Ninguémdirá naquele Dia: “Mas, Senhor, tu me obrigaste a ser pecador, me obrigaste arejeitar a salvação!”. Não, tal como disse o Apóstolo Paulo, ao falar do JuízoFinal e definitivo, então todos se calarão e estarão sujeitos ao juízo de Deus(cf. Rm 3.19).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Livres para mudar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Assimcomo o homem é livre para crer, também é livre para deixar de crer”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aideia de que é possível perder a salvação está sendo cada vez mais rejeitadapelos cristãos. Não obstante, ainda há muitos que acreditam nela, e, em certosentido, trata-se de uma ideia lógica quando se acredita que a liberdade humanaé absoluta. Se a decisão de aceitar o convite à salvação, ou de rejeitá-lo,depende em última instância da vontade livre de cada pessoa, então parecerialógico chegar à conclusão de que é possível mudar de ideia e rejeitar asalvação. Ou será que, paradoxalmente, a decisão de crer em Cristo para a salvaçãomarca o fim da liberdade espiritual humana? Se hoje sou livre para decidirseguir a Cristo, não serei livre também amanhã, para deixar de segui-Lo? Somoslivres para entrar, mas não livres para sair?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aideia de que é possível perder a salvação tem, pelo menos, uma aparência debase bíblica. Há na Bíblia exemplos de pessoas que parecem deixar de serverdadeiros crentes: o rei Saul; alguns diriam que o rei Salomão; JudasIscariotes; Demas (um dos companheiros do Apóstolo Paulo); etc. E o que Pauloquis dizer quando escreveu: “Mas esmurro o meu corpo (...) para que (...) eumesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9.27)? E Apocalipse 3.5 parece implicar apossibilidade de que o nome de alguém seja “apagado” do livro da vida. Mas semdúvida as passagens bíblicas mais usadas por aqueles que creem na perda dasalvação são aquelas que tratam da apostasia, como Hb 6.4-6; 10.26ss; 2Pe2.20-22; etc. O que se pode dizer diante disso? Os verdadeiros crentes sãolivres para abandonar o Reino de Deus?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quandoatinamos com a verdade ensinada em toda a Palavra de Deus, de que a salvaçãonão é uma mera decisão humana, mas sim uma obra de Deus, percebemos também quetudo aquilo que Deus faz, o faz bem e o conclui. Isso é precisamente o queensina o Apóstolo Paulo em Fp 1.6: “Estou convencido de que aquele que começouboa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus”. Quanto aos casoscitados no parágrafo anterior, em nenhum deles é necessário recorrer à ideia daperda da salvação. Se o rei Saul morreu apóstata, é porque nunca foi umverdadeiro filho de Deus. Se Salomão foi um verdadeiro crente, também o foi emseus piores momentos. E não há nenhuma boa razão para pensar que JudasIscariotes, “aquele que estava destinado à perdição” (Jo 17.12), alguma veztenha sido um verdadeiro crente, ainda que durante mais de três anos pudesseparecer ser como qualquer outro dos doze Apóstolos. Judas não mudou no final:somente demonstrou ser o que sempre havia sido. Demas é um caso mais difícil:como vamos concluir com certeza alguma coisa a respeito de alguém que émencionado somente em três breves versículos da Bíblia? Por outro lado, alguémcujo “epitáfio” diz: “Demas, amando este mundo, abandonou-me” (2Tm 4.10) parececheirar mais a apostasia do que a qualquer outra coisa!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quantoa 1Co 9.27, esse aparente temor do Apóstolo Paulo de que ele mesmo pudesse ser“reprovado”, as possíveis interpretações podem ser resumidas em três: 1) OApóstolo acreditava de verdade que poderia perder sua salvação; 2) O que eletemia era somente que pudesse perder sua recompensa, seu galardão, e salvar-se“como alguém que escapa através do fogo” (veja 1Co 3.10-15); e 3) Paulo falahipoteticamente, como se pudesse revelar-se um apóstata (não no sentido deperder sua salvação, mas no sentido de nunca ter sido um crente de verdade).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dessastrês interpretações a mais convincente, ao menos para mim, é a terceira, pelasseguintes razões: 1) A primeira interpretação seria uma contradição não somentedo ensino bíblico como um todo, mas também da insistência do próprio Paulo emtodos os seus escritos, a respeito da segurança da salvação (Rm 8.28-39; 2Co5.1-8; Fp 1.6,21-24; 2Tm 1.12; 4.8,18; etc). 2) É difícil entender como o medode ser “reprovado” possa significar somente o medo de perder seu galardão. 3) Háoutros textos nos quais Paulo parece falar de modo hipotético de sua própriapossível perdição (Rm 9.3; 2Co 13.7; etc). 4) A palavra grega para “reprovado”,&lt;i&gt;adokimos&lt;/i&gt;, aparece oito vezes no NovoTestamento, e seu significado é exatamente esse, &lt;i&gt;desqualificado&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;rejeitado&lt;/i&gt;,&lt;i&gt;recusado&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;indigno&lt;/i&gt; [1] (At 6.8; Rm 1.28; 1Co 9.27; 2Co 13.5,6,7; 2Tm 3.8; Tt1.16). É uma palavra reservada para os apóstatas e demais não crentes, umapalavra jamais utilizada para descrever os salvos em Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nãodeveria nos surpreender o fato de que o Apóstolo Paulo pudesse contemplar aterrível possibilidade de que ele mesmo pudesse ser um reprovado. Considerarisso não era outra coisa do que tomar ele próprio do “remédio” que receitavapara os outros crentes: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se asi mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser que tenhamsido [2] reprovados!” (2Co 13.5). Paulo era consciente de que outro Apóstolo,antes dele, havia se revelado, finalmente, um apóstata. O auto-exame e aconsciência da gravidade dos muitos problemas espirituais aos quais todo crenteestá exposto não são contraditórios ao fato de que a Bíblia ensina que asalvação não se perde.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Àigreja de Sardes, o Senhor Jesus disse: “O vencedor será igualmente vestido debranco. Jamais apagarei o seu nome do livro da vida, mas o reconhecerei diantedo meu Pai e dos seus anjos” (Ap 3.5). Pode parecer que uma das implicaçõesdessa frase é que o Senhor apagará, sim, do livro da vida, os nomes dos nãovencedores. No entanto, essa seria uma leitura superficial do texto, conformeas seguintes considerações: 1) Se a Palavra de Deus ensina que a salvação nãose perde, Ap 3.5 não pode ensinar o contrário, porque a Bíblia não secontradiz. Uma das normas da correta interpretação das Escrituras é que aspassagens difíceis devem ser interpretadas à luz de passagens mais claras efáceis. 2) A frase que o Senhor utiliza em Ap 3.5 é uma frase metafórica naqual a ideia de apagar um nome do livro da vida é utilizada para transmitir a ideiada perdição daquelas pessoas que não são verdadeiramente crentes. Há outrosexemplos desse uso metafórico, entre eles Ex 32.32,33: “Mas agora, eu te rogo,perdoa-lhes o pecado; se não, risca-me do teu livro que escreveste. Respondeu oSENHOR a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim”. Nestecontexto é claro que a ideia de riscar alguém de um livro é uma forma deexpressar a rejeição, sem nenhuma necessidade de que isso implique rejeitar econdenar alguém antes aceito e salvo. 3) Afinal de contas, Ap 3.5 não diz que oSenhor vai apagar do livro da vida o nome de quem quer que seja. O que o Senhordiz, simplesmente, é que &lt;i&gt;não vai&lt;/i&gt;apagar do livro da vida o nome do vencedor, isto é, daquele que demonstre sercrente até o fim. Parece um procedimento, no mínimo, duvidoso embasar umadoutrina que contradiz a revelação divina, simplesmente devido a uma supostainterpretação de um versículo do Apocalipse!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então,o que é “apostasia”? Com essa pergunta voltamos às passagens bíblicasutilizadas pelos que defendem a perda da salvação, como Hb 6.4-6; 10.26ss; 2Pe2.20-22; etc. Uma leitura superficial de Hb 6.4-6, por exemplo, poderia levaralguém à conclusão de que ali está sendo ensinada a perda da salvação.Menciona-se aqueles que “uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial,[e] tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade dapalavra de Deus e os poderes da era que há de vir”... tudo isso parece ser umadescrição dos verdadeiros crentes. No entanto, tais palavras poderiam muito bemser um resumo da biografia de Judas Iscariotes! Foi escolhido, junto com osoutros onze, dentre todos os discípulos de Jesus, para ser um Apóstolo [3].Esteve três anos e meio vivendo com o Senhor e com seu círculo íntimo deseguidores. Foi testemunha da vida perfeita e sem pecado do Filho de Deus. Nãosomente viu os milagres de Jesus, mas participou de alguns deles, curandoenfermos e expulsando demônios! Que privilégio! Mas tudo isso serviu apenaspara aumentar sua condenação. Sim, Judas Iscariotes é o exemplo supremo daapostasia descrita em Hb 6.4-6; 10.26ss; 2Pe 2.20-22; etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eisso sem mencionar Hb 6.7,8. Quantas vezes os que defendem a perda da salvaçãose esquecem de versículos como esses! A ilustração da apostasia que nos dá o autorde Hebreus deveria ser o último prego no caixão da teoria da perda da salvação.O apóstata, diz o autor, é como a terra que, depois de ser abençoada com chuvaem abundância, somente produz espinhos e ervas daninhas. Por acaso essa terrarepresenta o crente em Cristo Jesus?! É evidente que não. Representa, sim, ocristão aparente, que, apesar de sua profissão de fé, não apresenta nenhumaevidência de conversão. “Pelos seus frutos vocês os reconhecerão” (Mt 7.20).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Creioque uma das principais razões pelas quais alguns creem que na perda da salvaçãoé devido ao conceito pobre e superficial que essas pessoas têm a respeito daconversão. Se aceitam qualquer “movimento para o Evangelho” como sinalinfalível de uma conversão, não é estranho que caiam num dilema. Porque se apessoa em questão volta e se afasta do Evangelho, o que pensar? Que ela perdeusua salvação? Que continua sendo cristã? Ou que nunca se converteu? Claro queuma confissão de fé aparentemente sincera deve ser motivo de alegria, porém éuma atitude sábia “dar tempo ao tempo” e esperar pelos frutos que demonstram averdadeira conversão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Devemoster em mente que quem salva é Deus, e aqueles que são salvos por Deus sãotambém guardados por Deus. Jesus Cristo disse: “As minhas ovelhas ouvem a minhavoz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamaisperecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu Pai, que as deu paramim, é maior do que todos; ninguém as pode arrancar da mão de meu Pai”. Édifícil imaginar uma declaração mais contundente a respeito da segurança dasalvação!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sea salvação dependesse, em última instância, de nós mesmos, não somente poderiaser perdida – nem ao menos poderia ser obtida! Mas como depende de Deus – doDeus soberano cujos propósitos são infalíveis, do Deus Todo-Poderoso que podefazer tudo o que deseja, do Deus que sempre conclui aquilo que começa – nenhumadas verdadeiras “ovelhas” do Senhor poderá perder-se! Bendita segurança!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;O CARÁTER DE DEUS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Conhecimento de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Deusescolheu aquelas pessoas que Ele sabia que iriam crer”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Comesse argumento muitos crentes tentam conciliar dois ensinos bíblicosaparentemente irreconciliáveis: 1) Que “Deus não trata as pessoas comparcialidade” (At 10.34); e 2) que Deus, antes da fundação do mundo,predestinou uma parte dos seres humanos para a salvação (Rm 8.28-30; Ef 1.3-5;etc). A “solução” oferecida por esse argumento é o conhecimento prévio de Deus.Deus é onisciente: sabe todas as coisas. Portanto, Deus sabia quem haveria decrer em Seu Filho, e a esses que Ele sabia que haveriam de crer, Elepredestinou e escolheu para a salvação, não com parcialidade, mas simplesmenteutilizando o conhecimento que Ele tinha de antemão das decisões e açõeshumanas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essaexplicação parece razoável e aparenta ter uma base bíblica. Em Rm 8.29, oApóstolo Paulo diz a respeito de Deus, que “aqueles que de antemão &lt;i&gt;conheceu&lt;/i&gt;, também os predestinou...”. Eoutro Apóstolo, Pedro, descreve os crentes como “escolhidos de acordo com o &lt;i&gt;pré-conhecimento&lt;/i&gt; de Deus Pai” (1Pe 1.2).E, aplicando essa mesma ideia ao caso daqueles que não creem e se perdem, oApóstolo João nos diz que “Jesus &lt;i&gt;sabiadesde o princípio&lt;/i&gt; quais deles não creriam e quem o iria trair” (Jo 6.64).Tudo isso parece apoiar a ideia de que a base da eleição divina para a salvaçãofoi o seu conhecimento prévio. Mas será mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ninguémque crê na Bíblia pode questionar o fato do conhecimento prévio de Deus. Deussempre soube de todas as coisas. Ele é onisciente. Claro que Ele sabia “desde aeternidade passada” quem, ao longo do tempo, iria ouvir a Palavra e crer em SeuFilho. Mas a questão é se esse conhecimento prévio de Deus foi a base, o fatordeterminante, em sua eleição de alguns (não de todos) para a salvação. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;EmRm 8.29 há pelo menos duas razões para rejeitar a teoria que estamosconsiderando: 1) Trata-se da palavra &lt;i&gt;conhecer&lt;/i&gt;,não “saber”. 2) Não se trata de &lt;i&gt;fatos&lt;/i&gt;que Deus sabe de antemão (como, por exemplo, quem iria crer em Cristo), mas simde &lt;i&gt;pessoas&lt;/i&gt; que Deus conhece deantemão. O que o Apóstolo Paulo está dizendo aqui é que, de todos os sereshumanos de todos os tempos, havia alguns (e sabemos que são tantos que ninguémpode contá-los, de acordo com Ap 7.9) a quem Deus, desde a eternidade, conheciae amava de um modo especial. Obviamente, em outro sentido, Deus conhecia, desdea eternidade, todas as pessoas, e não somente algumas. Mas é evidente que Paulose refere a uma parte dos seres humanos, não a todos: aos que “de antemãoconheceu”. É conhecimento de &lt;i&gt;relação&lt;/i&gt;,não de informação. Deus, diz o Apóstolo, “predestinou”, “chamou”, “justificou”e “glorificou” (Rm 8.29,30) aquelas pessoas sobre quem Ele já (desde aeternidade) havia posto esse Seu amor especial: aos que “de antemão conheceu”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Àprimeira vista, as palavras do Apóstolo Pedro: “escolhidos de acordo com opré-conhecimento de Deus” (1Pe 1.2) parecem tão claras e contundentes quepoderiam ser o lema daqueles que defendem a ideia que estamos considerandoaqui. Mas a palavra-chave aqui, “presciência” (ou “pré-conhecimento” na NovaVersão Internacional), traduz uma palavra grega cuja raiz é a palavra“conheceu” em Rm 8.29. Ou seja, novamente a Palavra está falando não de &lt;i&gt;coisas&lt;/i&gt; que Deus &lt;i&gt;sabia&lt;/i&gt;, mas de &lt;i&gt;pessoas&lt;/i&gt; queDeus &lt;i&gt;conhecia&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;EJo 6.64? (“Pois Jesus sabia desde o princípio quais deles não criam e quem oiria trair”). Aqui o “saber” em questão é realmente o “saber” de informação, enão o “conhecer” de relação. Mas o que chama a atenção nesse texto éprecisamente o fato de que o Senhor tenha escolhido aqueles que escolheu &lt;i&gt;apesar do que Ele sabia!&lt;/i&gt; O Senhorescolheu como um dos Seus doze seguidores mais íntimos alguém que Ele “sabiadesde o princípio” que iria trai-Lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Afinalde contas, dizer que Deus escolheu para a salvação aqueles que Ele sabia quecreriam é fazer da fé algo totalmente independente da obra de Deus, e o fatordeterminante na salvação, quando toda a Bíblia enfatiza constantemente que &lt;i&gt;a salvação é obra de Deus, e a fé é oefeito, não a causa, dessa obra&lt;/i&gt;. Deus decidiu salvar alguns sem quehouvesse nada nessas pessoas que pudesse inclinar a decisão divina a seu favor,nem mesmo uma fé prevista. Ele enviou Seu Filho ao mundo para concretizar asalvação quando nos via não como crentes em potencial, mas como inimigos. Elogo enviou o Espírito Santo aos nossos corações impotentes e mortos para nosvivificar, a fim de que pudéssemos crer e ser salvos. E quando estivermos noCéu, jamais cogitaremos cantar sobre como nossa fé, prevista por Deus desde aeternidade passada, foi o fator decisivo em nossa salvação! Ao invés disso,cantaremos de como Deus, não por nada positivo que tenha visto em nós, mas porpura e soberana graça, decidiu nos salvar – e nos salvou! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;A justiça de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Se apredestinação é verdadeira, Deus não é justo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Se Deus “nãotrata as pessoas com parcialidade” (At 10.34), isto é, se não há em Deus nenhumtipo de discriminação, como podemos crer que Ele, desde a eternidade,predestinou alguns para a salvação, e os demais para a condenação? Não parecejusto, não é mesmo? Parece um caso claro de discriminação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas o que aBíblia está dizendo quando afirma que Deus não trata as pessoas comparcialidade? Evidentemente não está dizendo que Deus trata da mesma formatodas as pessoas, em todos os sentidos, já que nesse caso Deus deveria dar atodos os seres humanos exatamente os mesmos anos de vida, as mesmasoportunidades em tudo, as mesmas alegrias, os mesmos sofrimentos, os mesmosdons e talentos, a mesma inteligência e capacidade, etc, etc. Além disso, amaioria dos pais que têm mais de um filho normalmente não tratam seus filhos comose fossem exatamente iguais, antes, levam em consideração as diferentescaracterísticas, necessidades e circunstâncias de vida de cada um. E isso éabsolutamente normal! Portanto, para começar, devemos esclarecer que “nãotratar as pessoas com parcialidade” não é sinônimo de tratar a todos de modoexatamente igual.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quando aBíblia afirma que Deus não trata as pessoas com parcialidade, quer dizer queDeus não salva alguém por alguma característica própria da pessoa que a façadiferente dos demais. Por exemplo, Deus não salva alguém por ser negro oubranco, rico ou pobre, doutor ou analfabeto. Se o fizesse, isso sim seriadiscriminação! Seria favorecer alguns, prejudicando outros, sobre a base dealguma característica pessoal que atraísse o interesse de Deus. E é exatamenteassim que Deus &lt;i&gt;não age&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Esclarecidoesse fato, vamos ao cerne da questão: como Deus escolheu aqueles que iriasalvar? O fez sem levar em consideração o fato da Queda e do pecado, ou levouem consideração esse fato? Essa pode parecer uma pergunta mais teológica do queprática, mas nada mais longe da verdade pensar desse modo. A verdadeirateologia, quando bem compreendida, sempre é prática (algo que os teólogosliberais e seus imitadores esqueceram totalmente). Se Deus tivesse escolhido paraa salvação um certo número de pessoas, sem mais nem menos, nos pareceriainjusto. Mas, em meu entender, Deus não fez isso. O que Ele fez foi contemplardesde a perspectiva de Sua onisciência a humanidade arruinada pela Queda, e,por pura misericórdia, decidiu colocar em marcha um plano de salvação. Aspessoas que escolheu, as escolheu dentre a massa de pecadores caídos eperdidos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em outraspalavras, Deus não fez a “seleção” dentre pessoas moral e espiritualmente“neutras”, mas sim dentre pecadores culpados. A lógica bíblica exige estaconclusão, porque a palavra “salvar” implica um estado de perdição do qual sejapreciso salvar. Quando Deus predestinou aos que iria salvar, estava pensando naraça humana como &lt;i&gt;perdida&lt;/i&gt;, não em suacondição original de santidade perfeita, porque, neste caso, que sentido teriapreparar um plano de “salvação”?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Deus não tinha&lt;i&gt;obrigação&lt;/i&gt; de salvar quem quer queseja. E isso pelo menos por duas razões: em primeiro lugar, porque o Criador élivre para fazer o que bem entender com aquilo que Ele criou; e em segundolugar, porque a Queda desqualificou totalmente a humanidade. Deus não obrigou ohomem a pecar; ao contrário, deu instruções claras ao homem para que ele nãopecasse. Os únicos culpados da Queda foram Satanás e o primeiro casal humano,Adão e Eva. Então, quando Deus, o Juiz justo, desde a Sua perspectivaonisciente na “eternidade passada”, viu o homem caído e pecador, Sua única“obrigação”, longe de ter misericórdia e perdoar, era ser coerente com Suaprópria santidade e justiça e punir o pecado. E se tivesse decidido, em vez decolocar em marcha o plano da salvação, deixar que as exigências de Sua justiçaseguissem seu curso, ninguém seria salvo, e Deus continuaria sendoperfeitamente justo. Mas Ele não fez isso. As Pessoas da Trindade fizeram umpacto, pelo qual o Pai enviaria o Filho e o Filho viria para salvar um númeroincontável de seres humanos da condenação que eles mesmos, assim como osdemais, certamente mereciam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas aquivoltamos à dificuldade que pretendemos superar: se essas pessoas escolhidasdentre a massa da humanidade caída mereciam a mesma condenação de todos osnão-escolhidos, por acaso não foi injusto da parte de Deus escolher somenteelas, e não a todo o mundo? A melhor resposta que podemos dar a essa pergunta éa mesma do Apóstolo Paulo: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“E então, quediremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés:‘Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão dequem eu quiser ter compaixao’. Portanto, isso não depende do desejo ou doesforço humano, mas da misericórdia de Deus. Pois a Escritura diz ao faraó: ‘Euo levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, para queo meu nome seja proclamado em toda a terra’. Portanto, Deus tem misericórdia dequem ele quer, e endurece a quem ele quer. Mas algum de vocês me dirá: ‘Então,por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?’. Mas quem évocê, ó homem, para questionar a Deus? ‘Acaso aquilo que é formado pode dizerao que o formou: Por que me fizeste assim?’ O oleiro não tem direito de fazerdo mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso? E se Deus,querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grandepaciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição? Que dizer, se elefez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de suamisericórdia, que preparou de antemão para glória, ou seja, a nós, a quemtambém chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Rm9.14-24).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O quesignifica isso? Que a razão pela qual Deus faz o que faz é para a Sua própriaglória, como resultado da manifestação de todos os Seus atributos – inclusive amisericórdia e a ira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O enfoqueantropocêntrico do pensamento dominante dos últimos séculos nos afetou mais doque imaginamos. Em consequência, muitos crentes não aceitam soluções eexplicações que recoloquem Deus no centro do cenário. Mas a verdade proclamadapela Bíblia é que nós não somos o centro dos planos de Deus, nem a nossafelicidade é o fim principal de Seus planos. Deus faz tudo o que faz para a Suaprópria glória. O centro dos planos de Deus é Deus. O fim principal dos planosde Deus é Deus. &lt;i&gt;Deus faz tudo para a Suaprópria glória&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Nós dizemosisso de vez em quando, mas aceitá-lo em todas as suas consequências éextremamente difícil para muitos, porque é tirar o homem do papel principal noroteiro da história do universo, e escrever o nome de Deus como protagonistaprincipal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mesmo que nãocompreendamos totalmente, a resposta para algumas das perguntas mais difíceisde todas: Por que Deus permitiu a existência do mal? Por que Ele permitiu aQueda? Por que não predestinou todos para a salvação? Por que existe um infernode castigo consciente e sem fim?; etc, é que Deus faz aquilo que mais glorificaa Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tudo o queDeus permitiu deu oportunidade para a manifestação mais clara de todos os Seusatributos. A cruz de Cristo é a solução de Deus para o problema do pecado, quese originou na Queda. Por acaso poderiam ser vistos com a mesma intensidadeaqueles atributos de Deus manifestados na cruz, se o pecado e a cruz nãotivessem existido?! Ou se existisse somente um Céu, mas não um inferno, Deuspoderia ser louvado pela Sua perfeita santidade, justiça, misericórdia e ira? Claroque mesmo nossas melhores respostas podem não ser totalmente satisfatórias,devido à complexidade de tais questões e às nossas mentes finitas, mas é nossodever como portadores da imagem e semelhança de Deus ir até onde possamos ir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Na profecia deEzequiel o Senhor se defende da acusação de Seu povo: “Contudo, os seuscompatriotas dizem: ‘O caminho do Senhor não é justo’. Mas é o caminho delesque não é justo” (Ez 33.17; cf. 18.21-29). Se há algo que nós, seres humanos,não somos os mais indicados para fazer, é questionar, ou mesmo negar, a justiçade Deus. Crer em Deus, ao menos no Deus da Bíblia, é crer em Sua justiça. Nãodeveriam nos surpreender os muitos relatos da injustiça dos “deuses” feitos àimagem e semelhança do homem. Mas dificilmente poderia haver maior contradiçãodo que um Deus (com D maiúscula) injusto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Será que somostão justos que podemos colocar nosso Criador no banco dos réus e julgá-Lo porsua suposta injustiça? A Bíblia ensina que Deus é justo, “tudo o que ele faz écerto, e todos os seus caminhos são justos” (Dn 4.37). Logo, se a Bíblia tambémensina que Ele predestinou alguns para a salvação, deixando os outros naperdição, essa predestinação deve ser justa, ainda que nos seja difícil oumesmo impossível de entender em toda a sua plenitude. Sem dúvida, é muitodifícil para nós entender alguns elementos da justiça de Deus, mas em vez deacusá-Lo de injustiça, deveríamos ter humildade suficiente para reconhecer 1)que o nosso senso de justiça está inevitavelmente distorcido pelo pecado, eportanto não estamos em condições de julgar a justiça de Deus; 2) que a justiçade Deus, assim como os demais atributos de Deus, é o objeto, não em primeirolugar de nossa razão, mas de nossa fé (cf. Hb 11.1); e 3) se Deus é justo, e seé justo em tudo o que faz, e se predestinou uma parte da humanidade para asalvação, então essa predestinação é justa, mesmo se não entendemos como podeser justa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;O amor de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Deus não amatodas as pessoas?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A maioria doscristãos não hesitaria em afirmar o amor de Deus por todas as pessoas sem exceção.Consideram isso como um dos principais pilares da fé cristã e do Evangelho deCristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;No entanto, aindaque pareça estranho para alguns, a resposta à pergunta se Deus ama a todas aspessoas ou não, seja qual for, não encerra o assunto nem soluciona todas asdificuldades. Porque, se dissermos que Deus ama a todas as pessoas, a Palavrade Deus deixa muito claro que Deus não ama a todos exatamente da mesma maneira:Ele ama o &lt;i&gt;Seu&lt;/i&gt; povo, a &lt;i&gt;Sua&lt;/i&gt; igreja, a &lt;i&gt;Seus&lt;/i&gt; filhos, aos verdadeiros crentes, com um &lt;i&gt;amor especial&lt;/i&gt;. Na declaração divina em Ml 1.2,3 (“Eu amei Jacó, masrejeitei Esaú”, que mais tarde o Apóstolo Paulo citaria em Rm 9.13), alguémpode tentar “diluir” a &lt;i&gt;rejeição&lt;/i&gt; (nohebraico, literalmente: &lt;i&gt;“odiei Esaú”&lt;/i&gt;),ou seja, o ódio de Deus contra Esaú, mas dificilmente alguém poderá interpretarMl 1.2,3 a ponto de afirmar que Deus amou a Jacó e a Esaú da mesma maneira!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;E quem podenegar que o mesmo tipo de distinção no coração de Deus é visto em toda aBíblia? Consideremos o caso dos israelitas no Egito: por acaso não é possívelperceber claramente a diferença fundamental entre o amor de Deus para com osisraelitas e por outro lado Sua atitude, Seus sentimentos, para com osegípcios? Qual a explicação para isso? “Pois vocês são um povo santo para oSENHOR, o seu Deus. O SENHOR, o seu Deus, os escolheu dentre todos os povos daface da terra para ser o seu povo, o seu tesouro pessoal. O SENHOR não seafeiçoou a vocês nem os escolheu por serem mais numerosos do que os outrospovos, pois vocês eram o menor de todos os povos. Mas foi porque o SENHOR osamou e por causa do juramento que fez aos seus antepassados. Por isso ele ostirou com mão poderosa e os redimiu da terra da escravidão, do poder do faraó,rei do Egito” (Dt 7.6-8). E esse amor especial pode ser rastreado e acompanhadoao longo dos séculos e dos livros do Antigo Testamento, apesar das contínuasrebeliões do povo de Israel contra o Senhor. E quando chegamos à era do NovoTestamento, com as extraordinárias mudanças espirituais causadas pela morte eressurreição de Cristo e pela vinda do Espírito Santo no dia de Pentecoste, permaneceusem mudança o fato essencial de que o Senhor tem um povo especial sobre a faceda terra. A partir do Novo Testamento, esse povo especial seria um povointernacional, não mais limitado a uma única nação. E nesta era do NovoTestamento, da qual fazemos parte, Deus continua amando de modo especial o Seupovo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quantas vezesouvimos, ou lemos, as palavras: “Deus odeia o pecado, mas ama o pecador”? Taispalavras parecem agradáveis, mas o fato é que todas as vezes em que a Palavrade Deus nos diz que Deus odeia, deteste ou aborrece, na maioria das vezes oobjeto do ódio divino não é o pecado, mas sim o pecador!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Podemos falarda “graça comum” e dizer que o Senhor é bom para com todos (Sl 145.9) e que“faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos”(Mt 5.45), e podemos chamar isso de “amor”, mas não podemos fugir do fatofundamental de que Deus reserva um “amor especial” para aqueles que pertencemao Seu povo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;A vontade de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Por acaso aBíblia não afirma que Deus quer que todo mundo seja salvo?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Sim, diz.Alguns dos textos mais claros a respeito são os seguintes: Ez 33.11: “Juro pelaminha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que não tenho prazer na morte dosímpios, antes tenho prazer em que eles se desviem de seus caminhos e vivam.Voltem! Voltem-se dos seus maus caminhos! Por que o seu povo haveria de morrer,ó nação de Israel?”; 1Tm 2.3,4: “Isso é bom e agradável perante Deus, nossoSalvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimentoda verdade”; e 2Pe 3.9: “O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, comojulgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguémpereça, mas que todos cheguem ao arrependimento”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas quando aBíblia fala do que Deus quer, ou da “vontade de Deus”, do que está falando? Naprática, muitos cristãos utilizam essa última expressão no sentido da “vontadede Deus para a minha vida”. Muitas livrarias cristãs estão cheias de livros quepretendem oferecer ajuda para descobrir a “vontade de Deus para a sua vida”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Essa forma depensar sobre a vontade de Deus está tão arraigada em muitos círculos cristãos queé considerada bíblica, sem maiores questionamentos. Mas será bíblica mesmo?Onde a Bíblia fala da vontade de Deus dessa forma? O fato é que a Bíblia falada vontade de Deus, ou do que Deus quer, de duas maneiras muito diferentes. Otexto bíblico que melhor resume essas duas maneiras é Dt 29.29: “As coisasencobertas pertencem ao SENHOR, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nóse aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei”.Deus tem uma vontade “secreta” e uma vontade “revelada”. O que isso significa,e qual a diferença entre elas?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O termo &lt;i&gt;vontade revelada&lt;/i&gt; de Deus refere-se aomodo como Deus quer que vivamos. Ele revelou a Sua vontade para nossa condutacomo seres humanos. Temos um resumo dessa vontade nos Dez Mandamentos e umresumo desse resumo nas palavras do Senhor Jesus Cristo: “Ame o Senhor, o seuDeus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento ede todas as suas forças. (...) Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mc12.30,31). Mas, além desses resumos de como Deus quer que vivamos e noscomportemos, em todas as páginas da Bíblia encontramos exemplos (às vezes maisgerais e às vezes mais específicos) dessa vontade de Deus que Ele nos revelou.Em certo sentido, cada vez que nos encontramos com qualquer tipo de exortaçãoou ensino com implicações para nossa conduta – seja para nosso comportamentoexterior ou para nossas palavras ou para o nosso eu mais íntimo – estamosdiante da “vontade de Deus”, Sua vontade &lt;i&gt;revelada&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Então, a quese refere a vontade &lt;i&gt;secreta&lt;/i&gt; de Deus?Tal como o nome indica, trata-se de uma dimensão da vontade de Deus que Ele nãoquis dar a conhecer, pelo menos não em todos os detalhes. É o que costumamoschamar de “o plano de Deus”, “o propósito de Deus”. O verdadeiro Deus não é umrelojoeiro celestial que, segundo alguns filósofos e teólogos, depois de criaro relógio chamado universo e de dar-lhe corda, foi embora e o deixou para que apartir de então funcionasse sozinho. Não, o Deus que se revelou nas Escriturasé um Deus que tem um plano eterno, um plano que Ele colocou em marcha nacriação do universo e que vai realizando no tempo e no espaço por meio de Suaprovidência e de Sua obra de salvação, e que um dia consumará na grande cenafinal, quando a história mergulhar na eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quais são asprincipais diferenças entre essas duas “vontades” de Deus, ou melhor, entreessas &lt;i&gt;duas expressões da vontade única deDeus&lt;/i&gt;? Além do que já foi dito, a diferença mais importante é que a “vontaderevelada” de Deus tem a ver com o que Deus quer que nós façamos (ou que nãofaçamos), e sua “vontade secreta” tem a ver com o que Deus decidiu, desde aeternidade, o que Ele mesmo fará. E outra diferença importante é que a vontade“revelada” de Deus não é infalível, mas sua vontade “secreta”, sim. Porexemplo, um dos Dez Mandamentos diz: “Não matarás”, mas como qualquer um podever, esse mandamento – a expressão da vontade de Deus para o comportamento dohomem – é quebrado em grande escala, diariamente! Aquilo que Deus disse que nãoquer que seja feito, é feito constantemente; e o que Ele quer que façamos,muitas vezes deixamos de fazer. Sua vontade, nesse sentido, não é infalível,pois o homem não a cumpre. No entanto, a vontade “secreta” de Deus é sempreinfalível. Aquilo que Deus, desde a eternidade, decidiu que faria, Ele o faz. Édisso que tratam textos bíblicos como Is 46.10: “Desde o início faço conhecidoo fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito permaneceráem pé, e farei tudo o que me agrada”; Dn 4.35: “Todos os povos da terra sãocomo nada diante dele. Ele age como lhe agrada com os exércitos dos céus e comos habitantes da terra. Ninguém é capaz de resistir à sua mão ou dizer-lhe: Oque fizeste?”; Ef 1.11: “Nele fomos também escolhidos, tendo sido predestinadosconforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da suavontade”; apenas para citar três de muitos textos que poderíamos incluir. Essaspassagens não tratam daquilo que Deus quer que façamos, mas daquilo que Elemesmo, soberana e infalivelmente, decidiu fazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;É dessa“vontade secreta” de Deus que tratam passagens como Rm 9, onde, entre outrascoisas, Paulo fala da eleição soberana de Deus para com Israel, de Seu amorespecial para com Jacó, de Seu direito soberano de ter compaixão de quem Elequiser e dos “vasos de ira” e “vasos de misericórdia” preparados por Deus, eonde diz acerca da salvação: “Portanto, isso não depende do desejo ou doesforço humano, mas da misericórdia de Deus” (v. 16). E antecipando a objeçãocomum de que isso não parece justo, o Apóstolo responde: “Mas quem é você, óhomem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que oformou: ‘Por que me fizeste assim?’. O oleiro não tem direito de fazer do mesmobarro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?” (vv. 20,21).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Essa importantediferença entre os dois lados da vontade de Deus – o lado revelado e o ladosecreto – poderia ser resumida da seguinte maneira: Deus não &lt;i&gt;aprecia&lt;/i&gt; a perdição de ninguém, nem épara Ele, como Criador do homem e de cada ser humano em particular, um motivo dealegria a condenação de tantos seres humanos (portadores de Sua imagem esemelhança) à pena de eterna perdição, mediante a qual ficarão sujeitos à“separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder” (2Ts 1.9). Porém,aquilo que Ele não aprecia, o decretou na eternidade, com vistas a um objetivomaior. Portanto, ainda que seja um mistério para nós, o plano eterno de Deus(esse “propósito da sua vontade” do qual fala Paulo em Ef 1.11) inclui aperdição dos que se perderão, e assim será, porque esse plano de Deus, essamisteriosa vontade secreta de Deus, é infalível: nada nem ninguém pode deter aDeus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Aquilo quehoje pode nos parecer correndo em linhas paralelas (um lado revelado e um ladosecreto da vontade de Deus), algum dia o veremos em sua perfeita harmonia econvergência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;O propósito de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“A Bíblia dizclaramente que Cristo morreu por todos.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Para a maioriados cristãos a morte de Cristo &lt;i&gt;por todos &lt;/i&gt;éalgo tão evidente que sem isso dificilmente poderiam aceitar o Evangelho. Tantoé assim que uma das maneiras mais comuns de evangelizar é dizer ao descrente:“Deus te ama e Jesus morreu por você”. No entanto, talvez para surpresa dealguns, essas palavras tantas vezes repetidas não se encontram em nenhuma parteda Bíblia. E os Apóstolos certamente não evangelizavam dessa maneira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O que sim,encontra-se na Bíblia, é a frase: “um morreu por todos” (2Co 5.14,15). E háoutros textos bíblicos que parecem dar a entender a mesma coisa: “Estavachegando ao mundo a verdadeira luz, que ilumina todos os homens” (Jo 1.9). “PorqueDeus tanto amou o mundo...” (Jo 3.16). “...O Salvador de todos os homens,especialmente dos que creem” (1Tm 4.10). “Porque a graça de Deus se manifestousalvadora a todos os homens” (Tt 2.11). “...Jesus... pela graça de Deus, em favorde todos, experimentasse a morte” (Hb 2.9); etc. Incontáveis sermões forampregados afirmando, para a satisfação de muitos ouvintes, que “quando a Bíbliadiz ‘todos’, quer dizer ‘todos’!”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;À luz detantos textos aparentemente tão claros (e os citados acima são apenas uma partedos que existem), é possível manter como bíblica a doutrina de uma expiaçãofeita somente para aqueles que foram predestinados para a salvação?Consideremos os seguintes argumentos a respeito:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;A expiação no Antigo Testamento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Durante operíodo do Antigo Testamento, nunca houve nenhum indício de que os sacrifíciosde animais que eram oferecidos em Israel, sacrifícios que simbolizavam eantecipavam o perfeito sacrifício de Cristo, fizessem expiação por todos oshabitantes do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;A família de Eli&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Sabemos depelo menos um caso dentro de Israel do qual o Senhor disse (1Sm 3.14): “Porisso jurei à família de Eli: Jamais se fará propiciação pela culpa da famíliade Eli mediante sacrifício ou oferta”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;É verdade que “todos” significa “todos”?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Dizer quequando a Bíblia diz “todos” quer dizer “todos”, simplesmente não é verdade. Éprovável que na maioria dos textos bíblicos nos quais aparece a palavra“todos”, a interpretação de que refere-se a “todas as pessoas de todos ostempos” seja impossível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;E o mundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Essa frase temmuitos significados e matizes diferentes na Bíblia. Sem ir mais longe, nosescritos do Apóstolo João é frequente a ideia de “mundo” como aquilo que estáoposto a Deus e ao Seu povo: “Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes meodiou” (Jo 15.18), etc. E como poderíamos entender que o “Apóstolo do amor”pudesse escrever: “Não amem o mundo nem o que nele há” (1Jo 2.15), se nãoreconhecendo esses diferentes matizes e significados?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;João 3.16&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Esse texto,sem dúvida o mais conhecido de toda a Bíblia, é frequentemente citado como sefosse a última palavra sobre este assunto. Mas o que ele realmente ensina? Falada grandeza do amor de Deus, é claro, mas também fala de Seu &lt;i&gt;propósito&lt;/i&gt; ao enviar Seu Filho unigênito:não enviou Seu Filho para que &lt;i&gt;todo mundo&lt;/i&gt;tivesse vida eterna; mas O enviou para que &lt;i&gt;todoaquele que n’Ele crer&lt;/i&gt; não pereça, mas tenha a vida eterna. Isto é, opropósito de Deus foi a salvação de todos os crentes em Seu Filho. Dito deoutro modo: Por acaso Jo 3.16 ensina que Deus enviou Seu Filho unigênito paraque &lt;i&gt;aqueles que se recusam a crer n’Ele&lt;/i&gt;tenham vida eterna? Obviamente não ensina tal coisa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;Expiação universal ou manifestaçãouniversal?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Alguns dostextos citados não se referem ao propósito da expiação de Cristo, mas sim aocaráter público e o alcance universal de Sua &lt;i&gt;encarnação&lt;/i&gt;. Cristo, “a luz do mundo” (Jo 8.12), “ilumina a todohomem” (Jo 1.9), mas, tristemente, “os homens amaram mais as trevas do que aluz” (Jo 3.19). “Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos oshomens” (Tt 2.11), mas muitos desses homens (e mulheres) rejeitaram essamanifestação da graça de Deus, e portanto não serão salvos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;“Fogo amigo” teológico!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Às vezes osmesmos textos da Bíblia citados para “demonstrar” que Cristo morreu por todossem exceção voltam-se contra o próprio Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Um exemplodisso é 2Co 5.14, que diz que “um morreu por todos”. Mas o que a frase completadiz é: “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de queum morreu por todos; logo, todos morreram”. Mas em que sentido todos“morreram”? No contexto Paulo não está falando de morte física, mas da &lt;i&gt;morte para o domínio do pecado&lt;/i&gt; (comparecom Rm 6.1-14). Se insistimos em interpretar 2Co 5.14 no sentido em que Cristofez expiação por todos os seres humanos sem exceção, para sermos coerentesdeveremos dizer também que todos os seres humanos sem exceção morrem para odomínio do pecado!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ocorre algosemelhante quanto à frase difícil de Paulo em 1Tm 4.10: “Se trabalhamos elutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador detodos os homens, especialmente dos que creem”. Em que sentido o Senhor Jesus éSalvador dos que &lt;i&gt;não creem&lt;/i&gt;? Aquiparece mais correto reconhecer que há mais de um sentido no qual o Senhor salvae é Salvador: no livro de Juízes, por exemplo, Deus “salva” Seu povo váriasvezes; e em muitos salmos os salmistas atribuem a Deus sua salvação &lt;i&gt;física&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;militar&lt;/i&gt;, etc...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;Por quem o Senhor “provou a morte”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quanto a essaexpressão (Hb 2.9), seria bom continuar lendo: “Ao levar muitos filhos àglória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe,tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles” (v.10).Assim, Cristo deveria “levar muitos filhos à glória”, uma clara referência aoscrentes, os verdadeiros filhos de Deus. E Cristo é o “autor da salvação &lt;i&gt;deles&lt;/i&gt;”: desses filhos que deveria levarà glória. Esse era o propósito de nosso Senhor ao tornar-se homem e“experimentar a morte”: não meramente “tornar possível” a salvação de todos,mas &lt;i&gt;efetivamente salvar&lt;/i&gt; todos osverdadeiros filhos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;“A melhor defesa é o ataque.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Até aqui temosanalisado aqueles textos da Bíblia que &lt;i&gt;apriori&lt;/i&gt; aparentam defender uma expiação universal, e oferecemos umainterpretação natural, séria e honesta, que leva em consideração o contexto eque não cria mais problemas do que soluções. Mas o que diremos daqueles textosbíblicos que parecem definir explicitamente as pessoas que foram objeto daexpiação do Senhor? “Ele salvará &lt;i&gt;o seupovo&lt;/i&gt; dos seus pecados” (Mt 1.21, ênfase acrescentada). “O bom pastor dá asua vida &lt;i&gt;pelas ovelhas&lt;/i&gt;” (Jo 10.11,ênfase acrescentada). “Cristo amou &lt;i&gt;aigreja&lt;/i&gt; e entregou-se &lt;i&gt;por ela&lt;/i&gt;” (Ef5.25, ênfases acrescentadas). E muitas outras passagens.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;Cristo morreu para “tornar possível asalvação” ou para salvar de verdade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Este é o cerneda questão. Se Cristo morreu por todos sem exceção, e a Sua morte realmente fezexpiação pelo pecado, afastou a ira de Deus, fez reconciliação com Deus, etc,então a única conclusão lógica seria que todo o mundo foi salvo por Cristo e,portanto, ninguém irá ao inferno. (Foi esse pensamento que levou Karl Barth,ainda que de forma não totalmente decidida, a “flertar” com o universalismo).Portanto, a única maneira de conciliar uma expiação universal com a terrívelrealidade de um inferno “habitado” é dizer que Cristo, afinal de contas, nãosalvou ninguém, apenas “tornou possível” a salvação de todos. [Esse é oargumento tortuoso, irracional e repulsivo do arminianismo.] Pois, que sentidoteria afirmar que Cristo salvou mesmo aqueles que passarão a eternidade noinferno? Ou Cristo os salvou, ou não salvou. Se os salvou, é impossível quesejam lançados no inferno. Se vão para o inferno, é porque Cristo não ossalvou, e, portanto, sua morte não conseguiu obter coisa alguma: não fezexpiação pelos pecados, não afastou a ira de Deus, não reconciliou Deus com ohomem, etc. E isso significa que, para os pelagianos, semipelagianos earminianos, o fator determinante na salvação &lt;i&gt;não é o que Cristo fez, mas o que cada um faz&lt;/i&gt;. Mas é assim que aPalavra de Deus apresenta a salvação?? Onde está escrito que Cristo somente“tornou possível” a salvação de todos?? Não, o que a Bíblia diz é: “Pelas suasferidas fomos curados” (Is 53.5); “Ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt1.21); “Fomos reconciliados com ele mediante a morte de seu Filho” (Rm 5.10); “Elenos salvou” (Tt 3.5); “Porque, por meio de um único sacrifício, ele aperfeiçooupara sempre os que estão sendo santificados” (Hb 10.14); “Vocês foramredimidos... pelo precioso sangue de Cristo” (1Pe 1.18,19); etc. A Palavra deDeus insiste em falar da morte de Cristo como uma morte que realmente efetuou asalvação, não que meramente “a tornou possível”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;A sinceridade de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Se Deus jádeterminou quem irá salvar, seu convite ao Evangelho não é sincero.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O problemaaqui é fácil de resumir: se Deus predestinou, desde antes da criação do mundo,as pessoas que serão salvas, como pode oferecer a salvação de modoindiscriminado a todos? Oferecer a salvação a pessoas que Ele sabeperfeitamente que não serão salvas (porque Ele mesmo as predestinou para nãoserem salvas), não seria a mais cruel falta de sinceridade?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Como sóiacontecer no tocante aos aspectos mais profundos da vontade de Deus, tem havidoreações vigorosas nos dois extremos desse dilema. Há aqueles que chegaram àconclusão de que se Deus oferece a salvação para todos, não poderia terpredestinado aqueles que serão salvos. E, no outro extremo, há aqueles quechegaram à conclusão de que se Deus predestinou aqueles que serão salvos, nãopode oferecer a salvação a todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;No entanto, sea nossa maior autoridade nessas questões é a Palavra de Deus, dificilmentepoderemos negar o fato da predestinação e nem o fato da oferta universal desalvação. No tocante à primeira, já falamos sobre ela. E quanto à segunda, semir mais longe, a “grande comissão” parece ser bem universal! “Portanto, vão efaçam discípulos de todas as nações...” (Mt 28.19); “Vão pelo mundo todo epreguem o evangelho a todas as pessoas” (Mc 16.15). E vemos no livro de Atosprecisamente a obediência da igreja primitiva a essa comissão universal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Como podemosconciliar esses dois ensinos bíblicos (a predestinação e a oferta universal desalvação), sem precisar recorrer a um dos dois extremos mencionados acima?Creio que, mesmo reconhecendo as dificuldades aqui, podemos dizer algumascoisas a respeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;O fim e os meios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A pregaçãoindiscriminada do Evangelho é o principal meio que Deus escolheu para efetuar asalvação daqueles que Ele predestinou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;“Eleitos Anônimos”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O Senhor nãoquis revelar de antemão quem são os Seus eleitos. Eles não têm nenhuma etiquetaindicativa! A missão da Igreja não consiste em identificar os eleitos e logo aseguir pregar-lhes o Evangelho, mas sim em pregar o Evangelho “a todas as pessoas”e logo deixar que Deus faça o que desejar com essa pregação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Nesse contextoé relevante o que diz Is 55.11 sobre a Palavra de Deus: “Assim também ocorrecom a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará oque desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei”. Essas palavras sãocomumente citadas como se aquilo que o Senhor quer, e o propósito final peloqual Ele envia a Sua Palavra, é única e exclusivamente a salvação dos ouvintes.Mas é assim mesmo? Foi assim com a pregação de Isaías? O profeta foi fiel à suamissão, mas qual foi o fruto de seu longo ministério? “Quem creu em nossamensagem? E a quem foi revelado o braço do Senhor?” (Is 53.1). O Apóstolo Paulopode nos ajudar aqui: “Porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os queestão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte;para aqueles, fragrância de vida” (2Co 2.15,16). Salvar não é o único propósitode Deus para a Sua Palavra; também a utiliza para endurecer e para agravar aculpa “dos que estão perecendo” e selar a sua condenação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;“Deus não quer a morte do ímpio.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Como foi ditoantes, a “vontade de Deus” possui duas vertentes, e uma delas é a Sua vontade“moral”: aquilo que Ele deseja com respeito aos homens. Ele mesmo diz que nãodeseja a morte do ímpio (Ez 33.11), nem mesmo a morte daqueles ímpios que nuncaserão salvos. Foi por isso que o Filho de Deus chorou sobre Jerusalém (Lc19.41-44), ao pensar no terrível juízo justo que viria sobre seus habitantes.Sim, chorou inclusive pelo justo juízo que viria sobre os perdidos. E nessamesma atitude também desejou que a salvação fosse oferecida a todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;A graça comum&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O conhecimentodo Evangelho não é somente uma manifestação da graça especial de Deus atravésda qual salva as suas “ovelhas”; é também uma manifestação de Sua graça comumpara com todas as pessoas em geral. Como já vimos, o Senhor é bom para comtodos (Sl 145.9), e se é bom fazendo com que “o seu sol” brilhe “sobre justos einjustos” (Mt 5.45), não seria também fazendo chegar o seu Evangelho igualmentea todas as pessoas, ainda que muitas delas não se convertam? Por acaso oconhecimento do Evangelho não tem trazido grandes benefícios à Humanidade, alémde ter levado os eleitos de Deus à salvação?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;“Coisas encobertas”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“As coisasencobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nóse aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei”(Dt 29.29). A doutrina da predestinação tem a ver com essas coisas“encobertas”, no sentido em que refere-se ao que Deus faz, e não ao que nós,seres humanos, fazemos. Mas a pregação do Evangelho pertence às coisas“reveladas”, que “pertencem a nós”. Mesmo quando não entendemos o que Deus estáfazendo, devemos continuar fazendo aquilo que nos corresponde fazer comocriaturas racionais de Deus, e isso inclui pregar o Evangelho “a todas aspessoas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;Portanto...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Portanto, ofato de que o Senhor decidiu que o Evangelho seja oferecido a todo o mundo nãoreflete uma falta de sinceridade de Sua parte. A sinceridade é uma dasconsequências necessárias dos atributos de Deus em geral – Sua santidade,veracidade, fidelidade, imutabilidade, etc. Se Ele não fosse absolutamentesincero, não seria Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O propósitodeste capítulo foi analisar seriamente as objeções às Doutrinas da Graça daparte de muitos que afirmam crer na Bíblia, e responder a essas objeções.Agrupamos essas objeções em duas categorias pois nos pareceu que a maioriadelas tem a ver ou com a liberdade humana ou com o caráter de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;É comum osreformados serem acusados de impor seu “sistema teológico” sobre o texto daBíblia. Reconhecemos a realidade desse perigo não somente em nós, mas em todosos crentes, em toda igreja e denominação, pois ninguém está livre de um“sistema teológico” ou outro. Devemos ter muito cuidado para não forçar ainterpretação do texto sagrado para que o mesmo encaixe naquilo que já haviasido decidido que “deveria dizer”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Não obstante,todos os que cremos na autoria divina (além da humana) das Escrituras nosaproximamos da tarefa da interpretação da Bíblia conscientes do fato de queDeus não se contradiz, e que, portanto, se nós fazemos o texto bíblico entrarem contradição, é porque a nossa interpretação do mesmo está errada. E é nossodever diante d’Aquele que inspirou os escritores humanos dos livros bíblicos eque “expirou” Sua Palavra através deles, procurar onde está o nosso erro ecorrigi-lo. O fato de que há “mistérios” na revelação bíblica, e muitas coisasque desde a nossa perspectiva atual somente podemos conhecer “em parte” (veja1Co 13.9,12) não justifica que abandonemos a tarefa de chegar a um entendimentomais completo aqui e agora daquilo que o Senhor quis nos dar a conhecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A tese destecapítulo, e deste livro em sua totalidade, é que a “fé cristã histórica”, a féregistrada nas grandes confissões de fé históricas, com seu enfoqueteocêntrico, sua disposição de prostrar-se em submissão diante da vontade doDeus soberano e a sua insistência numa salvação verdadeiramente determinada porDeus Pai, verdadeiramente efetuada por Deus Filho e verdadeiramente aplicadapor Deus Espírito Santo, nos oferece, não uma série de “pontos doutrinais”, massim a chave para uma hermenêutica bíblica coerente, e uma visão grandiosa,global e verdadeira dos grandes temas da vida e da eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;NOTAS:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;[1].MOULTON, Harold K. &lt;b&gt;Léxico Grego Analítico&lt;/b&gt;. São Paulo: Cultura Cristã, 2007, p.9.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;[2].Ou: “A não ser que &lt;i&gt;se considerem&lt;/i&gt;reprovados!”. As duas traduções são possíveis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;[3].Veja Jo 6.70: &lt;i&gt;Então Jesus respondeu: “Nãofui eu que os escolhi, os Doze? Todavia, um de vocês é um diabo!”&lt;/i&gt;. E Jo6.64: &lt;i&gt;“Contudo, há alguns de vocês quenão creem”. Pois Jesus sabia desde o princípio quais deles não criam e quem oiria trair&lt;/i&gt;. Judas nunca foi salvo. E Jesus sabia disso “desde o princípio”.Lástima que os arminianos, pelagianos e semipelagianos não o admitam!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PUIGVERT, Pedro (org.). &lt;b&gt;Una Fe para el III Milenio: el Cristianismo histórico: lo que es y lo que implica&lt;/b&gt;. Moral de Calatrava (Ciudad Real): Peregrino, 2002, pp. 56-97.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-6663877625580893582?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/6663877625580893582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=6663877625580893582&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/6663877625580893582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/6663877625580893582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/09/uma-fe-biblica.html' title='UMA FÉ BÍBLICA'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-cmw1Q9FPmWI/Tmoxj4v1MFI/AAAAAAAAAK4/04e0x_a-rBM/s72-c/Uva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-9135790405169623403</id><published>2011-09-03T22:09:00.002-03:00</published><updated>2011-09-03T22:09:55.405-03:00</updated><title type='text'>DUAS CONFISSÕES BATISTAS REFORMADAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K7k5WsViuhA/TmLPrw5rodI/AAAAAAAAAK0/ejqHYRr2hYE/s1600/tulipas_paises_baixos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-K7k5WsViuhA/TmLPrw5rodI/AAAAAAAAAK0/ejqHYRr2hYE/s320/tulipas_paises_baixos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Por JOEL R. BEEKE.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Em meados dos anos 1640, havia em Londres pelo menos sete congregações batistas reformadas, todas de tradição puritana. Entre os principais líderes dessas igrejas, nos primeiros anos, estava John Spilsbury, William Kiffin e Samuel Richardson, os quais, posteriormente, escreveram o que seria conhecido como a Primeira Confissão de Fé Londrina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Devido ao seu compromisso com o batismo de crentes, os batistas calvinistas foram considerados anabatistas. Para corrigir a confusão, afastar outras acusações e demonstrar a sua solidariedade com os calvinistas em toda a Europa Ocidental, os batistas reformados publicaram uma declaração de fé em 1644. Ela foi lançada quando a Assembleia de Westminster estava reunida e às vésperas da publicação da Confissão de Fé de Westminster, de tendência presbiteriana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Primeira Confissão de Fé Londrina teve, pelo menos, duas tiragens no primeiro ano de publicação. Foi publicada de novo em uma edição levemente corrigida em 30 de novembro de 1646 (quatro dias depois que a Confissão de Westminster foi terminada, embora ainda não publicada). Duas outras edições apareceram no início dos anos 1650. Como mostrou o historiador Barrie R. White, essa confissão deu aos primeiros batistas calvinistas um senso claro e consciente de quem eles eram, o que procuravam realizar e como diferiam dos outros grupos puritanos. Também ajudou a convencer muitos de que os batistas reformados não eram culpados de heterodoxia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Por volta dos anos 1670, essa confissão não era mais publicada, e novos desafios surgiram, mais notavelmente o surgimento dos quacres, nos anos 1650, os quais defendiam a separação entre a Palavra escrita e o Espírito Santo. Além disso, um importante líder batista calvinista, Thomas Collier, havia abandonado a fé. De 1660 a 1688, a causa puritana lutou por sua existência, enquanto uma forma ressurgente de anglicanismo, com a ajuda do Estado, procurava erradicar os puritanos. Os batistas calvinistas queriam representar uma frente unida com os colegas puritanos, tais como os presbiterianos ingleses e os congregacionalistas, na época chamados de independentes, contra a perseguição feroz. Portanto, uma nova confissão foi lançada em 1677, com base na Confissão de Westminster e na Declaração de Savoy (1658), congregacional, que havia sido esboçada por John Owen e Thomas Goodwin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ainda que essa nova confissão batista tenha sido publicada anonimamente (seria conhecida como a Segunda Confissão Londrina e a mais influente de todas as confissões batistas), ela foi preparada, talvez, por dois pastores batistas de Londres, William Collins e Nehemiah Coxe. Collins estudara na França e na Itália e obtivera graduação em teologia na Inglaterra. Ele resistiu conformar-se à Igreja da Inglaterra e, em 1675, aceitou a chamada para pastorear a Petty France Baptist Church, em Londres. Coxe fora originalmente um membro da igreja de John Bunyan, em Bedford, havendo sido aprisionado com Bunyan por pregar o evangelho. Ele foi ordenado ao ministério na mesma reunião em que a igreja chamou Bunyan para ser seu pastor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Collins e Coxe usaram a Confissão de Westminster e a Declaração de Savoy para prepararem a Segunda Confissão Londrina. No entanto, eles não reproduziram essas confissões sem modificá-las. Como os pastores afirmaram no prefácio: "Algumas coisas, de fato, foram acrescentadas em alguns lugares; alguns termos, omitidos; e poucas coisas, modificadas". Essas mudanças foram em assuntos como batismo e governo da igreja, mas também em assuntos menos claros. Todavia, como observa Robert Oliver: "Essas diferenças não devem obscurecer a concordância predominante entre a Segunda Confissão Londrina e as confissões de Westminster e Savoy. A Confissão Batista pode ser reconhecida claramente como que pertencente ao segmento da teologia evangélica que fluiu de Westminster".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A confissão foi publicada novamente em 1689, no primeiro encontro nacional de batistas calvinistas, depois de terminada a perseguição e da ascensão do príncipe holandês William de Orange ao trono da Inglaterra. Por isso, ela é conhecida frequentemente como a Confissão [de Fé Batista] de 1689.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Essas confissões e catecismos dos primeiros dias do movimento calvinista proveram um legado magnífico de verdade doutrinária para aqueles que seguiram a tradição reformada. Hoje, elas ainda são ferramentas poderosas que as igrejas reformadas podem usar para instruir os crentes na fé, evangelizar e proteger a igreja contra os erros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=248"&gt;BEEKE, Joel R. &lt;b&gt;Vivendo para a glória de Deus: uma introdução à fé reformada&lt;/b&gt;. São José dos Campos: Fiel, 2010, pp. 47-49.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-9135790405169623403?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/9135790405169623403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=9135790405169623403&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/9135790405169623403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/9135790405169623403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/09/duas-confissoes-batistas-reformadas.html' title='DUAS CONFISSÕES BATISTAS REFORMADAS'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-K7k5WsViuhA/TmLPrw5rodI/AAAAAAAAAK0/ejqHYRr2hYE/s72-c/tulipas_paises_baixos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-3873122932580209879</id><published>2011-08-16T17:11:00.002-03:00</published><updated>2011-08-16T17:14:26.884-03:00</updated><title type='text'>UMA BREVE E SIMPLES DECLARAÇÃO DE FÉ REFORMADA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2CyBWhU5vJs/TkrPjlBjpeI/AAAAAAAAAKw/t3hNvT1UxV0/s1600/Benjamin%2BB%2BWarfield.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-2CyBWhU5vJs/TkrPjlBjpeI/AAAAAAAAAKw/t3hNvT1UxV0/s320/Benjamin%2BB%2BWarfield.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641549693375981026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Por BENJAMIN B. WARFIELD.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;1. Creio que meu único propósito, tanto na vida quanto na morte, deve ser glorificar a Deus e alegrar-me nEle para sempre; e que Deus me ensina como glorificá-Lo em Sua santa Palavra, a Bíblia, a qual Ele deu por inspiração infalível de Seu Espírito Santo, a fim de que eu certamente possa conhecer o que devo crer concernente a Ele e aos deveres que Ele requer de mim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;2. Creio que Deus é Espírito infinito, eterno e incomparável em tudo o que Ele é; um só Deus em três Pessoas; o Pai, o Filho e o Espírito Santo, meu Criador, meu Redentor e meu Santificador, em cujo poder e sabedoria, justiça, bondade e verdade eu posso descansar completamente a minha confiança.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;3. Creio que os céus e a terra, e tudo o que neles há, são a obra das mãos de Deus; e que tudo o que Ele criou é governado e dirigido por Ele, de tal maneira que todas as coisas cumpram o fim para o qual foram criadas, e eu que confio nEle não serei envergonhado, mas poderei descansar com segurança na proteção de Seu amor todo-poderoso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;4. Creio que Deus criou o homem à Sua imagem, em conhecimento, justiça e santidade, e entrou num pacto de vida com ele sob a única condição da obediência como dever do homem, de tal modo que por pecar deliberadamente contra Deus, esse homem entrou no estado de pecado e miséria, no qual nascemos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;5. Creio que, caído em Adão, meu primeiro pai, sou por natureza um filho da ira, sob a condenação de Deus, e estou corrompido de corpo e alma, inclinado ao mal e merecedor da morte eterna; e desse terrível estado não posso ser libertado exceto pela graça imerecida de Deus meu Salvador.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;6. Creio que Deus não deixou o mundo perecer em pecado, mas pelo Seu grande amor, desde toda a eternidade, por pura graça, escolheu para Si mesmo uma multidão que nenhum homem pode contar, para libertá-la de seu pecado e miséria, e a dela edificar novamente no mundo o Seu Reino de justiça; de cujo Reino eu posso ter certeza de fazer parte se confio em Cristo Senhor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;7. Creio que Deus redimiu Seu povo para Si mesmo através de Jesus Cristo nosso Senhor; quem, ainda que era e continua sendo o eterno Filho de Deus, no entanto nasceu de mulher, sob a Lei, para que pudesse redimir aos que estão sob a Lei: creio que Ele levou sobre Si a pena devida aos meus pecados, em Seu próprio corpo no madeiro, e cumpriu em Sua própria pessoa a obediência que eu devo à justiça de Deus, e agora me apresenta diante do Pai como Sua posse adquirida, para o louvor da glória de Sua graça para sempre; pelo que, renunciando a todo mérito meu, deposito toda a minha confiança somente no sangue e na justiça de Cristo Jesus, meu Redentor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;8. Creio que Jesus Cristo, meu Redentor, que morreu pelas minhas ofensas, foi ressuscitado para minha justificação e ascendeu ao Céu onde está assentado à destra do Pai Todo-Poderoso, e continuamente intercede pelo Seu povo; governando todo o universo como o Cabeça sobre todas as coisas para a Sua Igreja, de modo tal que não preciso temer nenhum mal e posso com certeza saber que nada pode me arrebatar de Suas mãos e nada pode me separar do Seu amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;9. Creio que a redenção obtida pelo Senhor Jesus Cristo é aplicada eficazmente em todo o Seu povo pelo Espírito Santo, que opera a fé em mim e desse modo me une a Cristo, renovando-me à imagem plena de Deus, e capacitando-me dia a dia para morrer para o pecado e viver para a justiça de Deus; e quando essa obra de graça for completada em mim, serei recebido na glória; e permanecendo nessa grande esperança devo lutar diariamente em busca da santidade no temor de Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;10.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Creio que Deus requer de mim, sob o Evangelho, que, com um verdadeiro senso de pecado e miséria e desejo fervoroso pela misericórdia de Cristo, eu me afaste com dor e ódio do pecado e receber e descansar somente em Jesus Cristo para a salvação; de tal modo que, estando assim unido a Ele, eu possa receber o perdão por todos os meus pecados e ser aceito como justo diante dos olhos de Deus somente pela justiça de Cristo que me é imputada, a qual recebo pela fé somente. Unicamente desse modo eu creio poder ser recebido no número dos filhos de Deus e ter os mesmos privilégios que eles têm.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;11. Creio que, tendo sido perdoado e aceito em nome de Cristo, se requer de mim que caminhe no Espírito que Ele comunicou a mim, e pelo qual o amor é derramado sobejamente em meu coração; cumprindo a obediência que devo a Cristo meu Rei, fielmente levando a cabo todos os deveres postos sobre mim pela santa Lei de Deus meu Pai Celestial. E sempre refletindo em mim a conduta e o exemplo perfeito estabelecido para mim por Jesus Cristo meu Senhor, que morreu por mim e me concedeu o Espírito Santo para que eu possa fazer as boas obras que Deus preparou de antemão para que eu andasse nelas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;12. Creio que Deus estabeleceu a Sua Igreja no mundo e a dotou com o ministério da Palavra e com as santas ordenanças do batismo e da Ceia do Senhor, bem como a Oração do Senhor, a fim de que por esses meios as riquezas de Sua graça no Evangelho sejam dadas a conhecer ao mundo. E, pela bênção de Cristo e a obra do Espírito nos que O recebem pela fé, os benefícios da redenção possam ser comunicados ao Seu povo; pelo que se requer de mim que participe desses meios de graça com diligência, preparação e oração, para que por meio deles eu possa ser instruído e fortalecido na fé, na santidade de vida e no amor; e que eu use meus melhores esforços para levar esse Evangelho e comunicar esses meios de graça para todo o mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;13. Creio que assim como Jesus Cristo veio uma vez em graça, assim também Ele virá uma segunda vez em glória, para julgar o mundo em justiça e distribuir a cada um a sua recompensa eterna. Creio que quando eu morrer em Cristo, minha alma será, na morte, feita perfeita em santidade e será levada para junto do Senhor. E quando Ele retornar em majestade, eu serei levantado em glória e tornado perfeitamente bem-aventurado no pleno gozo da presença de Deus por toda a eternidade. Encorajado por essa bendita esperança se requer de mim que voluntariamente participe dos sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus, na certeza de que se morro com Ele também viverei com Ele, se persevero, também reinarei com Ele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;E a Ele, meu Redentor,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Juntamente com o Pai&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;E o Espírito Santo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Três Pessoas, um Deus,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Seja a glória para sempre,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Pelos séculos dos séculos,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Amém e amém!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;b&gt;FONTE:&lt;/b&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;a href="http://www.reformedliterature.com/es/warfield-una-declaracion-breve-y-sencilla.php"&gt;http://www.reformedliterature.com/es/warfield-una-declaracion-breve-y-sencilla.php&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-3873122932580209879?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/3873122932580209879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=3873122932580209879&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/3873122932580209879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/3873122932580209879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/08/uma-breve-e-simples-declaracao-de-fe.html' title='UMA BREVE E SIMPLES DECLARAÇÃO DE FÉ REFORMADA'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2CyBWhU5vJs/TkrPjlBjpeI/AAAAAAAAAKw/t3hNvT1UxV0/s72-c/Benjamin%2BB%2BWarfield.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-5577454051078458981</id><published>2011-07-28T16:57:00.004-03:00</published><updated>2011-07-28T17:28:36.497-03:00</updated><title type='text'>JOHN STOTT, CAMPEÃO DO EVANGELHO DE CRISTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WkqRDgLagw4/TjHCldfjqxI/AAAAAAAAAKo/IXfnbleAiq4/s1600/John%2BStott%2B%2528photo%2Bby%2BJohn%2BYates%2529.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WkqRDgLagw4/TjHCldfjqxI/AAAAAAAAAKo/IXfnbleAiq4/s320/John%2BStott%2B%2528photo%2Bby%2BJohn%2BYates%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634498557645138706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Faleceu nesta quarta-feira, dia 27 de julho de 2011, às 03:15 (horário local), em Londres, Inglaterra, o Pr. John Stott. Ele tinha 90 anos de idade e a causa da morte, segundo &lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/john-stott-morreu-aos-90-anos-maiores-teologos-escritores-22755.html"&gt;informações&lt;/a&gt;, relaciona-se com sua idade avançada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;John Stott foi um campeão do Cristianismo do século XX. Ele foi um daqueles poucos homens excepcionais, levantados por Deus, para liderar a Igreja em épocas complicadas e turbulentas. Por meio de seu prolífico ministério e de seus escritos, o Dr. Stott manteve acesa a chama da fé cristã em meio às trevas da pós-modernidade. Ele soube como poucos contextualizar o Cristianismo com a sua época, sem recuar um centímetro sequer em suas convicções bíblicas. Com inteligência, carisma e sensibilidade, ele conseguiu alcançar os corações de seus leitores e transmitir de modo vivo e eficaz a mensagem de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;É com muita tristeza que recebi a notícia de sua morte. Mas também com a alegria de sabê-lo feliz, bem-aventurado, louvando e glorificando a Deus na presença maravilhosa do Senhor Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o londrino John Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Agnóstico até 1939, experimentou a conversão ao ouvir uma mensagem do Rev. Eric Nash. Estudou Línguas Modernas no &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Trinity College&lt;/i&gt; de Cambridge, onde destacou-se como primeiro aluno nas disciplinas de Francês e Teologia. Estudou para o ministério pastoral em Ridley Hall, Cambridge, onde obteve o Doutorado em Divindade. Mais tarde receberia vários títulos &lt;i&gt;honoris causa&lt;/i&gt; em universidades britânicas, americanas e canadenses. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, iniciando suas atividades na Igreja &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;All Souls&lt;/i&gt;, em Langham Place, Londres (&lt;a href="http://www.allsouls.org/"&gt;www.allsouls.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;). Lá continuou em suas funções pastorais até 1975, quando tornou-se pastor emérito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A partir do Congresso de Lausanne, em 1974, Stott começou a ganhar cada vez mais destaque no cenário internacional. Sua clara exposição das verdades bíblicas, bem como sua ênfase no “Evangelho Integral”, atraíram a atenção da Igreja em todo o mundo para uma dimensão maior da espiritualidade cristã, que implica na transformação da sociedade a partir da vivência dos princípios éticos ensinados na Bíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Em 1982 fundou o &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;London Institute for Contemporaty Christianity&lt;/i&gt;, do qual foi presidente e mais tarde presidente honorário. Escreveu cerca de 40 livros, dentre eles os imprescindíveis &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Ouça o Espírito, Ouça o Mundo&lt;/i&gt;; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A Cruz de Cristo&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Por que sou Cristão&lt;/i&gt;. Escreveu também um dos mais valiosos comentários sobre &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Romanos&lt;/i&gt;, que chegou a ser colocado lado a lado com os comentários de Lutero, Calvino e Karl Barth.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Timothy Dudley-Smith, autor de biografias, declara que “John Stott tem servido de modelo internacional para o ministério no centro de uma grande metrópole multicultural”. Cinco critérios foram fundamentais para estabelecer tal modelo: a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;prioridade da oração&lt;/i&gt;, a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;pregação expositiva&lt;/i&gt;, o &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;evangelismo regular&lt;/i&gt;, o &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;acompanhamento cuidadoso dos novos convertidos&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;e dos discípulos &lt;/i&gt;e a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;formação sistemática de auxiliares e novos líderes.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Logo após sua nomeação ainda como Pastor auxiliar, o Dr. Stott começou a incentivar os membros da &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;All Souls&lt;/i&gt; a frequentar um curso de treinamento semanal de evangelismo. Novos cultos foram iniciados, combinando evangelização paroquial regular com oração vespertina. Criou também cursos de discipulado para os novos convertidos e reuniões nas casas dos membros da igreja. &lt;i&gt;All Souls&lt;/i&gt; passou a celebrar cultos também na hora do almoço durante a semana, uma reunião de oração semanal e cultos mensais de oração para os enfermos. Foram estabelecidos, igualmente, cultos para as crianças e para a família. Um capelão foi nomeado para atender as lojas da &lt;i&gt;Oxford Street&lt;/i&gt;, e o &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;All Souls Club&lt;/i&gt; foi fundado para ser um centro comunitário cristão de atendimento aos desabrigados. O próprio John Stott, certa vez, disfarçou-se de desabrigado e dormiu na rua, para conhecer por experiência própria a situação daquelas pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A igreja &lt;i&gt;All Souls&lt;/i&gt; cresceu rapidamente durante as décadas de 1950 e 1960. O Dr. Stott recusou, em muitas oportunidades, convites para subir na hierarquia anglicana, e optou por permanecer como pastor na mesma igreja durante todo o seu longo e frutífero ministério. Seu papel como pastor sábio, a oração incessante e seu cuidado pastoral, aliados a uma capacidade incrível de se lembrar de nomes e circunstâncias, foi para muitos de seus paroquianos a sua contribuição mais significativa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ele contribuiu também para mudar muitos conceitos há muito arraigados na liderança anglicana. Quando iniciou seu ministério, os “evangelicais” tinham pouca influência na Igreja. Porém, através de iniciativas pessoais de Stott, como a Sociedade Eclética, ele ajudou jovens pastores da ala evangelical. De 23 pessoas em sua fundação, a Sociedade cresceu para mais de mil membros em meados dos anos 1960. Além desse movimento o Dr. Stott participou de muitas outras iniciativas, sobretudo nos dois Congressos Nacionais Evangélicos Anglicanos de 1967 e 1977, os quais foram presididos por ele. Foi também presidente do Conselho Evangélico da Igreja da Inglaterra (&lt;a href="http://www.ceec.info/"&gt;www.ceec.info&lt;/a&gt;) de 1967 a 1984 e presidente de duas influentes organizações cristãs, a União Escriturística Britânica (&lt;a href="http://www.scriptureunion.org.uk/"&gt;www.scriptureunion.org.uk&lt;/a&gt;) de 1965 a 1974 e da Aliança Evangélica Britânica (&lt;a href="http://www.eauk.org/"&gt;www.eauk.org&lt;/a&gt;) de 1973 a 1974. Stott combinou seu compromisso de evangelização e promoção de futuros líderes cristãos, envolvendo-se nas Universidades e Faculdades da &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Christian Fellowship&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.uccf.org.uk/"&gt;www.uccf.org.uk&lt;/a&gt;), onde foi presidente quatro vezes entre 1961 e 1982. Ele também atuou como Capelão da Rainha da Inglaterra de 1959 a 1991 e recebeu a rara honra de ser nomeado Capelão Extraordinário da Coroa Britânica em 1991.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;John Stott lamentou muitas vezes a tendência ao anti-intelectualismo em muitos cristãos. Ele sempre salientou a necessidade, em suas palavras, de “relacionar a Palavra antiga com o mundo moderno”. Foi essa convicção que o levou à fundação do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;London Institute for Contemporary Christianity&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.licc.org.uk/"&gt;www.licc.org.uk&lt;/a&gt;) em 1982, para “oferecer cursos nas inter-relações entre a fé, a vida e a missão do pensamento cristão”. Serviu como seu primeiro diretor e depois como presidente a partir de 1986.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“As palavras-chave em meu pensamento”, disse John Stott, “são &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;integração&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;participação&lt;/i&gt;. Há uma tendência entre nós para excluir certas áreas de nossa vida do senhorio de Jesus, seja a vida empresarial, seja nosso trabalho, seja nossa persuasão política. Integrar todas as áreas da vida na cosmovisão cristã é fundamental na visão do Instituto. A segunda é a participação ativa no mundo ‘secular’ pelos cristãos integrados, cujo evangelho será um evangelho mais integrado”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;David Edwards declarou que John Stott, ao lado de William Temple, encontra-se entre “os mais influentes clérigos da Igreja da Inglaterra” durante o século XX. Alister McGrath tem sugerido que o crescimento do evangelicalismo inglês no pós-guerra pode ser atribuído mais a John Stott do que a qualquer outra pessoa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Desde 1970 a nomeação de Michael Baughen como Pastor titular da &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;All Souls&lt;/i&gt; permitiu que John Stott viajasse mais assiduamente. Desde então, ele foi capaz de gastar cerca de três meses por ano palestrando no exterior. Viajou regularmente aos Estados Unidos, e sua proeminência no evangelicalismo americano se refletiu em seu papel como expositor da Bíblia em convenções organizadas pela &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;InterVarsity Christian Fellowship&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.intervarsity.org/"&gt;www.intervarsity.org&lt;/a&gt;). O vínculo de Stott com estudantes do mundo inteiro foi reforçado por sua liderança em cerca de 50 missões universitárias, entre 1952 e 1977, na Grã-Bretanha, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, África e Ásia, e foi vice-presidente da Sociedade Internacional de Estudantes Evangélicos (&lt;a href="http://www.ifesworld.org/"&gt;www.ifesworld.org&lt;/a&gt;) de 1995 a 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Uma das grandes contribuições de John Stott para a evangelização do mundo foi através do Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial realizado em Lausanne, Suíça, em 1974. Lá ele atuou como presidente da comissão de elaboração do &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Pacto de Lausanne&lt;/b&gt;, um marco significativo no movimento evangélico. Como presidente do Grupo de Teologia e Educação de Lausanne, de 1974 a 1981, ele contribuiu para a crescente compreensão evangélica da relação entre evangelização e ação social. Ele foi novamente presidente da comissão de elaboração do Manifesto de Manila, um documento produzido pelo Segundo Congresso Internacional, em 1989. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O compromisso de John Stott com a renovação do evangelicalismo na Igreja Anglicana mundial levou à sua participação na Associação Evangélica da Comunhão Anglicana (EFAC). De 1960 a 1981 ele foi secretário-geral honorário, e de 1986 a 1990 atuou como seu presidente. Seu desejo de fortalecer os laços entre teólogos evangélicos na Europa foi uma força fundamental na fundação da Sociedade Europeia de Teólogos Evangélicos em 1977.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Stott teve um particular desejo de viajar aos países do “Terceiro Mundo”, assim chamado. Sua preocupação com os pobres o levou à participação na fundação da Sociedade &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Tearfund&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.tearfund.org/"&gt;www.tearfund.org&lt;/a&gt;), na qual serviu como presidente de 1983 a 1997, e também como patrono da instituição Armonia, no México. Por meio de seu contato com pastores dos países menos favorecidos, John Stott sentiu-se cada vez mais convencido da necessidade de ajudar no fornecimento de livros e bolsas de estudo. Fundou a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Evangelical Literature Trust&lt;/i&gt; em 1971, financiada em grande parte pelos direitos autorais de seus livros, a fim de enviar livros teológicos a pastores, professores e estudantes de Teologia. Em 1974 foi estabelecido um fundo de bolsas de estudo como parte da então recém-formada &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Langham Trust&lt;/i&gt; a fim de oferecer bolsas de Doutorado em Teologia para estudantes de países menos favorecidos. Após os estudos, já Doutores em Teologia, eles retornam aos seus países para ensinar em seminários teológicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Talvez a maior contribuição internacional de John Stott seja a sua obra literária, caracterizada como clara, equilibrada, baseada na Bíblia e intelectualmente rigorosa. A carreira de escritor de John Stott começou em 1954 quando ele foi convidado a escrever um livro para o bispo de Londres. Mais de cinquenta anos se passaram, e Stott escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, bem como inúmeras outras contribuições à literatura cristã. Sua obra mais conhecida, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;a href="http://www.ultimato.com.br/loja/produtos/cristianismo-basico"&gt;Cristianismo Básico&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, vendeu dois milhões de exemplares e foi traduzida para mais de &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;60 idiomas. Outros títulos incluem &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;a href="http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?products_id=92"&gt;A Cruz de Cristo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; (simplesmente essencial para uma melhor compreensão da expiação), oito volumes da série &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A Bíblia Fala Hoje&lt;/i&gt; (incluindo o seu sublime comentário sobre &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;a href="http://www.ky1.com.br/index.php?route=product/product&amp;amp;product_id=1511"&gt;Romanos&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;), e, mais recentemente, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;a href="http://www.erdos.com.br/vitrine_autor.php?id=1430&amp;amp;pa=3"&gt;Por que sou cristão&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Em sua prodigiosa produção literária, foi ajudado por uma invulgar auto-disciplina e pelo apoio generoso de Frances Whitehead, sua fiel secretária, por quase 50 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;John Stott nunca se casou, embora tenha chegado perto do matrimônio em pelo menos duas ocasiões em sua vida. Posteriormente ele reconheceu que com a responsabilidade de uma família, provavelmente não teria conseguido escrever, viajar e ministrar da forma como fez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Em todos os aspectos do ministério, John Stott manteve seu interesse vocacional com excepcional paixão. O Cristianismo, para ele, deve ser &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;profundamente sério e engajado nas questões sociais de nossa época&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Foi-se um gigante. “O cisne silencia, somente resta aos grilos trilar”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Que o Senhor levante mais homens como esse!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;a href="http://www.langhampartnership.org/john-stott/biography/"&gt;http://www.langhampartnership.org/john-stott/biography/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-5577454051078458981?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/5577454051078458981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=5577454051078458981&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/5577454051078458981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/5577454051078458981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/07/john-stott-campeao-do-evangelho-de.html' title='JOHN STOTT, CAMPEÃO DO EVANGELHO DE CRISTO'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WkqRDgLagw4/TjHCldfjqxI/AAAAAAAAAKo/IXfnbleAiq4/s72-c/John%2BStott%2B%2528photo%2Bby%2BJohn%2BYates%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-8088313611701927659</id><published>2011-07-08T20:43:00.003-03:00</published><updated>2011-07-08T20:56:59.934-03:00</updated><title type='text'>O QUE ACONTECE DEPOIS DA MORTE?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bpW4cqWJLuE/TheZLrF7ZXI/AAAAAAAAAKg/iCkfF7j8hho/s1600/2695223361_f258463ab8.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-bpW4cqWJLuE/TheZLrF7ZXI/AAAAAAAAAKg/iCkfF7j8hho/s320/2695223361_f258463ab8.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627134685247923570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Lembre-se do seu Criador (...) Sim, lembre-se dele, antes que se rompa o cordão de prata, ou se quebre a taça de ouro; antes que o cântaro se despedace junto à fonte, a roda se quebre junto ao poço, o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu" (Ec 12.1,6,7).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Por PATRICK ZUKERAN.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Diferentes perspectivas sobre a morte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; D&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;esde o princípio da humanidade, o homem convive com a pergunta: “O que acontece depois da morte?”. Nossa resposta a essa pergunta tem enorme relevância para a nossa vida aqui na terra. Ainda que muitos passem a maior parte de suas vidas tentando fugir do assunto, mais cedo ou mais tarde terão de enfrentá-lo! Há muitas respostas para essa pergunta, todas diferentes umas das outras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os ateus creem que ao morrer deixamos de existir. Não há vida depois da morte nem alma eterna que continua a viver. A única coisa que podemos esperar é nossa morte inevitável, e a futura morte (extinção) da humanidade, e a morte (o fim) do universo. E é diante desse futuro que o ateu busca encontrar sentido e propósito para a vida, inclusive a sua própria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;As religiões orientais, o espiritismo e a Nova Era, que sustentam uma visão panteísta do mundo, ensinam que cada ser percorre um ciclo quase infindável de reencarnações até que consiga romper o ciclo e tornar-se um com o Divino. A forma que uma pessoa tome na vida seguinte dependerá do modo como ela viveu em sua vida anterior (a lei do karma). Ao finalmente unir-se com o Divino, deixa de existir como indivíduo, tornando-se parte da força cósmica, como uma gota de água que cai no oceano. Desaparece no oceano cósmico divino, deixa de existir como indivíduo, sua personalidade desaparece para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os que praticam religiões animistas ou tribais creem que depois da morte a alma permanece na terra ou viaja para reunir-se com os espíritos dos antepassados, no submundo, também chamado de reino das sombras. Durante toda a eternidade essas almas vagam na escuridão, sem experimentar alegria ou sofrimento. É possível invocar alguns desses espíritos para atormentar os que vivem sobre a terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;O islamismo ensina que no final dos tempos Alá julgará as obras de todos os homens. Aqueles cujas boas obras sobrepujarem suas más obras poderão entrar no Paraíso. Os demais serão sentenciados ao inferno. O Corão ensina que no Paraíso os homens beberão vinho e serão servidos por muitas virgens, as quais poderão tomar para si como suas esposas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;A maioria das perspectivas sobre a vida além da morte afirma-se sobre uma &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;fé não comprovada&lt;/i&gt;, mas a esperança cristã tem uma particular certeza por dois motivos: a ressurreição de Cristo e o testemunho da Palavra de Deus. A Bíblia oferece a perspectiva real daquilo que acontece após a morte. No entanto, muitos cristãos estão enganados em sua interpretação da vida após a morte. Alguns creem que serão transformados em anjos, outros acreditam que entrarão num estado de “sono da alma”, outros pensam que passarão a eternidade cantando e tocando harpa...mas o que a Bíblia realmente ensina?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os cristãos devem ter a certeza de que a morte é algo que não devem temer. Muito pelo contrário: ao morrer chegamos ao nosso lar no Céu. A vida se passa num país estrangeiro. A morte já não tem aguilhão e, pela ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, hoje a morte é vitória.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Experiências de Quase Morte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Nos últimos trinta anos ou mais, milhares de pessoas afirmaram ter experimentado experiências de quase morte (EQM, em inglês NDE, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;near death experiencies&lt;/i&gt;). As EQM são acontecimentos nos quais uma pessoa, em pleno estado de consciência, abandona seu corpo e ingressa num outro mundo. As experiências desse tipo levaram a uma transformação total na vida de muitas pessoas. Que interpretação podemos dar a esses relatos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;É importante saber que as EQM ocorrem com pessoas que estiveram &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;clinicamente&lt;/i&gt;, e não &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;biologicamente&lt;/i&gt;, mortas. No caso de morte clínica, desaparecem todos os sinais externos de vida, tais como a consciência, a pulsação e a respiração. Nesses casos a morte biológica acontecerá caso não sejam tomadas as devidas providências. A morte biológica, no entanto, não é possível de ser revertida por nenhum tratamento ou cuidado, sendo fisicamente irreversível [1].&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;As EQM ocorrem em várias etapas da morte clínica. Algumas acontecem quando o paciente encontra-se em estado de coma, muito próximo à morte, ou já clinicamente morto. Outras vezes surgem quando o coração do paciente deixa de bater, ou quando o monitor de eletroencefalograma deixa de registrar atividade cerebral do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;O que intriga muitos cientistas – e teólogos! – nos relatos de EQM é que muitos pacientes descrevem experiências similares, entre as quais a de abandonar o corpo e observar o que os médicos estão fazendo, entrar num túnel escuro, ver luz, ver outras pessoas, encontrar-se com seres espirituais, uma sensação de imensa paz, e logo o retorno ao corpo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Muitos cientistas e médicos com diferentes cosmovisões tentam encontrar uma explicação para esse fenômeno. Os que abraçam uma postura ateísta buscam explicações naturalistas, que vão desde alucinações induzidas pela medicação, reações químicas que ocorrem no cérebro durante uma crise próxima à morte, recuperação parcial de memórias da infância, etc. Mas não conseguem chegar a uma conclusão final sobre tais relatos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Além disso, muitas EQM ocorrem sem medicação, como no caso de pessoas resgatadas de afogamentos, clinicamente mortas. Outro ponto a considerar é que milhares de pessoas que tiveram uma EQM foram capazes de descrever com riqueza de detalhes lugares e pessoas que viram enquanto estavam no estado de morte clínica. Uma moça, que se encontrava à beira da morte, pôde descrever o que a sua família fez em casa à noite, o que serviram no jantar, onde cada um sentou-se para comer e até as conversas que tiveram! Outros puderam descrever em detalhes objetos que se encontravam em quartos próximos ou distantes do seu próprio. Um paciente disse que havia um sapato no telhado do hospital. As enfermeiras foram ver e descobriram o sapato no exato local em que o paciente havia descrito. Um menino que sofreu um acidente juntamente com sua mãe e seu irmão disse aos que o rodeavam, instantes antes de morrer: “Estão me esperando”. O médico descobriu que exatamente naquele instante, em outro hospital, a mãe e o irmão do menino também haviam morrido. Gary Habermas e J. P. Moreland consideram as EQM desde várias perspectivas em seu livro &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Beyond Death&lt;/i&gt; (“Além da Morte”), no qual argumentam que as explicações naturalistas não esclarecem de modo satisfatório o que ocorre durante as EQM.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Ainda que as EQM não oferecem uma prova conclusiva da existência do Céu ou do inferno, pelo menos indicam que no momento da morte a alma se separa do corpo, permanecendo consciente e lúcida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;No entanto, as EQM não esclarecem exatamente o que se encontra no além túmulo. São relatos que oferecem apenas um vislumbre do que existe do outro lado da cortina da morte, e o panorama que fornecem é incompleto. Colossenses 1.18 diz que Jesus é “o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a supremacia”. Cristo superou a morte biológica e vive para sempre, com autoridade absoluta sobre a Criação. Sua supremacia sobre todas as coisas foi estabelecida através de Sua ressurreição. Sabemos, também, que Satanás se disfarça de anjo de luz e pode aparecer sob diversos aspectos. Devemos, portanto, avaliar todos os relatos de EQM à luz das Escrituras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Podemos nos comunicar com os mortos?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os espíritos dos mortos podem se comunicar com os vivos? Um dos programas mais populares da TV [nos Estados Unidos] é &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Crossing Over&lt;/i&gt;, conduzido pelo “vidente” John Edward. Assim como outros, Edwards afirma que pode comunicar-se com os mortos. Deixa seus telespectadores boquiabertos ao revelar detalhes que somente seus parentes mortos poderiam saber. As pessoas o procuram buscando consolo, conselhos e alento. A Bíblia, no entanto, afirma que a comunicação com os mortos não é possível. Várias vezes Deus ordena a Seu povo a não praticar a necromancia [ou mediunidade], a arte de comunicar-se com os mortos. “Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou que se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O SENHOR tem repugnância por quem pratica essas coisas, e é por causa dessas abominações que o SENHOR, o seu Deus, vai expulsar essas nações da presença de vocês. Permaneçam inculpáveis perante o SENHOR, o seu Deus.” (Dt 18.10-13).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os cananeus consultavam os espíritos e os mortos na esperança de obter poderes especiais e de predizer o futuro. Essa prática é uma abominação para Deus e é a razão pela qual Ele os expulsou da terra. Israel recebeu a advertência de não imitar os cananeus, pois do contrário também os israelitas sofreriam uma penalidade similar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;A comunicação com os mortos está proibida pela simples razão de que os mortos não podem comunicar-se com os vivos. Em Lucas 16.19-31, o homem rico que sofria no inferno buscava um modo de comunicar-se com sua família que ainda estava viva para adverti-la do destino que a esperava. No entanto, não houve maneira de comunicar-se com os seus, e os vivos também não podiam comunicar-se com ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Com quem estão se comunicando, então, os médiuns e os espíritas? Se efetivamente estão se comunicando com seres espirituais, o mais provável é que sejam impostores demoníacos. E ainda que um espírito demoníaco possa transmitir algumas coisas verdadeiras, a real intenção desse espírito é enganar os familiares do morto e levá-los para longe do Senhor. A prática do espiritismo pode levar à possessão demoníaca, causando inúmeros tormentos às pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Em Atos 16.16-18, Paulo deparou-se com uma jovem que podia predizer o futuro porque estava possuída por um espírito. Sabendo isso, Paulo finalmente expulsou o espírito. A Bíblia sempre proíbe a prática do espiritismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Alguns, no entanto, certamente tentarão defender o espiritismo utilizando a passagem de 1 Samuel 28. Aqui Saul pede à médium de En-Dor que convoque o espírito de Samuel. O espírito se levanta e entrega uma mensagem profética a Saul. As opiniões dos teólogos estão divididas a respeito desse relato. Alguns creem que foi um impostor demoníaco fazendo-se passar por Samuel. Outros creem que esse era realmente o profeta Samuel e que Deus abriu uma exceção neste caso, devido à desobediência de Saul.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Qualquer que seja o ponto de vista defendido, é óbvio que esse trecho das Escrituras não nos encoraja a consultar os médiuns. Saul, nesse momento de sua vida, estava fora da vontade de Deus e não podia receber a palavra de Deus, porque o Espírito lhe havia abandonado. Desesperado, e seguindo uma constante em sua vida, desobedeceu a Deus e sofreu as consequências. Esse relato de Saul nos ensina uma lição a ser aprendida, não um exemplo a ser seguido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Um minuto depois da morte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;O que acontece após nosso último alento? A Bíblia nos ensina o que acontecerá. Em primeiro lugar, nossa alma se separa de nosso corpo físico. Logo, receberemos imediatamente a sentença no juízo que determinará nosso destino eterno. Aqueles que confiaram na obra de Cristo na cruz para pagar nossos pecados entrarão na vida eterna na presença de Deus. 2 Coríntios 5.8 diz: “Temos, pois, confiança e preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor”. Não haverá demora num estado de inconsciência que alguns chamam de “sono da alma” [2]. Estaremos de imediato na presença de Deus. Em segundo lugar, a alma será aperfeiçoada em santidade, e nossa antiga natureza pecaminosa desaparecerá por completo. Hebreus 12.23 menciona os “espíritos dos justos aperfeiçoados”. Os espíritos dos santos que estão no Reino dos Céus chegaram à perfeição. A luta contra o pecado, da qual participam todos os cristãos, finalizará para sempre quando, depois da morte, entraremos em nossa nova condição na presença de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Aqueles que rejeitam esse dom receberão o que escolheram, a eternidade separados de Deus no inferno. Hebreus 9.27 diz que “o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo”. Não há uma segunda oportunidade, nem ciclo de reencarnação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Além disso, muitos cristãos assumem que depois da salvação tudo o que nos espera é a entrada alegre no Céu. As Escrituras nos ensinam que Jesus nos recompensará de acordo com o modo como vivemos na terra. Cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. Isso não é o mesmo que o juízo a respeito da salvação. A morte de Cristo garante a salvação de todo aquele que crê. Seremos julgados pelas obras que fizemos a partir do momento da nossa salvação, para fins de recompensa. Esse juízo dos crentes é chamado de Tribunal de Cristo, acontecimento descrito em 1 Coríntios 3.11-15: “Porque ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo. Se alguém constrói sobre esse alicerce usando ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha, sua obra será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um. Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa. Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Paulo declara que Cristo é o nosso fundamento. Nossas obras são a edificação sobre esse fundamento. Os materiais de ouro, prata e pedras preciosas referem-se a obras realizadas com motivos puros, para a glória de Deus. As obras de madeira, feno e palha são as feitas com motivos equivocados e fúteis, somente para a nossa própria glória.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;No Tribunal de Cristo nossas obras serão provadas pelo fogo divino. Aquelas obras para a glória de Deus resistirão às chamas e serão nossa recompensa. Alguns verão com tristeza como as chamas consomem todas as obras que realizaram na terra e entrarão no Céu com pouca recompensa ou sem nenhuma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Os descrentes serão julgados e sentenciados ao inferno. E no final dos tempos enfrentarão o juízo diante do Grande Trono Branco. Aí serão julgados todos os ímpios mortos de acordo com a sua rejeição ao Salvador. Logo serão lançados no lago de fogo onde permanecerão por toda a eternidade. Apocalipse 20.11-15 diz: “Depois vi um grande trono branco e aquele que nele estava assentado. A terra e o céu fugiram da sua presença, e não se encontrou lugar para eles. Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo o que estava registrado nos livros. O mar entregou os mortos que nele havia; e cada um foi julgado de acordo com o que tinha feito. Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte. Aqueles cujos nomes não foram encontrados no livro da vida foram lançados no lago de fogo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Sabendo que como cristãos algum dia prestaremos contas de nossos atos a Deus, deveríamos viver como mordomos responsáveis por tudo o que Ele tem nos dado. E saber o destino dos não salvos deveria nos encher de coragem e ousadia para dar testemunho de Cristo com urgência a todos os que nos rodeiam. Saber o que acontecerá na vida além da morte deveria nos motivar a viver nossa vida na terra cumprindo cabalmente nossa missão como cristãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Como seremos no Céu?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;No momento da morte física, a alma se separa do corpo e entra de imediato na presença do Senhor. Recordemos as palavras de Paulo em 2 Coríntios 5.8: “Temos, pois, confiança e preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor”. A alma no Céu é aperfeiçoada em santidade, e a antiga natureza pecaminosa desaparece por completo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Não permaneceremos por muito tempo no Reino dos Céus como almas sem corpos. No tempo estabelecido por Deus haverá uma ressurreição final, na qual o espírito se unirá a um corpo glorificado. Ainda que os cristãos tenham opiniões diferentes quanto ao tempo em que isso acontecerá, todos estamos de acordo quanto à ressurreição em si. Filipenses 3.20,21 diz: “A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso”. 1 João 3.2 promete: “sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Sabemos que nossos corpos glorificados serão semelhantes ao de Cristo. Não seremos “deificados” – não nos tornaremos deuses! – mas nossos corpos terão as mesmas qualidades do corpo ressuscitado de Jesus. Nossos corpos celestiais serão nossos corpos terrenos glorificados. O corpo de Cristo que morreu na cruz foi o mesmo que ressuscitou. Seu corpo glorificado pôde passar através das paredes, aparecer repentinamente e subir aos céus. Pôde alimentar-se, andar e tocar nos objetos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; 2&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt; Coríntios 5.1 diz: “Sabemos que, se for destruída a temporária habitação terrena em que vivemos, temos da parte de Deus um edifício, uma casa eterna nos céus, não construída por mãos humanas”. As mãos de Deus nos darão corpos glorificados, como diz 1 Coríntios 15.39-44: “Nem toda carne é a mesma: os homens têm uma espécie de carne, os animais têm outra, as aves outra, e os peixes outra. Há corpos celestes e há também corpos terrestres; mas o esplendor dos corpos celestes é um, e o dos corpos terrestres é outro. Um é o esplendor do sol, outro o da lua, e outro o das estrelas; e as estrelas diferem em esplendor umas das outras. Assim será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é semeado é perecível e ressuscita imperecível; é semeado em desonra e ressuscita em glória; é semeado em fraqueza e ressuscita em poder; é semeado um corpo natural e ressuscita um corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual”. Ao responder àqueles que desprezam a ressurreição, Paulo explica que nossos corpos celestiais terão diferenças com respeito a nossos corpos terrenos. Serão corpos físicos, mas tão diferentes de nossos corpos mortais como são os nossos corpos dos corpos dos animais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Como uma semente, o corpo será semeado na terra, e um dia voltará à vida. É semeado em morte, corrupção, fraqueza e desonra. Na ressurreição será transformado em todos os aspectos. Ressuscitará imortal, glorioso, poderoso e espiritual. Então teremos corpos eternos, definitivos e aperfeiçoados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Também manteremos nossa identidade. Em Lucas 16.19-31, Lázaro, o homem rico e Abraão mantiveram todos a sua identidade. Chegará o dia em que já não teremos de enfrentar a corrupção do pecado, a enfermidade e a velhice. Há um grande e precioso futuro para todos aqueles que estão em Cristo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;O que faremos no Céu?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;O que faremos no Céu por toda a eternidade? Alguns gostariam de jogar golfe eternamente, enquanto outros imaginam santos flutuando em nuvens etéreas, tocando harpas. No entanto, há um futuro infinitamente mais glorioso para aqueles que estão em Cristo. Sabemos relativamente pouco sobre as atividades que terão lugar no Céu, já que a Bíblia nos oferece somente um pequeno vislumbre de nossa vida futura. Em primeiro lugar, o momento mais esperado pelos santos de todos os tempos é o encontro face a face com o Senhor Jesus. Este será o primeiro e grandioso momento depois da morte física. A partir daí desfrutaremos da perfeita &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;koinonia&lt;/i&gt;, a comunhão em Sua presença por toda a eternidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Em segundo lugar, nossa vida no Céu será uma vida de adoração. Temos uma clara descrição disso em Apocalipse 19.1-5: “Depois disso ouvi nos céus algo semelhante à voz de uma grande multidão, que exclamava: ‘Aleluia! A salvação, a glória e o poder pertencem ao nosso Deus, pois verdadeiros e justos são os seus juízos. Ele condenou a grande prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição. Ele cobrou dela o sangue dos seus servos’. E mais uma vez a multidão exclamou: ‘Aleluia! A fumaça que dela vem, sobe para todo o sempre’. Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, e exclamaram: ‘Amém, Aleluia!’ Então veio do trono uma voz, conclamando: ‘Louvem o nosso Deus, todos vocês, seus servos, vocês que o temem, tanto pequenos como grandes!’”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Como as vozes de uma grande multidão, chegam os louvores dos santos de todos os tempos. Certa vez alguns irmãos de nossa igreja descreveram a experiência de cantar um hino, “Grandioso és Tu”, num congresso cristão. Não tinham palavras para descrever com precisão tão sublime experiência. Imaginem então como será quando cantarmos “Santo, santo, santo” ao lado dos santos de todos os tempos na presença de Deus? Nossa adoração aqui na terra é a preparação para a grande adoração futura na eternidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Em terceiro lugar está o aspecto do descanso. O descanso celestial aqui não implica uma cessação de nossas atividades, mas sim a experiência de chegar a uma meta de crucial importância. O escritor de Hebreus 4.9,10 diz: “Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus; pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas”. O Céu é a meta final que alcançamos depois da nossa peregrinação aqui na terra. Descansaremos de nossos sofrimentos e esforços contra as enfermidades, as lutas, a carne, o mundo e o diabo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Em quarto lugar, serviremos ao Senhor. Lucas 19.11-27 ensina uma parábola sobre a mordomia. Os servos que multiplicaram os talentos do Mestre receberam autoridade sobre dez e cinco cidades respectivamente. Apocalipse 22.3 diz: “Já não haverá maldição nenhuma. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os seus servos o servirão”. Em 1Coríntios 6.3 Paulo repreende os cristãos que não conseguem resolver as diferenças entre eles, questionando: “Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos?”. Em Apocalipse 3.21 o Senhor promete: “Ao vencedor darei o direito de sentar-se comigo em meu trono, assim como eu também venci e sentei-me com meu Pai em seu trono”. Aparentemente teremos alguma esfera de autoridade no Reino eterno de Deus. A abrangência de autoridade que recebamos dependerá de nossa fidelidade a Ele aqui na terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;Em quinto lugar, experimentaremos comunhão perfeita com Deus e com aqueles que estiverem conosco. Uma das experiências humanas mais dolorosas é a despedida. Seja uma pessoa amada que viaja para outro país, seja uma pessoa amada que parte desta vida, é sempre doloroso dizer adeus. O cristão tem a esperança de saber que nossas despedidas não serão para sempre. Algum dia voltaremos a nos encontrar, e então nunca mais voltaremos a nos despedir. É impossível imaginar em todas as suas dimensões o glorioso futuro que nos espera depois da morte, em Cristo Jesus!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;NOTA:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;[1]. Gary Habermas e J. P. Moreland, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Beyond Death&lt;/i&gt; (Wheaton, Illinois: Crossway Books, 1998), p. 156.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ankerberg, John &amp;amp; Weldon, John.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Facts on Near-Death Experiences&lt;/i&gt;. Eugene, OR.: Harvest House Publishers, 1991.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Eadie, Betty.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Embraced by the Light.&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Placerville, CA.: Gold Leaf Press, 1992.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Erickson, Millard.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Christian Theology&lt;/i&gt;. Grand Rapids, MI.: Baker Book House, 1985.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Fee, Gordon.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;International Commentary on the New Testament: First Corinthians&lt;/i&gt;. Grand Rapids, MI.: Eerdman's Publishing Company, 1987.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Habermas, Gary, &amp;amp; J.P. Moreland.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Beyond Death&lt;/i&gt;. Wheaton, IL.: Crossway Books, 1998.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Hodge, Charles.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Systematic Theology: Volume 3.&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Grand Rapids, MI.: Eerdman's Publishing Company, 1973.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Lutzer, Erwin.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;One Minute After You Die&lt;/i&gt;. Chicago: Moody Press, 1997.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;MacArthur, John.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Glory of Heaven&lt;/i&gt;. Wheaton, IL.: Crossway Books, 1996.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Moody, Raymond.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Life After Death&lt;/i&gt;. Atlanta: Mockingbird Books, 1975.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Mounce, Robert.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;International Commentary on the New Testament: Revelation.&lt;/i&gt;Grand Rapids, MI.: Eerdmans Publishing Company, 1977.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Pentecost, Dwight. "In My Father's House,"&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Kindred Spirit&lt;/i&gt;. Invierno 1995, p. 5-7.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Ryrie, Charles.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Basic Theology&lt;/i&gt;, Wheaton, IL.: Victor Books, 1988.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Smith, Wilbur.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Biblical Doctrine of Heaven&lt;/i&gt;. Chicago: Moody Press, 1968.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Tada, Joni Eareckson.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Heaven, Your Real Home&lt;/i&gt;. Grand Rapids, MI,: Zondervan, 1995.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;Walvoord, John.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Revelation of Jesus Christ.&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Chicago: Moody Press, 1966.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;FONTE: &lt;i&gt;MINISTERIOS PROBE&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;a href="http://www.ministeriosprobe.org/docs/despues-muerte.html"&gt;http://www.ministeriosprobe.org/docs/despues-muerte.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-8088313611701927659?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/8088313611701927659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=8088313611701927659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/8088313611701927659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/8088313611701927659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/07/o-que-acontece-depois-da-morte.html' title='O QUE ACONTECE DEPOIS DA MORTE?'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bpW4cqWJLuE/TheZLrF7ZXI/AAAAAAAAAKg/iCkfF7j8hho/s72-c/2695223361_f258463ab8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-1053732263144700745</id><published>2011-07-04T12:02:00.004-03:00</published><updated>2011-07-04T12:42:27.168-03:00</updated><title type='text'>SOBRE A SEGUNDA VINDA DE CRISTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DOJVWIalCfw/ThHY1vrC2dI/AAAAAAAAAKY/oNNPt8q_-I4/s1600/nuvens-4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DOJVWIalCfw/ThHY1vrC2dI/AAAAAAAAAKY/oNNPt8q_-I4/s320/nuvens-4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625515827404134866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Enquanto alguns, bêbados pelo liberalismo teológico (leia-se "ateísmo enrustido"), negam a segunda vinda literal de Cristo, como o &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/06/o-herege-e-seus-discipulos-ou-como-fui.html"&gt;"herege brasileiro"&lt;/a&gt; que há alguns dias atrás afirmou que a segunda vinda não passa de uma &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/06/jesus-paulo-e-os-mortos-do-horizonte.html"&gt;"utopia"&lt;/a&gt;, e logo depois, covardemente, &lt;a href="http://www.olharreformado.com/2011/06/ricardo-gondim-segunda-vinda.html"&gt;voltou atrás&lt;/a&gt; devido às críticas e afirmou crer, sim, numa segunda vinda literal, os verdadeiros cristãos jamais tiveram dúvidas a respeito e sempre reconheceram, coerentemente, que Jesus Cristo voltará pessoalmente, um dia, para estabelecer definitivamente o Reino de Deus. Maranata! Ora, vem, Senhor Jesus! Depois de &lt;a href="http://alegrem-se.blogspot.com/2011/06/o-pastor.html"&gt;Ulrich Zwinglio&lt;/a&gt;, agora é a vez de João Calvino "pregar um sermão" em nosso blog "Calvinismo Hoje".&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Um sermão de JOÃO CALVINO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;“É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação, e dar alívio a vocês, que estão sendo atribulados, e a nós também. Isso acontecerá quando o Senhor Jesus for revelado lá nos céus, com os seus anjos poderosos, em meio a chamas flamejantes. Ele punirá os que não conhecem a Deus e os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Eles sofrerão a pena de destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder. Isso acontecerá no dia em que ele vier para ser glorificado em seus santos e admirado em todos os que creram, inclusive vocês que creram em nosso testemunho” (2Ts 1.6-10, NVI).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Nosso Senhor surgirá do céu. Esse é um dos principais artigos da nossa fé. Sua vinda é certa. Portanto, devemos esperar essa vinda enquanto esperamos nossa redenção e salvação. Não devemos duvidar disso. Porque duvidar seria rejeitar tudo aquilo que nosso Senhor Jesus fez e sofreu. Por que Ele veio a este mundo? Por que se vestiu de carne humana? Por que foi exposto à morte? Por que foi levantado da morte e levado ao Céu? A vinda de nosso Senhor selará e ratificará tudo o que Ele fez e sofreu pela nossa salvação. E isso deveria ser suficiente para resistir a todas as tentações deste mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Mas, devido à nossa fragilidade, o Apóstolo Paulo utiliza outro argumento para nos confirmar essa esperança, à qual nos exorta por meio de sua epístola aos tessalonicenses. Deus não permitirá que aqueles que rejeitam o evangelho O desprezem, sem levar em consideração Sua majestade celestial. Ele não está disposto a permitir que Suas criaturas se levantem contra Ele. Por isso deveríamos estar plenamente firmados na esperança da nossa salvação, já que Deus está interessado pessoalmente nela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Ainda que Deus nos assegure amplamente seu interesse em nossa salvação, nossa natureza está de tal modo cheia de desconfiança que muitas vezes duvidamos. Mas quando somos confrontados com o ensino de que Deus manterá Seu direito e não permitirá que Sua majestade seja pisoteada pelos homens, isso deveria dar-nos segurança. Deus nos concede essa graça de unir Sua glória com a nossa salvação, de modo que existe uma união inseparável entre ambas. Posto que Deus não pode deixar de defender Sua majestade contra o orgulho e a rebelião dos homens, não será infalivelmente certo que nosso Senhor Jesus voltará para dar-nos libertação e repouso? Portanto, percebemos que Jesus Cristo não pode enfatizar a glória de Seu Pai se não declarar-se a Si mesmo como nosso Redentor. Essas coisas não podem ser separadas. Vemos o infinito amor de Deus para com seus fiéis de tal modo que, assim como Ele não pode esquecer Sua própria glória, também não pode esquecer nossa salvação. Se Ele emprega Seu poder para vingar-Se daqueles que resistem a Ele, castigará tanto mais aqueles que têm afligido injustamente os que Lhe pertencem. Isso é o que o Apóstolo Paulo quer dizer quando afirma nessa passagem que Jesus Cristo virá inclusive para vingar-Se daqueles que não têm conhecido a Deus nem obedecido o Seu Evangelho. É como se dissesse: “Aqui estão os seus inimigos e perseguidores. Você ainda duvida que Deus considera suas aflições e tem piedade de você? Pensa que Deus não leva em consideração a Sua própria glória e que não está disposto a defendê-la? Mesmo que os adversários o ataquem porque você segue o Evangelho, Deus, ao defender a Sua própria causa, será o seu Defensor.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;No entanto, Paulo nos dá aqui outras exortações muito úteis. Porque quando fala da vingança preparada contra nossos inimigos, diz: “Jesus Cristo virá, com os seus anjos poderosos, em meio a chamas flamejantes”. E com que propósito? Para confirmar que os inimigos do Evangelho receberão seu castigo diante de Deus. É como se dissesse que jamais poderemos compreender o tormento dos ímpios, assim como também não compreendemos a glória de Deus, porque quando falamos da glória de Deus, sabemos que é infinita. Não podemos medi-la, mas somos surpreendidos por ela. Assim será o horrível castigo preparado para os descrentes, quando Deus liberar Seu poder contra eles. Porque assim como é inestimável a Sua majestade, também a Sua tempestade é incompreensível para nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Além disso, quando Paulo fala dos infiéis e dos inimigos de Deus, diz: “os que não conhecem a Deus” e não obedecem ao Evangelho, pois permanecem rebeldes. Esse modo de falar assinala uma doutrina mui útil. Porque se alguém pergunta aos homens se querem fazer guerra contra Deus, mesmo que sejam muito perversos, responderão que não. No entanto, fazem exatamente o contrário do que professam, posto que não estão dispostos a obedecer ao Evangelho. Como é possível? Está escrito que não podemos obedecer a Deus, exceto pela fé. Assim consta na epístola aos Romanos e no livro de Atos dos Apóstolos. Posto que a fé consiste em obediência autêntica, obediência como Deus demanda e aprova, deduzimos que todos os que não querem crer no Evangelho são rebeldes contra Ele. Se eles protestam afirmando não ter a intenção de rebelar-se contra Deus, os fatos falam mais alto do que suas palavras. Assim aprendemos que não podemos servir a Deus se, em primeiro lugar, não crermos no Evangelho, aceitando tudo aquilo que ele contém para nos humilhar. Em resumo, a fé é o principal serviço que Deus espera dos homens. Não obstante, devemos perceber que a fé não é simplesmente um mero assentimento da mente, mas também um profundo assentimento do coração e dos sentimentos. Porque não devemos aceitar somente com a boca e com a imaginação aquilo que o Evangelho nos ensina, mas tal ensino deve ser impresso no coração, para que saibamos que não devemos levantar oposição contra o nosso Deus. Ao contrário, devemos seguir a doutrina oferecida pelo Evangelho com autêntico desejo. A fé, portanto, provém do coração, e não consiste simplesmente em conhecimento. Porque se estivéssemos meramente convencidos de que o Evangelho é uma doutrina razoável, ainda que realmente não nos agradasse, e mesmo nos enojasse, por acaso isso seria obediência? Certamente que não!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Aprendamos, portanto, a fim de obedecer a Deus, a não somente considerar boa e santa a doutrina do Evangelho, mas também a amá-la, a unir a reverência com o amor, tal como Davi diz sobre a Lei, que a considera mais doce do que o mel e mais valiosa do que o ouro e a prata. Devemos ter como preciosa a doutrina do Evangelho, tê-la em grande estima, mais do que todas as coisas que possam parecer-nos doces e dignas de amor. Quando assim procedermos, Deus aprovará nossa obediência. Esse é o serviço peculiar que Ele espera de nós. Do contrário, será em vão que façamos isto ou aquilo; tudo o que fizermos será uma abominação para Deus, enquanto não crermos no Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Nisto vemos quão miserável é a condição dos papistas. Eles mesmos se atormentam cada vez mais em suas assim chamadas “devoções”. Creem estar seguros em Deus. Quando vociferam suas ladainhas, quando recitam o Pai Nosso, quando assistem muitas missas e se esforçam em suas peregrinações e romarias, quando oferecem dinheiro para suas abominações, adquirindo com dinheiro os seus ídolos, quando fazem tudo isso, creem que Deus deve conceder-lhes bens equivalentes a seus méritos. E por quê? Porque lhes falta o princípio básico da fé. Porque mesmo que aquelas coisas não fossem más nem contra Deus nem contra os homens, no entanto tornam-se frívolas diante de Deus quando da parte dos homens são oferecidas sem a verdadeira fé. Vemos, então, que ainda que os papistas trabalhem diligentemente para servir a Deus, somente aumentam sua própria condenação, atraindo ainda mais a ira de Deus sobre as suas cabeças. Tanto é assim que nesta passagem da Escritura são chamados de rebeldes contra Deus, posto que não querem sujeitar-se à doutrina do Evangelho. Para se sentirem seguros dizem: “Nossa intenção é servir a Deus, e por isso fazemos isto ou aquilo”. Muito bem. Mas Deus tem demonstrado que o único bem que você tem está na pura graça e misericórdia d’Ele, e que somente em Jesus Cristo devemos buscar a nossa salvação. Ele declara que enviou Seu Filho para que você possa experimentar o resultado de Seu sofrimento, que no nome de Cristo e por meio d’Ele serão recebidas e canceladas todas as suas dívidas, que você não deve procurar nenhum outro advogado a fim de encontrar acesso à Sua majestade, que você deve pedir ser renovado por Seu Espírito Santo. Vocês, papistas, o que estão fazendo? Não há senão orgulho e presunção em vocês. Tal como um touro, atacam todas as promessas de Deus e pretendem obter por seus próprios meios aquilo que Deus somente concede em Cristo. Vocês depositam sua confiança em obras e méritos. Procuram padroeiros e intercessores segundo lhes pareça bem. Deixam Jesus Cristo de lado. Não há verdadeira fé em vocês. E o que é pior, vocês são inimigos de Deus, travam guerra contra Ele, em vez de servir-Lhe e honrar-Lhe, como vocês pensam que fazem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;De modo que certamente devemos glorificar o nosso Deus, pois nos resgatou de semelhantes profundezas e nos demonstrou qual é verdadeiramente o serviço que Lhe agrada, ou seja, Ele nos une ao ensino do Evangelho e às suas promessas. Além disso, se percebemos que os homens são humilhados diante de Deus, sabemos que essa é a autêntica preparação para levá-los ao serviço de Deus, inclusive à obediência plena e perfeita que Deus aprova. Toda incredulidade é rebelião contra Deus, posto que não há obediência verdadeira, a menos que comece pela fé. Paulo diz que aqueles que não obedecem ao Evangelho de modo nenhum conhecem a Deus. Portanto a ignorância não é desculpa para os homens, ainda que confiem nela como um escudo. Parece-lhes suficiente não estarem convencidos de seus próprios pecados. Afirmam que Deus tem obrigação de perdoar-lhes tudo. Será mesmo? O Apóstolo Paulo diz especificamente que Jesus Cristo virá para destruir aqueles que não conhecem a Deus. Devemos entender que estamos perdidos e aturdidos a menos que conheçamos Aquele que nos criou e nos redimiu. Deus nos deu espírito e inteligência para que possamos conhecê-Lo e adorá-Lo, e para que possamos render-Lhe a honra que pertence somente a Ele. Os homens desejam ser honrados e estimados, sem importar-se com seu Criador. Isso é correto, por acaso? Por acaso não é contrário à natureza?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;No entanto, percebam que a ignorância dos ímpios não procede de sua simplicidade, mas sim da malícia, orgulho e hipocrisia, que os levam a não ter direção nem sentido na vida. De que modo? Porque se pudéssemos conhecer a Deus, certamente viríamos nos humilhar diante d’Ele. Porque para os homens é impossível pensar no que Deus é realmente, sem serem tocados pelo temor, de modo a inclinar-se perante Ele. Então, quando somos rebeldes contra Ele, isso é sinal de que nunca O conhecemos. Porque o conhecimento de Deus é algo vivo, sendo impossível conhecê-Lo e ser obstinado e rebelde como os ímpios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Se alegam ignorância, isso é certo. Mas também são malfeitores e hipócritas. Pois não temos, todos, coisas suficientes para nos tornar indesculpáveis? Mesmo que somente existisse a semente que por natureza Deus colocou em nós, de modo que contemplando a terra e o céu deveríamos pensar que existe um Criador do qual tudo procede, não obstante Deus se revela a nós como por um espelho, mostrando a Sua majestade e glória. Até os mais perversos, vendo-se em desgraça, buscam refúgio em Deus, sem refletir sobre isso. Porque Deus os move a isso para deixá-los sem desculpa, de modo que os ímpios não são tão ignorantes a ponto de não haver hipocrisia neles. Eles querem usar a ignorância como desculpa, mas fecham seus olhos conscientemente. Nisso também há orgulho e malícia. Porque se quiséssemos honrar a Deus como Ele deve ser honrado, teríamos uma grande ansiedade para descobrir sobre Ele e sobre a Sua vontade. Então, se os homens são tão covardes e frios, é porque desprezam a Deus. Ou seja, tudo o que querem é ser deixados nas trevas. Como isso é possível? Porque se nos aproximamos de Deus e Ele nos adverte por causa das nossas faltas, deveríamos aprender a nos arrepender de nossos pecados e corrigi-los. Mas nos conformamos em dormir com nossos farrapos imundos. Assim é como os homens evitam os penetrantes olhos de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Percebam então que não é sem causa que os homens são castigados apesar de sua ignorância. Porque não poderão alegar que foi simples ignorância, mas também hipocrisia, orgulho e malícia. É por isso que o Apóstolo Paulo afirma que aqueles que pecaram sem Lei (isto é, aqueles que não tiveram o conhecimento da Palavra de Deus) também se perderão, e acrescenta que Deus gravou a Sua lei no coração de todos. Ainda que não tenhamos as Escrituras nem a pregação, ainda assim temos a nossa consciência que deveria nos servir como lei, e isso será suficiente para condenar os homens no dia final. Poderemos ter muitos subterfúgios para com os homens e pensarmos que devemos ser eximidos, mas nossa prestação de contas será muito deficiente diante do Juiz celestial. Lá veremos que todas as desculpas serão inúteis. Atentemos para essa passagem que afirma que nosso Senhor virá para executar Sua vingança sobre todos aqueles que não conheceram a Deus nem obedeceram ao Evangelho, isto é, os ímpios. Desse modo vemos que a fé é a única porta para a salvação e para a vida, posto que Jesus Cristo virá para a ruína daqueles que não creram. Além disso devemos notar que, até que Deus não ilumine os homens, estes permanecem cegos e ignorantes. Por quê? Porque podemos conhecer as coisas do céu e da terra, mas até que conheçamos a Deus, que importância isso tem? E não iremos conhecê-Lo até que Ele nos ilumine por meio do Espírito Santo. Vemos então que não seremos justificados pela nossa ignorância, de modo que ninguém engane a si mesmo. Por outro lado, saibamos também que quando tenhamos conhecido verdadeiramente a Deus, é razoável que nos sujeitemos a Ele, e que Ele nos governe, e que Sua vontade guie nossos pensamentos e sentimentos, e que nossa fé no Evangelho seja tal que possamos confessar, como Davi, que essa doutrina nos é mais doce do que o mel e mais preciosa do que o ouro e a prata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Além disso, aqui vemos que Deus deseja nos dar segurança quanto à nossa salvação. Porque se Jesus Cristo virá para vingar-Se de todos aqueles que não creram no Evangelho, podemos e devemos deduzir que o mundo será julgado unicamente segundo o Evangelho. Nosso texto nos diz que quando em autêntica fé tenhamos recebido as promessas de Deus, não devemos duvidar de Sua bondade nem de Seu amor por nós, nem duvidar de que Jesus Cristo fará aquilo que tem oferecido para nossa redenção. Então todos aqueles que creem no Evangelho podem confiar plenamente na verdade de que Jesus Cristo virá como nosso Redentor. Deus nos dá essa certeza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Quanto ao que o Apóstolo diz aqui sobre o poder e a glória de Jesus Cristo, é para indicar que a Sua vinda será terrível para os descrentes e rebeldes. Por acaso é pouca coisa dizer que Jesus Cristo virá acompanhado por anjos, em chamas flamejantes, que virá com uma majestade incompreensível, descendo com relâmpagos sobre todos os Seus inimigos? De modo que vimos que Paulo quis admoestar os descrentes, como se houvesse algum remédio para eles, a fim de que deixem de ser incorrigíveis. No entanto, quando vemos que todos os que são atraídos por Satanás e endurecidos pelo pecado nada fazem senão zombar de todas as advertências de Deus, tiramos daí uma lição. Quando ouvimos que Jesus Cristo voltará de modo tão terrível, permaneçamos de tal modo em temor e em domínio próprio, que quando Satanás venha nos atacar ou tentar nos seduzir para que deixemos de obedecer ao Evangelho, possamos dizer a nós mesmos: “Aonde estamos indo? À perdição! Por acaso estamos desafiando Aquele que possui toda a majestade, domínio e glória para lançar no abismo todos os que se Lhe opõem?”. Se pensássemos sempre assim, certamente seríamos contidos de tal modo que todos os desejos de nossa carne e todas as tentações do mundo nada poderiam fazer contra nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;No entanto, o Apóstolo Paulo também quis comparar a primeira vinda do Senhor Jesus com a segunda. Por que os perversos e os que desprezam o Evangelho se levantam de maneira tão ousada, enfurecidos e descontrolados? É porque ouvem que Cristo, estando neste mundo, assumiu a forma de servo, despojando-Se a Si mesmo, como diz Paulo, a ponto de chegar àquela morte de cruz, tão vergonhosa e cheia de desgraça. Mesmo que os inimigos de Deus não conheçam Jesus Cristo senão somente nessa debilidade, eles a utilizam como oportunidade para blasfemar contra Ele com fúria pertinaz. Eles não consideram que assim como Ele sofreu segundo a debilidade da carne, assim também foi exaltado segundo o poder do Espírito. Revelou-se então numa glória sob a qual todos nós, grandes e pequenos, deveríamos estremecer. Mas, novamente, tolos descrentes que não conhecem o poder da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, ouçam o que o Apóstolo diz aqui, ou seja, que Ele não virá para ser desprezado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;No passado Ele veio para ser obediente em nosso lugar, conforme era necessário para pagar pelos nossos pecados. Mas agora virá como Juiz! Ele foi julgado e condenado para nos livrar do trono do juízo de Deus, e para que pudéssemos ser absolvidos de todos os nossos pecados. Mas Ele não voltará em semelhante condição humilde. Ele virá com os anjos da Sua glória! Isso é o que o Apóstolo Paulo quis dizer afirmando que a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo será terrível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Além disso, notemos que ele acrescenta: virá “para ser glorificado em seus santos e admirado em todos os que creram”. Não é sem motivo que Paulo acrescenta essa afirmação, pois quem somos nós para resistir à presença do Filho de Deus quando vier em chamas flamejantes e no esplendor da Sua glória?! Quando Ele vier com poder além do entendimento humano, ai! Não nos derreteremos em Sua presença, como a neve se derrete ao sol? Por acaso não seremos reduzidos a nada? A mera menção da divina glória de Jesus Cristo deveria ser suficiente para mergulharmos nas profundezas. Mas o Apóstolo nos diz que, se somos do número dos fiéis, e se hoje cremos no Evangelho, não deveremos temer quando Jesus Cristo apareça, nem entrar em pânico diante da majestade que então resplandecerá n’Ele. Como isso é possível?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Porque Ele virá (diz o Apóstolo) “para ser glorificado em seus santos e admirado em todos os que creram”. É como se dissesse que aquilo que mencionou acima, sobre chamas flamejantes, o que disse sobre punição e temor, não foi para desanimar os crentes. Pois Ele virá para a redenção dos que creem. O ensino de que nosso Senhor unirá essas duas coisas é encontrado em toda a Escritura. Ele virá para vingar-Se de Seus inimigos, e Ele virá para libertar os que creem. Virá para ser Salvador daqueles que Lhe têm honrado e servido, e virá para derrubar e arruinar aqueles que se endureceram contra Ele e contra a Sua Palavra. Então devemos ter em mente que essa terrível descrição aqui apresentada não tem o objetivo de nos atemorizar, mas sim de nos alegrar por tamanho amor e graça de Deus sobre nós. Certamente nosso Senhor virá com terrível poder. Mas será terrível para os inimigos do Evangelho: “É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação, e dar alívio a vocês, que estão sendo atribulados, e a nós também”. Ele lançará todos os Seus inimigos no abismo, e vingará as feridas, insultos e aflições que suportamos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Será que somos dignos de que o Filho de Deus resplandeça desse modo Sua majestade? Certamente não o somos, mas Ele deseja fazê-lo porque nos ama. Devemos ser consolados quando o Apóstolo fala da vinda do Senhor com semelhante terror e com uma majestade tão terrível. Porque assim declara eficazmente o infinito amor que Ele tem e demonstra por nós, posto que coloca Seu poder e majestade para vingar todas as tribulações que temos suportado. Mas não poderíamos nos alegrar nisso antes de observar o que o Apóstolo Paulo diz aqui, isto é, que nosso Senhor Jesus Cristo não somente virá para vingar-Se de Seus inimigos e daqueles que se revoltam contra o Evangelho, mas também para ser glorificado e admirado em Seus santos e naqueles que têm crido. Quando Paulo acrescenta isso é como se estivesse dizendo: “Ele virá para nos tornar participantes da Sua glória”. Em suma, Paulo diz que nosso Senhor não virá para guardar Sua glória somente para Si mesmo, mas para derramá-la sobre todos os que creem. Por isso diz aos colossenses: “Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória” (Cl 3.4). Então, Ele não virá para obter algo somente para Si mesmo, do qual seremos privados, mas sim para que a Sua glória nos seja comunicada, não para reduzir ou eclipsar a Sua própria, mas para nos transformar, como Paulo ensina aos filipenses: “Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso” (Fp 3.21). Em vez da fraqueza e debilidade que nos caracteriza agora, seremos adaptados à vida celestial de nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;De modo que Paulo, ao falar desse modo, prestou atenção especial à condição dos crentes, nesta vida. Porque somos homens marcados; apontam-nos o dedo, fazem gracejos a nosso respeito, vemos que os malfeitores zombam dos filhos de Deus. Somos desprezíveis neste mundo, como um lembrete de que não devemos buscar a nossa própria glória. Certamente Deus poderia fazer com que fôssemos tidos em alta estima por todos, se Ele quisesse. Mas Ele prefere que suportemos essas infâmias para que levantemos nossos olhos e busquemos nosso triunfo lá no alto. Além disso, seria adequado que fôssemos aplaudidos e glorificados neste mundo, enquanto o próprio Deus é desonrado? Os perversos zombam abertamente de Deus, e se lhes fosse possível, até mesmo cuspiriam na própria face do Criador! Se quiséssemos ser honrados por eles, não deveríamos ser chamados de covardes? Portanto, mesmo que agora os fiéis sejam desprezados, oprimidos, despojados de seus bens e de suas casas, pisoteados e maltratados, o Apóstolo nos lembra que no dia final seremos admirados juntamente com o Filho de Deus. Aqui Paulo mostra especialmente quem deve ter a esperança de compartilhar a glória de Deus, ao descrever o caráter daqueles que creem, chamando-os de “santos”. Porque demonstra que 1) os que se entregam à corrupção deste mundo não devem esperar receber parte alguma dessa porção ou herança, nem esperar ter nada em comum com o Filho de Deus. No entanto, ao acrescentar “em todos os que creram”, mostra que 2) a fé é a genuína fonte e origem da santidade. E, em terceiro lugar, mostra 3) que se temos uma fé pura e reta seremos mais e mais santificados. Devemos enfatizar essas três verdades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;A primeira nos adverte que se vamos nos contaminar e chafurdar em nossa poluição e imundície, não devemos esperar que a vinda do Filho de Deus seja proveitosa para nós, como diz o Profeta: “Ai de vocês que anseiam pelo dia do Senhor! O que pensam vocês do dia do Senhor? Será dia de trevas, não de luz. O dia do Senhor será de trevas e não de luz. Uma escuridão total, sem um raio de claridade” (Am 5.18,20). Posto que naquele tempo havia muitos que justificavam seus pecados apelando para o nome do Senhor, o Profeta os advertiu que isso lhes custaria muito caro. Da mesma forma, vemos que atualmente as pessoas mais perversas professam ter fé. Mas são pessoas corrompidas e cheias de impiedade que têm tanta religião quanto os cães e os porcos. Finalmente, quando são examinados em suas vidas, percebe-se que estão cheios de impiedade, não são mais leais do que as raposas, estão cheios de crueldade e amargura contra seus semelhantes; são cheios de toda indecência e ultraje; todo aquele que lhes ofereça mais ganhará seus votos; abrem um negócio para fraudar e enganar; de modo que vendem não somente a sua fé, mas também a sua honra aos homens; entregam-se a toda espécie de mal. Em resumo, são abertamente vis, ainda que jamais deixem de orgulhar-se de pertencer à igreja de Deus; afirmando que Deus os ajudará. Creem que na vinda do Senhor obterão algum lucro? De jeito nenhum! Ao contrário, será para os tais um dia de assombro, terrível e aterrador. Neste texto do Apóstolo Paulo aprendemos que se queremos que a vinda do nosso Senhor Jesus nos seja benéfica, e que Ele apareça como nosso Redentor para a nossa salvação, devemos dedicar-nos à santidade e nos separar das contaminações deste mundo e da carne.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Mas para triunfar nisto devemos perceber que devemos começar pela fé. Com efeito, a fé é a fonte de toda santidade, como está escrito em Atos 15, onde o Apóstolo Pedro afirma que pela fé Deus purifica o coração dos homens [cf. At 15.9]. Isso é dito para esclarecer que, ainda que aparentem beleza interior, os corações humanos sempre estão contaminados e enfermos diante de Deus, até que Ele os purifique por meio da fé.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Portanto, se temos uma fé autêntica, seremos mais e mais santificados. Isto é, somos renovados unicamente para o serviço a Deus, e somos dedicados unicamente para honrar a Deus. Assim que pela fé agradamos a Jesus Cristo, Ele vem habitar em nós, assim como diz a Escritura. O Apóstolo Paulo diz que pela fé Cristo habita nos corações dos crentes. E eu pergunto: por acaso não seria incompatível Cristo habitar em nós, enquanto ainda permanecemos em vilezas e coisas imundas? Por acaso alguém pensa que Ele quer viver num chiqueiro? Então é preciso que nos consagremos a Ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Além disso Ele não pode estar conosco a não ser pelo Espírito Santo. E não é por acaso o Espírito de santidade, justiça e retidão? Então, não seria uma mistura estranha se os homens professassem fé em Jesus ao mesmo tempo em que vivessem de modo dissoluto e perverso, contaminados por todas as corrupções do mundo? Seria a mesma coisa que dizer: “Aceito o sol, mas não seu brilho”. Ora, é mais fácil que o sol venha sem seu brilho do que Jesus Cristo sem a Sua justiça. Portanto, não tomemos esse manto de hipocrisia dizendo que temos fé no Evangelho, a menos que nossa vida corresponda à fé que professamos, demonstrando que de fato recebemos Jesus Cristo, e que pela graça do Espírito Santo nos dedica e santifica para obedecer a Deus Pai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;De modo que não devemos nos apoiar em falsidades para usurpar essa afirmação de fé, posto que é algo tão sagrado. Cuidemos então de não profaná-la. Mas se cremos no Filho de Deus, mostremos pelo resultado em nossas vidas que de fato cremos n’Ele. Também é certo que Ele nos fará experimentar o Seu poder. Nos dará graça para esperar com paciência a Sua vinda. Ainda que neste mundo venhamos a sofrer muito pelo Seu nome, no final seremos revestidos com Sua glória e Sua retidão. Ele nos deu Sua promessa, bem como a força que Ele nos fará sentir sempre para que não duvidemos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Prostremos-nos em humilde reverência diante do nosso Deus!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Fonte: Biblioteca de la Iglesia Reformada.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.iglesiareformada.com/Calvino_Advenimiento.html"&gt;http://www.iglesiareformada.com/Calvino_Advenimiento.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-1053732263144700745?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/1053732263144700745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=1053732263144700745&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/1053732263144700745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/1053732263144700745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/07/sobre-segunda-vinda-de-cristo.html' title='SOBRE A SEGUNDA VINDA DE CRISTO'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DOJVWIalCfw/ThHY1vrC2dI/AAAAAAAAAKY/oNNPt8q_-I4/s72-c/nuvens-4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-4912811103655854731</id><published>2011-06-26T22:44:00.003-03:00</published><updated>2011-06-27T10:50:17.104-03:00</updated><title type='text'>EMAIL A UMA DIRIGENTE DE LOUVOR</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IkR0RSQSosY/Tgfh111G7bI/AAAAAAAAAKQ/1snn30hfX4s/s1600/louvor2_adoracao_jx8v6.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-IkR0RSQSosY/Tgfh111G7bI/AAAAAAAAAKQ/1snn30hfX4s/s320/louvor2_adoracao_jx8v6.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622710974894501298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Por AUGUSTUS NICODEMUS LOPES.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; " &gt;De: Augustus Nicodemus Lopes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;Para: lenita@louvorceleste.br&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;Enviada em: 15/06/2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;Cc:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;Assunto: RES: Perguntas sobre ministração do louvor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;-------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; " &gt;Prezada Lenita,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Recebi seu email contendo várias perguntas sobre a "ministração" do louvor. Desculpe não ter respondido antes, foi falta de tempo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Você me diz que é uma levita em sua igreja e que ministra o louvor durante os cultos. Sim, de fato é um privilégio poder participar do culto a Deus servindo na parte da condução dos cânticos. Eu teria um pouco de dificuldade em considerar você como levita (apesar de você ter um nome parecido, hehe), pois para mim os levitas faziam muito mais do que conduzir o louvor no templo: eles matavam e esfolavam animais, limpavam o sangue, a gordura, o excremento e os restos dos animais sacrificados e levavam uma parte para queimar fora. Além disto, arrumavam o templo, cuidavam da mobília e utensílios, etc. Se você quiser ser levita como aqueles de Israel, terá de se tornar a zeladora da igreja, rsrsrs!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Bom, vamos agora às suas peguntas. Coloquei as suas perguntas em negrito, para facilitar:&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;1) Até que ponto posso manifestar minhas emoções ao cantar pra Deus?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Desde que sejam manifestações autênticas, sem problemas. O que incomoda muito é quando se percebe que o dirigente está fingindo, ou fazendo força para demonstrar o que não está sentindo.  A maioria dos membros das igrejas não se emociona fortemente quando cultua. As emoções nem sempre estão presentes. Por isto, eles podem ficar meio desconfiados quando o dirigente do louvor, nem bem começou a primeira música, já está virando os olhos, chorando e embargando a voz. Mas, se as emoções forem legítimas, elas podem ser expressadas sem muita afetação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;2) Levantar as mãos!! Posso? É errado?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Não, não é errado, o problema é que às vezes parece uma forçação de barra, algo superficial e ensaiado, que não consegue convencer o povo de que é uma expressão sincera de adoração, Portanto, recomendo sabedoria e cuidado. É preciso deixar claro para o povo que não serão as mãos levantadas que tornarão o louvor mais espiritual ou mais aceitável diante de Deus. Não há qualquer relação direta na Bíblia entre posturas físicas e espiritualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;3) Posso pedir para a igreja levantar as mãos em um dado momento da música, por exemplo?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Veja a resposta que dei à pergunta anterior. Eu acrescentaria que pode ficar meio constrangedor pedir para a igreja levantar as mãos durante um cântico, pois tem gente que não estará sentindo nada e outros que não se sentem bem fazendo isto. A melhor coisa é deixar que seja espontâneo, que parta do povo mesmo. Gosto da regra, "não estimule; não proíba".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;4) Balançar de um lado pro outro, mesmo numa canção lenta é errado?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Não, desde que não vire dança ou rebolado sensual, provocando a imaginação dos rapazes, que lutam para se concentrar na letra e na música.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;5) Se me emocionar e chorar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Como eu disse, se for autêntico não haveria problemas, mas lhe confesso que é constrangedor ver dirigentes de louvor chorando como se aquilo fosse expressão máxima de espiritualidade ou comunhão com Deus. Quem não chora vai se sentir carnal, frio ou não convertido. Eu evitaria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;6) Em relação à ministração entre uma música e outra, posso falar sobre a palavra, citar versículo e até explanar de uma forma muito rápida e objetiva?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Poder, pode, mas se você não tiver uma preparação teológica vai acabar dizendo abobrinha, como eu ouço direto. Não é fácil falar em público e dizer coisas que realmente edifiquem. Sua função é ajudar o povo a adorar a Deus através da música. Estes sermonetes entre músicas soam às vezes forçados, pois geralmente se tenta fazer uma ponte entre o tema da música e uma passagem da Bíblia, e isso fica forçado e artificial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt;7) Falar aleluia ou glória a Deus, claro que com reverência, sem gritar, por exemplo, é permitido?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Não vejo problemas. Mais uma vez, todavia, é preciso ter certeza que são manifestações autênticas e não artificiais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Lenita, o problema todo é esta superficialidade de alguns dirigentes de louvor que ficam se emocionando, chorando, revirando os olhos, gemendo lá na frente durante o louvor, e que uma vez encerrado este período, ficam do lado de fora do templo batendo papo com os componentes da banda enquanto o culto continua acontecendo. Fica óbvio para todo mundo que era apenas fingimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;Acho que os dirigentes de louvor seriam uma bênção maior se fizessem apenas isto mesmo, dirigir o louvor, ajudando o povo a entoar os louvores a Deus. Qual o propósito destas demonstrações de êxtase e enlevo fortemente emocionais à frente da Igreja? Ajuda em quê? Não quero generalizar, pois seria injusto, claro - mas às vezes fica a impressão que é apenas uma maneira de auto-promoção. Pense nisto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;No mais, que o Senhor continue a abençoar sua vida preciosa.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; " &gt;Um abraço!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; " &gt;Augustus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="font-family: Arial; " &gt;&lt;i&gt;[Trata-se de um email fictício, embora baseado em fatos reais]&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;FONTE: O TEMPORA! O MORES!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2011/06/email-uma-dirigente-do-louvor.html"&gt;http://tempora-mores.blogspot.com/2011/06/email-uma-dirigente-do-louvor.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-4912811103655854731?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/4912811103655854731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=4912811103655854731&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4912811103655854731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4912811103655854731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/06/email-uma-dirigente-de-louvor.html' title='EMAIL A UMA DIRIGENTE DE LOUVOR'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IkR0RSQSosY/Tgfh111G7bI/AAAAAAAAAKQ/1snn30hfX4s/s72-c/louvor2_adoracao_jx8v6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-4308176000323806855</id><published>2011-06-17T10:33:00.006-03:00</published><updated>2011-06-17T18:59:53.060-03:00</updated><title type='text'>O CATIVEIRO PELAGIANO DA IGREJA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cuNPQB9JMLQ/TfvN84D4oMI/AAAAAAAAAKI/d__sV5OwAck/s1600/luther.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 208px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-cuNPQB9JMLQ/TfvN84D4oMI/AAAAAAAAAKI/d__sV5OwAck/s320/luther.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619311405799350466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Por R. C. SPROUL.&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Logo após o início da Reforma, nos primeiros anos depois de Martinho Lutero afixar suas 95 Teses na porta da igreja de Wittenberg, ele começou a publicar vários panfletos. Um dos mais provocativos teve como título &lt;i&gt;O Cativeiro Babilônico da Igreja&lt;/i&gt;. Nesse livreto Lutero fez uma retrospectiva sobre o período histórico do Antigo Testamento quando Jerusalém foi destruída pelos exércitos invasores da Babilônia e a elite do povo foi levada para o cativeiro. Lutero, em pleno século XVI, tomou a imagem do cativeiro babilônico e a aplicou à situação da Igreja em sua época. Falou de Roma como a nova Babilônia que aprisionou o Evangelho, aprisionando-o com a sua rejeição ao conceito bíblico de justificação pela fé. Podemos entender quão polêmico foi esse título nesse período, pois Lutero afirmou categoricamente que a Igreja não havia simplesmente se equivocado, mas havia caído - caído e se transformado numa Babilônia, e agora estava num cativeiro pagão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Muitas vezes tenho pensado que se Lutero vivesse hoje e olhasse, não para a "igreja" liberal, mas para a igreja evangélica, o que ele diria? Claro que não posso responder a essa pergunta com nenhum tipo de autoridade definitiva, mas penso que seria algo assim: Se Martinho Lutero vivesse hoje e resolvesse escrever, o livro que escreveria em nosso tempo teria como título &lt;i&gt;O Cativeiro Pelagiano da Igreja&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Lutero viu a doutrina da justificação pela fé como o combustível de um profundo problema teológico. Ele escreveu extensamente sobre isso em seu livro &lt;i&gt;De Servo Arbitrio&lt;/i&gt; ("A escravidão da vontade"). Quando lembramos a Reforma e seus lemas - &lt;i&gt;Sola Scriptura&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Sola Fide&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Sola Gratia&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Solus Christus&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Soli Deo Gloria&lt;/i&gt; - percebemos que Lutero estava convencido que o verdadeiro ponto focal da Reforma era a questão da graça de Deus; e que ao enfatizar a doutrina do &lt;i&gt;Sola Fide&lt;/i&gt;, justificação somente pela fé, estava igualmente enfatizando o &lt;i&gt;Sola Gratia&lt;/i&gt;, a justificação somente pela graça. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na edição de Fleming Revell de &lt;i&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/i&gt;, os tradutores J. I. Packer e O. R. Johnston incluíram uma introdução teológica e histórica bem extensa. O parágrafo seguinte é parte do final dessa introdução:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Essas coisas precisam ser consideradas pelos protestantes de hoje. Com que direito podemos nos considerar filhos da Reforma? Muito do "protestantismo" de hoje não poderia ser chamado reformado nem considerado assim pelos reformadores pioneiros. &lt;i&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/i&gt; coloca diante de nós tudo aquilo que eles criam sobre a salvação da humanidade perdida. À luz desses fatos, podemos nos perguntar se a cristandade protestante não teria vendido seu legado desde os dias de Lutero até os nossos. Por acaso o "protestantismo" de hoje não tem muito mais de "Erasmianismo" do que de "Luteranismo"? Por acaso não temos sido tentados a minimizar as diferenças doutrinárias em nome de uma suposta paz e comunhão entre os grupos evangélicos? Somos diferentes de Erasmo, a quem Lutero acusou (e com toda a razão) de indiferença doutrinária? Ainda acreditamos que a sã doutrina bíblica é realmente importante?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Historicamente fica claro que os principais reformadores, começando por Lutero, Calvino e Zwinglio, sustentaram o mesmo ponto de vista no tocante à doutrina da justificação, e com eles todos os protestantes dos primeiros tempos da Reforma. Tiveram divergências sobre outras questões, tais como a natureza exata da Ceia do Senhor. Mas na afirmação da incapacidade do homem causada pelo pecado e da soberania e graça de Deus, foram certamente unânimes. Para todos eles essas doutrinas significavam a essência do Cristianismo bíblico, a verdadeira fé cristã. Um editor das obras de Lutero afirmou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Quem fechar este livro sem reconhecer que a teologia evangélica se mantém em pé ou cai juntamente com a doutrina da escravidão da vontade, terá lido em vão. A doutrina da justificação gratuita pela fé somente, que foi o centro tormentoso da controvérsia teológica da Reforma, é geralmente considerada o coração do ensino dos reformadores, mas isso não é exato. A verdade é que o seu pensamento estava realmente centralizado sobre o argumento de Paulo, ecoado por Agostinho e outros, que a salvação dos pecadores é somente pela graça livre e soberana de Deus, e que a doutrina da justificação pela fé foi importante para eles porque salvaguardava o princípio da graça soberana. A soberania da graça encontrava expressão num nível mais profundo de seu pensamento ao descansar na doutrina da regeneração monergista."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Isso significa que a própria fé que recebe a Cristo para a justificação é, em si mesma, o livre dom do Deus soberano. O princípio do &lt;i&gt;Sola Fide&lt;/i&gt; não é corretamente entendido até que seja visto como unido ao princípio mais amplo do &lt;i&gt;Sola Gratia&lt;/i&gt;. Qual é a origem da fé? A fé é dom de Deus, indicando, portanto, que a justificação é recebida como uma dádiva, um presente de Deus, ou a fé é uma condição para a justificação, a qual é deixada para que o homem a cumpra? Você percebe a diferença? Deixe-me expor em termos simples. Recentemente ouvi um evangelista dizer: "Mesmo que Deus tenha feito muitas coisas para alcançar você e resgatá-lo, no entanto é você, você mesmo, quem deve dar o passo decisivo para ser salvo". Ou considere a declaração de Billy Graham, o mais amado líder evangélico da América no século XX: "Deus fez 99% do que é necessário para a sua salvação, mas agora você precisa fazer o 1% restante".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O que é pelagianismo? Do que estamos falando com a expressão "O Cativeiro Pelagiano da Igreja"?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Pelágio foi um monge britânico do quinto século. Foi contemporâneo do maior teólogo do primeiro milênio da Igreja, Aurélio Agostinho, bispo de Hipona, no norte da África. As obras de Agostinho, tais como &lt;i&gt;A Cidade de Deus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Confissões&lt;/i&gt;, permanecem como clássicos do Cristianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Agostinho, além de ser um teólogo brilhante e um intelecto prodigioso, foi também um homem de profunda espiritualidade e oração. Certa vez declarou a Deus: "Ordena o que quiseres, e dá-me a capacidade de fazer o que ordenas". Pelágio não gostou dessa frase. Ao ouvi-la, vociferou contra Agostinho e pediu a Roma que proibisse o bispo de Hipona de continuar a proclamá-la. Pelágio não gostou da segunda parte da frase: "dá-me a capacidade de fazer o que ordenas". Ele disse: "Do que você está falando, Agostinho? Se Deus é justo, reto e santo, e se Deus ordena à criatura que faça algo, é porque certamente a criatura deve ter capacidade, em si mesma, de cumprir os mandamentos de Deus, ou Deus nunca ordenaria coisa alguma". O que Pelágio estava dizendo é que a responsabilidade moral sempre pressupõe capacidade moral ou habilidade moral. Então, por que deveríamos orar "dá-me a capacidade de fazer o que ordenas"? Pelágio viu nessa declaração uma sombra que estava sendo projetada sobre a própria integridade de Deus, pois Ele estaria exigindo das pessoas uma responsabilidade para fazer coisas que as pessoas não teriam condições de fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Nos debates que se seguiram, Agostinho deixou claro que, na criação, Deus não ordenou a Adão e Eva que fizessem algo que eles não seriam capazes de fazer. Mas depois da transgressão e do pecado que levou a humanidade a cair, a lei de Deus não foi cancelada nem ajustada, nem teve seus requerimentos santos rebaixados para acomodar-se à condição humana caída devido ao pecado. Adão e Eva sofreram o juízo divino contra o pecado, por isso todos os seus descendentes já nascem mortos no pecado - essa é a doutrina bíblica do pecado original. Como resultado desse primeiro pecado, temos uma corrupção inata, já nascemos em pecado, e em pecado fomos concebidos. Não nascemos num estado natural de inocência, mas numa condição pecaminosa, decaída. Praticamente cada igreja em algum momento de sua história desenvolve uma declaração doutrinária sobre o pecado original. Do ponto de vista bíblico, seria preciso mudar todo o conceito de "humanidade" se fosse negado o conceito de pecado original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Essa é precisamente a questão em disputa entre Agostinho e Pelágio no quinto século. Pelágio dizia que o pecado original não existe. O pecado de Adão teria afetado somente Adão. Não haveria transmissão de corrupção e culpa aos descendentes de Adão e Eva. Segundo Pelágio, cada ser humano nasce no mesmo estado de inocência total no qual Adão e Eva foram criados. Além disso ele ensinou que é possível uma pessoa viver em obediência a Deus, uma vida de perfeição moral, sem nenhuma ajuda de Jesus nem da graça de Deus. Pelágio disse que a graça - e aqui está uma distinção importante - &lt;i&gt;facilita a justiça&lt;/i&gt;. O que isso quer dizer? Que a graça de Deus torna a justiça própria humana mais fácil, mais simples, mas na verdade você não precisa dela. Pelágio declarou, ainda, que não somente é possível viver de maneira perfeita na teoria, mas que na prática, há pessoas que vivem sem pecado. "Não, não", Agostinho respondeu. Estamos por natureza afetados pelo pecado, até as profundezas de nosso ser - de tal modo que não há ser humano que tenha a capacidade moral de inclinar a si mesmo e cooperar com a graça de Deus. A vontade humana, como resultado do pecado original, permanece sem o poder de escolha, escrava de seus maus desejos e más inclinações. A condição da humanidade caída é tal que Agostinho podia descrevê-la como &lt;i&gt;incapacidade de não pecar&lt;/i&gt;. Em outras palavras, o que Agostinho estava dizendo é que na Queda o homem perdeu a capacidade de fazer o que agrada a Deus e tornou-se prisioneiro de suas próprias inclinações perversas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No quinto século a Igreja condenou Pelágio como herege. O pelagianismo foi condenado no Concílio de Orange, e condenado de novo no Concílio de Florença, e no Concílio de Cartago, e também, ironicamente, no Concílio de Trento, no século XVI, nos primeiros três anátemas dos Cânones da Sexta Sessão. Portanto, consistentemente ao longo da história da Igreja o pelagianismo foi condenado firme e completamente, porque o pelagianismo nega a Queda de nossa natureza, nega o pecado original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No entanto, o semipelagianismo estava posicionado entre o pleno agostinianismo e o pleno pelagianismo. O semipelagianismo afirma: sim, houve uma Queda; sim, existe o pecado original; sim, a constituição humana foi mudada por este estado de corrupção e nossa humanidade foi significativamente enfraquecida pela Queda, de modo que sem a assistência da graça divina nenhum ser humano pode ter a possibilidade de ser redimido; portanto a graça é útil e necessária para a salvação. Mas, mesmo estando caídos, precisando da graça para nossa salvação, ainda assim temos a capacidade para aceitar ou rejeitar a graça que nos é oferecida. A vontade humana está enfraquecida, mas não escravizada pelo pecado. Há um remanescente no interior de nosso ser, uma ilha de justiça que não foi tocada pela Queda. É a resposta desta ilha de justiça, desta pequena porção de bondade que encontra-se intacta na alma e na vontade, que faz a diferença entre Céu e inferno. Em última análise, é o uso dessa pequena ilha de justiça em nós que determina se iremos para o Céu ou para o inferno. Agostinho não reconheceu essa pequena ilha, nem mesmo um pequeno recife dela. Ele disse que era uma ilha mitológica, que a vontade humana é escrava da natureza pecaminosa, e que o homem está morto em seus delitos e pecados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ironicamente a Igreja condenou o semipelagianismo da mesma forma como condenou o pelagianismo original. Mas o tempo passou, e no século XVI o entendimento católico do que acontece na salvação havia mudado, e a Igreja rejeitou os ensinos de Agostinho e de Tomás de Aquino. A Igreja concluiu que há remanescentes de liberdade e bondade que estão intactos na vontade humana e que o homem pode e deve cooperar com - assentir com - a graça de Deus que lhe é oferecida. Se exercemos essa vontade, seremos salvos. E portanto no século XVI a Igreja voltou a abraçar o semipelagianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na época da Reforma, todos - absolutamente todos - os reformadores estavam de acordo num ponto: a incapacidade moral dos seres humanos caídos de voltar-se para as coisas de Deus; que todas as pessoas, na ordem da salvação, estavam totalmente dependentes, não 99%, mas 100% dependentes, da obra da regeneração monergística, como primeiro passo para receber a fé, e que a fé em si mesma é um dom de Deus. A fé não é o que oferecemos a Deus para a salvação, nem nascemos de novo porque antes escolhemos crer. Na verdade, não podemos nem mesmo crer, até que Deus em Sua graça e misericórdia mude a disposição de nossas almas através da Sua obra soberana de regeneração. Ou seja, o novo nascimento precede a fé. Os reformadores proclamavam que, a menos que o homem nasça de novo, não poderá ver o Reino de Deus, nem entrar nele. Assim como disse Jesus ("Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair", Jo 6.44), a condição necessária para a fé e para a salvação de qualquer pessoa é o novo nascimento, a regeneração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Os Evangélicos e a Fé&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O evangelicalismo moderno, quase uniforme e universalmente, ensina que na ordem da salvação, para que uma pessoa nasça de novo, primeiro precisa ter fé. Você precisa escolher nascer de novo. Não é isso o que temos ouvido? Numa pesquisa de George Barna, mais de 75% de "cristãos evangélicos professantes" dos Estados Unidos expressaram a crença de que o homem é basicamente bom. E mais de 80% afirmaram crer que Deus ajuda a quem se ajuda primeiro. Essas posições não são semipelagianas - são completamente pelagianas! A crença de que somos basicamente bons é um ponto de vista pelagiano. A Igreja está contaminada pelo pelagianismo. Estamos imersos nele. Cercados por ele. Todos os dias ouvimos os seus ensinos. Ouvimos o pelagianismo na cultura secular, nas redes de TV e de rádio cristãs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No século XIX um pregador muito popular nos Estados Unidos escreveu um livro de teologia, baseado em sua formação universitária em Direito e legislação civil, no qual resumiu seu pelagianismo. Ele rejeitou não somente o agostinianismo, mas também o semipelagianismo, e sustentou claramente a posição pelagiana, afirmando diretamente, sem ambiguidades, que não houve a Queda e que não existe pecado original. Esse homem atacou cruelmente a doutrina da expiação substitutiva de Cristo, e rejeitou duramente a doutrina da justificação pela fé por meio da imputação da justiça de Cristo. A tese básica desse homem é que não precisamos da justiça de Cristo, porque temos, em nós mesmos, a capacidade de sermos justos. O nome desse homem era Charles Finney, um dos mais respeitados evangelistas dos Estados Unidos. Se Lutero estava certo ao afirmar que a Sola Fide é o artigo pelo qual a Igreja permanece em pé ou cai, se a justificação pela fé é uma verdade essencial do Evangelho, se a expiação substitutiva de Cristo é fundamental para o Cristianismo, a única conclusão que podemos chegar é que Charles Finney não era cristão. Como uma pessoa cristã poderia negar as verdades essenciais da salvação?! Ainda assim, Finney está no "Hall da Fama" do evangelicalismo da América. Ele é o "santo padroeiro" do evangelicalismo do nosso tempo. E ele não era semipelagiano, era descaradamente pelagiano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;A Ilha de Justiça&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Uma coisa é certa: você pode ser semipelagiano puro e ser completamente bem recebido no movimento evangélico de hoje. Isso significa simplesmente que o camelo enfiou seu focinho na tenda, não somente que está dentro da tenda - ele tirou o dono da tenda para fora da tenda. O evangelicalismo moderno olha hoje com suspeita para a teologia reformada, considerando-a como um cidadão da pior espécie. Alguém pode dizer: "Espere aí, R. C., não ponha todos dentro do pelagianismo; afinal, Billy Graham e outros estão dizendo que houve uma Queda, que precisamos da graça, que há pecado original, e nós semipelagianos não estamos de acordo com a declaração otimista a respeito da natureza humana feita por Pelágio". Isso é verdade. Não questiono isso. Mas é essa pequena ilha de justiça, essa pequena porção intocada de bondade no coração humano, ensinada pelo semipelagianismo, que daria ao homem a capacidade de mudar sua própria natureza e abraçar a oferta da graça, que faz com que o semipelagianismo seja chamado assim e não semi-agostinianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A Bíblia diz que estamos mortos em nossos delitos e pecados. Que somos escravos do pecado e do príncipe da potestade do ar. Que quando ainda estávamos mortos Deus nos deu vida em Cristo. Não estávamos doentes, não estávamos debilitados: estávamos &lt;i&gt;mortos! &lt;/i&gt;É isso o que a Bíblia diz: estávamos &lt;i&gt;mortos&lt;/i&gt; moralmente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Temos vontade? Claro que sim. Calvino disse: "Se por 'livre arbítrio' tu queres dizer a faculdade de escolher aquilo que tens capacidade em ti mesmo, de escolher aquilo que desejas, então nós temos livre arbítrio. Se por 'livre arbítrio' tu queres dizer a capacidade dos seres humanos caídos de voltar-se para Deus e escolher as coisas de Deus sem a prévia obra monergística da regeneração, então o 'livre arbítrio' é um termo exageradamente grandioso para aplicá-lo ao ser humano".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A doutrina semipelagiana do livre arbítrio que prevalece no mundo evangélico atual é um ponto de vista pagão que nega o poder do pecado sobre o coração humano. Essa visão subestima o domínio que o pecado exerce sobre nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ninguém gosta de ver as coisas tão ruins como elas são realmente. A doutrina bíblica da corrupção humana é dura e severa. Em nenhum lugar ouvimos o Apóstolo Paulo dizer: "Sabe, é triste que o pecado esteja no mundo; de qualquer modo, ninguém é perfeito. Mas tenham bom ânimo, somos basicamente bons". Você consegue perceber que até mesmo uma leitura rápida da Bíblia nega o semipelagianismo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Voltemos a Lutero. Qual é a origem da fé? A fé é um dom de Deus, significando que a justificação é uma dádiva que recebemos do Altíssimo? Ou é uma condição para a justificação, condição que devemos cumprir? É a fé uma obra? É a única obra que Deus permite que façamos? Recentemente estava conversando com algumas pessoas em Grand Rapids, Michigan. Estava falando sobre Sola Gratia, e uma das pessoas expressou seu desacordo: "Você está dizendo que é Deus que, soberanamente, regenera ou não o coração humano?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Respondi: "Sim". Ele ficou ainda mais irritado. "Deixe-me perguntar-lhe algo", eu disse. "Você é cristão?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Sim", respondeu ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Você tem amigos que não são cristãos?", indaguei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Claro que tenho", respondeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Então eu disse: "Por que você é cristão e seus amigos não são?Você é mais justo do que eles?". Ele não era tolo. Não iria dizer: "Claro que sou mais justo. Fiz a coisa certa e meus amigos não". Ele sabia onde eu queria chegar com essa pergunta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E ele disse: "Oh, não, não".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Diga-me por quê", retruquei. "Você é mais inteligente do que seus amigos?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Não", respondeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No entanto ele não queria admitir que a origem de sua salvação era a graça de Deus. Depois de uns quinze minutos, ele acabou dizendo: "Está bem, sou cristão porque fiz a coisa certa, sou mais justo e mais inteligente do que os meus amigos!"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No que essa pessoa está confiando para a sua salvação? Não em suas obras de forma geral, mas numa "obra" em particular. Ele é protestante, evangélico. Mas seu ponto de vista sobre a salvação é católico-romano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;A Soberania de Deus na salvação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Este é o ponto: A fé é uma parte do dom de Deus na salvação? Ou é a nossa própria contribuição para a salvação? Nossa salvação pertence a Deus ou depende, afinal de contas, de algo que fazemos ou deixamos de fazer? Aqueles que defendem que a salvação depende de algo que nós devemos fazer, negam a absoluta incapacidade humana causada pelo pecado e afirmam, desse modo, um semipelagianismo (que hoje é chamado "arminianismo"). Não é de admirar que mais tarde a teologia reformada condenaria o arminianismo em sua essência, porque este é simplesmente um retorno a Roma. O arminianismo faz da fé uma obra meritória, é uma rejeição à Reforma porque nega a soberania de Deus na salvação dos pecadores, a qual foi o princípio teológico e religioso mais arraigado no pensamento dos reformadores. O arminianismo era, aos olhos dos reformadores, uma renúncia ao Cristianismo do Novo Testamento. Afinal, confiar na própria fé não é diferente do que confiar nas próprias obras, e uma coisa é tão anti-cristã e sub-cristã quanto a outra. À luz do que Lutero diz a Erasmo em sua obra &lt;i&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/i&gt;, não há dúvidas quanto a isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E esse ponto de vista predomina hoje no meio evangélico. Assim como o semipelagianismo é uma versão ligeiramente modificada do pelagianismo, igualmente é o arminianismo, e não sei o que acontecerá com a Igreja. No entanto, de uma coisa eu sei: enquanto o arminianismo prevalecer, não teremos uma nova Reforma. Até que nos humilhemos e entendamos que nenhum homem é uma ilha e que nenhum homem tem uma ilha de justiça própria, que somos completamente dependentes da pura graça de Deus para a nossa salvação, não começaremos a descansar sobre a graça e não nos alegraremos na grandeza da soberania de Deus. Até que não rejeitemos a influência pagã do humanismo que exalta e coloca o homem no centro da religião, não teremos uma nova Reforma. Porque no coração do ensino reformado está a adoração e a gratidão dadas a Deus, unicamente a Deus. &lt;i&gt;Soli Deo Gloria&lt;/i&gt;. Glória somente a Deus!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Biblioteca de la Iglesia Reformada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;a href="http://www.iglesiareformada.com/Sproul_Cautividad_Pelagiana.html"&gt;http://www.iglesiareformada.com/Sproul_Cautividad_Pelagiana.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/894526113046249915-4308176000323806855?l=alegrem-se.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrem-se.blogspot.com/feeds/4308176000323806855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=894526113046249915&amp;postID=4308176000323806855&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4308176000323806855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/894526113046249915/posts/default/4308176000323806855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrem-se.blogspot.com/2011/06/o-cativeiro-pelagiano-da-igreja.html' title='O CATIVEIRO PELAGIANO DA IGREJA'/><author><name>Fábio Vaz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11186145419313430527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iZMPsurFX7A/SdpjhIM2DlI/AAAAAAAAAAg/_dl2tsaHenM/S220/Calvinlatin.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cuNPQB9JMLQ/TfvN84D4oMI/AAAAAAAAAKI/d__sV5OwAck/s72-c/luther.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-894526113046249915.post-1066091006768689898</id><published>2011-06-12T22:45:00.004-03:00</published><updated>2011-06-28T11:29:03.936-03:00</updated><title type='text'>UMA FÉ INCOMPREENDIDA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-76jYjyVcCGQ/TfVtWbmIRfI/AAAAAAAAAKA/6nEMOEjukJA/s1600/TheCross.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-76jYjyVcCGQ/TfVtWbmIRfI/AAAAAAAAAKA/6nEMOEjukJA/s320/TheCross.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617516342346794482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Esta é a tradução do Capítulo 1 do livro &lt;/i&gt;Una Fe para el III Milenio: El Cristianismo Histórico: lo que es y lo que implica&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;, no qual vários autores espanhóis debatem sobre a fé reformada neste início do século XXI. Vale a pena conferir a perspectiva destes irmãos hispânicos, em ensaios que lançam nova luz sobre os temas que desafiam e motivam a Igreja contemporânea. Querendo Deus, continuaremos apresentando, neste blog, os capítulos subsequentes desse excelente livro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Por&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;LUIS F. CANO GUTIÉRREZ.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="  ;font-family:Georgia;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na cidade onde vivo, na Semana Santa milhares de pessoas de todas as idades vêm participar de festas religiosas. A igreja católica romana incita as multidões - com algumas honrosas exceções - a participar de procissões atrás de imagens de gesso e/ou beber até cair de embriaguez. É uma contradição? Sim, é.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Em certa ocasião, um amigo meu - motivado por uma amiga sua que dizia ser mais devota da Virgem do Pilar que da Virgem local - interpelou um sacerdote católico romano a respeito de como havia tantas "Virgens" no catolicismo, sendo que na Bíblia havia apenas uma. Esse sacerdote, incapaz de oferecer outra resposta, disse apenas: "Isso é uma questão de devoção". Mas, devoção a quem? Ao quê? Isso parece superficial? Sim, parece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Poderíamos multiplicar os exemplos inúmeras vezes, mas seria expressar o óbvio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, a igreja de Roma não mudou em sua essência durante estes 500 anos desde a Reforma, o que não deveria surpreender ninguém, e se algum cristão bíblico ainda duvida disso, bastaria consultar o&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/i&gt;, ou simplesmente consultar livros e&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sites&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;católicos para certificar-se de que não houve mudança essencial no romanismo desde o século XVI até o presente. Porém...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Houve mudanças na resposta que nós, descendentes espirituais daqueles reformadores, devemos dar ao catolicismo romano?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;E o que dizer da sociedade secularizada da qual fazemos parte? Na realidade, nossa sociedade é supersticiosa, imoral e hostil ao Evangelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;São muitas as pessoas que me disseram não crer em Deus, mas sim na Virgem. O que isso quer dizer? E outros, que zombavam de Deus diante de mim, se encolerizavam se eu criticava o santo padroeiro de sua cidade. Tenho visto ateus defendendo dogmas católicos e religiosos zombando de Deus. Se falo em moral, sou retrógrado; se me calo, sou progressista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;É mais do que curioso que a maioria daqueles que são contrários à pena de morte é ao mesmo tempo a favor do aborto. Ao mesmo tempo em que cresce o amor pelos golfinhos e pelas baleias, aumenta o "amor" pela eutanásia. Surpreendente? Não, nem tanto. Mas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Ante essa secularização blasfema, que espiritualidade estamos vivendo como reformados? Diante dessa tremenda invasão das trevas, nos conformaremos e cruzaremos os braços, ou levantaremos a tocha da Reforma?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Hoje nos encontramos em meio a uma batalha, e constantemente surgem novos desafios: clonagem humana; o uso de embriões para obtenção de células-tronco (matando-os); nova definição (ou melhor, desintegração) da família e da moral; casais "vivendo juntos" sem casamento; pessoas do mesmo sexo formando "casais"; injustiças sociais justificadas pelo Estado; crescimento do racismo; etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A Reforma teve uma voz profética cujo eco fez tremer impérios, mas... o que&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;nós&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;estamos fazendo&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;hoje?&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Nossa voz parece um mero sussurro de desculpas, um murmúrio isolado e quase inaudível em meio a um mar de clamores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Teólogos "evangélicos" que se embebedam da teologia papista, pastores de igrejas que se tornam ecumênicos e voltam para Roma, mestres e professores de teologia que se esquecem da Bíblia e abraçam o liberalismo teológico, cristãos que se tornam amigos do mundo e de seus prazeres e que se escondem atrás de suas estreitas doutrinas (Mt 5.14-16)... um povo sem o menor compromisso com a Palavra de Deus, é isso que está lotando nossas igrejas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essa é, talvez, uma das maiores características da nossa época. Não podemos ir a lugar algum porque não sabemos onde estamos, e não sabemos onde estamos porque perdemos de vista de onde viemos. Estamos perdendo nossa identidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Olhar para trás, para a Reforma do século XVI, não é voltar para trás, e sim avançar. É voltar à raiz para fortalecer o tronco, a fim de dar fruto para uma sociedade faminta. É puxar a corda do arco para lançar mais longe a flecha certeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O que descobriram, o que defenderam e o que proclamaram Martinho Lutero, João Calvino, Ulrich Zwinglio, John Knox, e antes deles Jan Huss, Jerônimo de Praga, John Wycliffe, que seja necessário, fundamental, para este século XXI?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b&gt;DEFINIÇÃO&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A Reforma do século XVI não foi obra de um ou de vários homens inquietos, nem o resultado de uma época tumultuosa disposta a mudanças sociais, políticas e religiosas, mas sim a atuação soberana de Deus, que, como nos tempos bíblicos, utilizou homens que Ele mesmo transformou em instrumentos da graça, bem como circunstâncias sociopolíticas que moldaram um ambiente propício. Deus utilizou Josias como instrumento para reformar Israel (2Rs 22.23). Utilizou até mesmo Nabucodonosor para castigar Judá (Jr 25.9ss). O Império Romano nada mais foi do que um mecanismo para facilitar a propagação do Cristianismo. Lutero, Calvino, os camponeses e príncipes da Alemanha, o povo e o consistório de Genebra, Carlos V e o papa, todos eles foram instrumentos de Deus para honra ou desonra. Porque Deus não&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;utiliza&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;a História. Deus&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;faz&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;a História. A História pertence a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O que devemos saber, portanto, é como Deus utilizou esses homens, esses reformadores, e até onde os guiou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Lutero viu a luz, movido pelo peso de sua própria agonia espiritual, nas Escrituras: "O pecador é justificado pela fé, sem as obras, segundo as Escrituras". Daqui veio o tríplice lema: "Somente as Escrituras, Somente a Fé, Somente a Graça". Mais tarde, alguns, corretamente, acrescentaram: "Somente Cristo, Glória somente a Deus".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essa descoberta, essa convicção, enfrentou o poderio de Roma e seus exércitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Com Lutero, embora nem sempre junto a ele, surgiram outros homens que o apoiaram, esquematizaram e expuseram a sã doutrina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Lutero e seus companheiros não queriam reformar a igreja de Roma, mas sim libertar a única Igreja verdadeira do cativeiro papal e restituí-la ao&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;status&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;da Igreja primitiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Muito foi escrito sobre as desavenças entre os reformadores, mas realmente um único ponto foi fundamentalmente objeto de controvérsia: o sacramento da Ceia. Enquanto Lutero sustentava que o corpo e o sangue de Cristo estavam presentes em, com e sob o pão e o vinho (consubstanciação), Zwinglio defendia que o pão e o vinho eram meros símbolos representativos. Calvino tomou uma posição intermediária entre ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No entanto eles estiveram de pleno acordo em pelo menos três coisas: primeiro, na oposição à transubstanciação defendida por Roma; segundo, os sacramentos são meios de graça; terceiro, era necessário continuar dialogando e não romper a comunhão, como aconteceu com Roma e com os reformadores radicais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Além da Ceia, não houve entre eles nenhuma doutrina que fosse motivo de dissenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Foram seus respectivos discípulos que, continuando o desenvolvimento de suas linhas teológicas, aprofundaram a separação, e então começaram a ser conhecidos como luteranos e calvinistas, embora, para Roma, todos os hereges são luteranos. Depois da morte de Zwinglio, seu sucessor em Zurique, E. Bullinger (1504-1575), manteve uma posição ecumênica entre luteranos e calvinistas, que, mesmo com suas peculiaridades, pode-se apreciar na Primeira Confissão Helvética de 1536. Mais tarde, porém, uniu-se a Genebra e às demais igrejas suíças no "Consenso de Zurique".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b&gt;CALVINISMO&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A teologia da Reforma, ou teologia reformada, passou a ser sinônimo de calvinismo devido à profunda influência de João Calvino, o maior teólogo que a Igreja já produziu desde os tempos do Apóstolo Paulo. Mas o calvinismo, em seu sentido mais amplo, já existiu antes de Calvino. Calvino foi calvinista sem sabê-lo, assim como Lutero e outros reformadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Recordemos, por exemplo, que Lutero defendeu a predestinação com tanto ardor quanto Calvino, ou mais ainda. Calvino, por outro lado, não incluiu a predestinação em sua "Confissão de Genebra" (1536). Muito tempo antes, a Confissão Valdense de 1120 já dizia que "Deus salva da corrupção e da condenação aqueles que Ele escolheu antes da fundação do mundo, não por nenhuma característica de fé ou santidade que Ele tivesse previsto neles, mas sim pela misericórdia de Jesus Cristo, o Filho de Deus, deixando os demais, segundo a irrepreensível razão de Sua soberana vontade e justiça".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O calvinismo define e defende a Reforma do século XVI, sendo a sua projeção mais correta; por isso podemos chamar o calvinismo de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;fé reformada&lt;/i&gt;, ainda que tal definição não satisfaça alguns.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Em 1536 Calvino publicou a primeira edição da sua&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Instituição da Religião Cristã&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(também conhecida como "Institutas"). Naquela época ele tinha 27 anos de idade e ainda não tinha chegado em Genebra. Fez constantes revisões e reedições de sua obra, até a última versão de 1559, pois como disse R. S. Wallace, Calvino "não considerava que a sua teologia tivesse alcançado um caráter definitivo, e com frequência adotava um tom pastoral". Essas duas afirmações serão tratadas mais adiante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Influenciados por Calvino, mas independentemente dele, podemos assinalar ilustres personagens e confissões de fé daqueles tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Guido de Brés (1522-1567), pastor de uma igreja em Doornik (Tournai em francês), Países Baixos, escreveu 37 artigos de fé para uso e instrução de sua congregação, mas que, após o seu martírio, foram aceitos por uma reunião eclesiástica em Wezel (1568), passando a ser conhecidos como "Confissão de Fé dos Países Baixos". Ainda que de Brés teve contato com Calvino, este foi esporádico e não muito influente. Para escrever seus 37 artigos, ele serviu-se mais da Confissão Galicana (1559), esta sim influenciada diretamente por Calvino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Em 1563 Ursino (1534-1583) e Oleviano (1536-1587) escreveram o Catecismo de Heidelberg na Alemanha, em resposta ao concílio de Trento e para instrução de suas igrejas. Composto em forma de perguntas e respostas (129 em total) e dividido em 52 domingos (seções) para ser utilizado ao longo de um ano inteiro. Mesmo abertamente reformado (calvinista), tentou aproximar-se do luteranismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;John Knox (1514-1572) também foi reformado, ainda que com um toque luterano. Ele deixou sua herança reformada escrita na Confissão Escocesa (1560), logo substituída pela Confissão de Fé de Westminster (1640).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Esses exemplos são suficientes para perceber como a doutrina reformada espalhou-se pela Europa, influenciou diversos grupos independentes e iluminou novos convertidos. Devemos lembrar que, ainda que na Espanha a Reforma foi esmagada pela Inquisição, já em 1597 Cipriano de Valera traduziu a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Instituição da Religião Cristã&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ao idioma castelhano (espanhol), dedicando-a "a todos os fiéis da nação espanhola que desejam a vinda breve do Reino de Jesus Cristo", e afirmando que o leitor "verá claramente que a doutrina contida nesta&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Instituição&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é ortodoxa, católica [isto é, universal] e cristã", e que "Há alguns anos que esta&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Instituição&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tem sido traduzida para diversos idiomas, com grandes resultados para todos aqueles que amam a verdade e desejam progredir no conhecimento de Cristo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quando, pois, nos denominamos calvinistas, não o fazemos no sentido de 1Co 1.12, tornando-nos seguidores de homens e dividindo a Igreja, mas tão-somente fazendo distinção de outras visões cristãs, e tentando atrair, com humildade, toda a Igreja para uma visão superior de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b&gt;ARMINIANISMO&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;VERSUS&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;CALVINISMO&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Jacó Armínio (1560-1609), pastor e professor reformado em Leyden (Países Baixos), se opôs abertamente a Teodoro Beza (1519-1605), sucessor de Calvino, e a Francisco Gomarus (1563-1641), colega em Leyden e calvinista supralapsariano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Armínio tinha medo de que uma interpretação calvinista poderia fazer de Deus o autor do pecado e do homem um mero fantoche. Seu temor o levou a colocar a eleição depois da graça, isto é, afirmar que Deus decretou salvar os pecadores que se arrependem e creem em Cristo, e sabendo quem serão eles, os elege. Em outras palavras, segundo Armínio, Deus "escolhe" aqueles que já O haviam escolhido. Essa opinião levantou uma amarga polêmica. Ele mesmo pediu um debate público, mas não pôde comparecer a ele devido à sua morte prematura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;É interessante observar aqui que Armínio considerou-se até o fim de sua vida como um calvinista autêntico, e jamais teria imaginado ser o líder de um movimento anticalvinista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mas em 1610, um ano depois de sua morte, um grupo de seus discípulos escreveu um protesto contra a Confissão Belga e contra o Catecismo de Heidelberg, que eram a expressão oficial das doutrinas das igrejas holandesas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No dia 13 de novembro de 1618 formou-se um sínodo nacional em Dort, Holanda, com delegados enviados de todo o país, bem como da Alemanha, Suíça e Inglaterra. O sínodo foi encerrado no dia 09 de maio de 1619, respondendo com rejeição total ao "protesto arminiano" e promulgando os Cânones de Dort, também conhecidos como os Cinco Pontos do Calvinismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Os cinco pontos do calvinismo não são, portanto, uma invenção, mas antes uma defesa diante de uma invenção-distorção doutrinária, como era o arminianismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Em certas ocasiões, desde então, o arminianismo tem se aproximado perigosamente ao pelagianismo, negando o pecado original, fazendo de Adão somente um representante natural e não pactual da Humanidade, e proclamando que o ser humano possui, mesmo depois da Queda, "poder ou habilidade natural para fazer algo espiritualmente bom, de tal modo que pode, de alguma forma, preparar-se para voltar-se para Deus e fazer a vontade de Deus". Mas na atualidade o arminianismo não passa de um semipelagianismo, ou semiarminianismo ou wesleyanismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Atualmente, entre os evangélicos, dificilmente poderíamos encontrar um arminianismo puro ou original, exceto, talvez, no movimento Filadélfia, e, de maneira mais suavizada, no Exército de Salvação, nos metodistas, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essa polêmica, ao longo das épocas até os nossos tempos, às vezes tem crescido até criar situações dramáticas, feridas emocionais e "teológicas" difíceis de curar, e outras vezes, quando o estudo teológico é negligenciado, só há indiferença e ignorância a esse respeito no meio evangélico. Assim tem sido na Espanha [e muitas vezes, no Brasil].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No ano 1964 publicou-se [na Espanha] o livro&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Spurgeon, um Príncipe Esquecido&lt;/i&gt;, tradução resumida do mesmo livro em inglês, de autoria de Iain Murray. Nele o autor apresenta a pessoa de Charles Haddon Spurgeon e faz uma defesa de sua doutrina calvinista. C. H. Spurgeon, pastor batista, o "Príncipe dos Pregadores", era calvinista?! Alguns surpreendidos leitores fizeram-se essa pergunta. Sim, certamente! Para o mundo evangélico espanhol, essa foi uma grande descoberta!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No ano seguinte foram publicados [igualmente na Espanha] dois livros opostos em suas origens e em seus objetivos. Por um lado,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Não há outro Evangelho&lt;/i&gt;, de Charles Spurgeon, e de outro lado,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Escolhidos em Cristo&lt;/i&gt;, de Trenchard e Martinez, dois reconhecidos e respeitados líderes evangélicos espanhóis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O primeiro é uma seleção de sermões do conhecido pregador e pastor inglês, que mostra claramente sua doutrina calvinista. Já na introdução ele afirma: "Recorremos com frequência à palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;calvinismo&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;porque essa palavra designa aquela parte da verdade divina que ensina que a salvação é somente pela graça. Cremos firmemente que o que comumente é chamado&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;calvinismo&lt;/i&gt;não é, nem mais nem menos, do que aquele saudável e antigo Evangelho dos puritanos, dos mártires, dos Apóstolos e do Senhor Jesus Cristo". Nessa obra Spurgeon trata de temas como "Livre-arbítrio: um escravo", baseado em Jo 5.40; "A incapacidade humana", em Jo 6.44; "A soberania de Deus", "A redenção limitada", e assim durante 29 sermões, cada um mais contundente e bíblico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O outro livro,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Escolhidos em Cristo&lt;/i&gt;, é uma análise da doutrina da eleição em Cristo, com uma seção histórica no final, na qual tenta-se contestar a doutrina calvinista e defender-se dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Comentar esse livro foge ao escopo deste artigo, que somente o cita como exemplo dos medos e mal-entendidos que ocorrem na mente dos evangélicos que rejeitam o calvinismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O arminianismo, resumidamente, ensina o seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1. O ser humano nasce num estado de apostasia e depravação, afastado da graça salvífica;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2. Deus determinou salvar aqueles que haveriam de crer e de perseverar até o fim;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3. Cristo morreu por todos e por cada um dos pecadores, para assim poder redimir a todos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4. Sem graça, não há salvação; a graça, porém, pode ser rejeitada;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;5. Os que creem em Cristo têm graça suficiente para vencer o pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tentarei ser o mais justo e imparcial possível, mas a conclusão que chegamos de acordo com a doutrina arminiana é que o homem, mesmo caído, ainda é capaz e livre para levantar-se e tomar para si a salvação que Deus providenciou para todos e cada um dos seres humanos, já que Ele havia decidido salvar aos que previu que iriam arrepender-se e crer. A estes Ele enviaria o Espírito Santo para efetivar a obra da salvação, mas mesmo assim o Espírito pode ser resistido, rejeitado, inclusive no último momento, e assim a salvação pode ser perdida no final. O homem, mesmo nascido de novo e feito uma nova criatura, ainda assim pode perder o novo nascimento (?), cair da graça e perder a salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Precisamos questionar tudo isso, porque:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1. Tudo o que o arminianismo credita à capacidade humana, diminui o poder, a soberania e a glória de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2. O arminianismo torna Deus um mero árbitro judicial, mas quem realmente obtém a salvação é o próprio ser humano, ao cumprir com as expectativas e condições divinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3. O arminianismo faz Deus depender de seu conhecimento prévio e não de sua livre e soberana vontade, pois somente pode salvar aqueles que Ele viu que irão se salvar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4. De acordo com o arminianismo, Deus não poderá salvar, nem exercer a sua misericórdia, senão somente declarar a salvação daqueles que se salvam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;5. O arminianismo declara que a morte de Cristo é meramente representativa, e não efetiva (somente será efetiva naqueles que creem, enquanto eles creem); põe o ser humano no caminho, mas não é o caminho; abre a porta para a salvação, mas não é a porta (Jo 14.6; 10.9). Para que a morte de Cristo tenha algum valor diante do Pai, o pecador deve aceitá-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;6. Se a graça salvífica é para todos, já não é graça. Se a salvação depende, afinal, da vontade do pecador, sem nenhuma intervenção divina na vontade humana, para que enviar o Espírito Santo ao mundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Em resposta a tudo isso, o calvinismo declara:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1. Toda a natureza humana está afetada e arruinada pela Queda (depravação total do ser humano).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2. Deus elege alguns, segundo a sua soberana vontade, para dar-lhes o arrependimento e a fé, e, portanto, a salvação (eleição incondicional).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3. Para isso, Cristo morre no lugar do pecador (morte substitutiva), pagando totalmente a dívida do pecado (expiação limitada).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4. Essa confiança, posta na cruz, é gerada pela obra do Espírito Santo no coração do pecador (graça irresistível).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;5. Todos os santos, escolhidos e crentes, estão seguros por toda a eternidade, nas mãos e nas promessas de Deus (perseverança dos santos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;De modo que precisamos dizer ao arminianismo e aos detratores da fé reformada que...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, o ser humano nasce com certa graça ou amor de Deus que o capacita a fazer boas obras entre os homens e para os homens, mesmo que diante de Deus não tenham valor nenhum, nem para a salvação. O homem não é tão mau quanto poderia ser, porque Deus não permite que o seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, Deus conhece o futuro e o fim de cada um, porque Ele é o doador e o fazedor desse fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, a salvação deve ser oferecida a todos. Cristo morreu por todos os tipos de pessoas, sem distinção de raça, cultura, sexo ou gravidade do pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, o Espírito Santo é resistido por uma multidão de pecadores que não querem arrepender-se. Todos são indesculpáveis, assim como cada eleito, até Deus lhe proporcionar um novo coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Sim, cada crente deve desenvolver a sua salvação com temor e tremor, para não perder de vista o Senhor e a alegria da salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Não desejei entrar num debate bíblico, apresentando versículos que comprovam o que tenho dito. Não é este o momento, mas há ampla bibliografia que pode ajudar e aprofundar o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;O problema, de ontem e de hoje, não é se a soberania de Deus é maior do que o amor de Deus, ou se o amor de Deus é maior do que a Sua soberania; pois como dizia Spurgeon:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;A questão não é se Cristo é poderoso para salvar os que se arrependem, mas que Cristo pode fazer com que os homens se arrependam. Ele levará ao Céu aos que creem, sim, mas é ainda mais poderoso para dar aos homens novo coração e operar a fé neles. Ele é poderoso para fazer com que o homem que odeia a santidade, ame-a; e fazer com que o zombador de Seu Nome dobre os joelhos diante d'Ele. (...) Ele é poderoso para guardar seu povo santo depois que o tornou santo, e para preservá-lo em temor e amor, até a consumação da salvação no Céu.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;HIPERCALVINISMO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;O hipercalvinismo, como tal, quase não existe mais hoje, mas é muito utilizado pelos inimigos do calvinismo, como se fosse um representante aceitável deste, e assim acusar o calvinismo de um extremismo do qual sempre foi inocente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Vamos aos fatos. John Gill (1697-1771), nos dois volumes de sua obra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Cause of God on Truth&lt;/i&gt;, dizia que "os homens não são responsáveis por vir a Cristo ou crer n'Ele para a salvação de suas almas, porque não podem fazê-lo sem a graça especial de Deus". E também: "Os não-regenerados podem ser unicamente chamados a uma fé histórica" (vol. 2, pp. 56-57). Com "fé histórica" ele referia-se meramente a uma aceitação dos fatos, não à fé salvífica. "O Evangelho não faz promessas aos 'homens mortos', mas somente a pecadores sensíveis" (vol. 1, p. 63), referindo-se a esses "pecadores sensíveis" como os eleitos que haviam recebido uma revelação interior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Como sempre, os discípulos vão mais longe do que seus mestres. William Humtington (1745-1813) dizia que todo arminiano, incluindo John Wesley, está no inferno, e que "fazer hipócritas é a obra desta geração (...) não creio que exista um só ministro espiritual em Londres, e nem mesmo em toda a nação". Seu hipercalvinismo o levou a negar os Dez Mandamentos como regra de vida para os crentes, mergulhando no antinomismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;James Wells (1803-1872), batista particular, levou adiante uma grande polêmica durante vários anos com seu contemporâneo C. H. Spurgeon, que acusava de pregar um "calvinismo mestiço". Acreditava sinceramente que a sua visão particular do calvinismo era a única correta, e que afastar-se dela era afastar-se das Escrituras. Daí, segundo ele, Spurgeon estava errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Hoje ainda pode-se encontrar alguns que, dizendo-se calvinistas, não consideram necessária a evangelização, afirmando que não devemos proclamar o Evangelho aos perdidos, mas simplesmente esperar em oração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Os argumentos hipercalvinistas podem ser resumidos da seguinte forma:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;1. Deus escolheu alguns para a salvação e a outros para a condenação: é a dupla predestinação do supralapsarianismo. Logo Deus decretou que todos cairiam para, dentre eles, escolher os que seriam salvos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;2. O Evangelho, portanto, é somente para os eleitos e por meio do Espírito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;3. A fé é somente a evidência de que pertencemos ao número dos eleitos, de outro modo a fé seria uma obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;4. O pecador não tem responsabilidade; convidar o pecador ao arrependimento é hipocrisia, é a negação do decreto de Deus e, em última análise, uma perda de tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;O calvinismo responde ao hipercalvinismo do mesmo modo como responde a aqueles que o acusam injustamente desse extremismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Em primeiro lugar, os Cânones de Dort ensinam que...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;...todos quantos são chamados pelo Evangelho, são chamados com toda a sinceridade. Pois Deus mostra formal e verdadeiramente em sua Palavra aquilo que lhe é agradável, a saber: que os chamados venham a Ele. Promete também sinceramente, a todos os que venham a Ele e creiam, a paz da alma e a vida eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;A culpa de que muitos, sendo chamados pelo ministério do Evangelho, não se acheguem nem se convertam, não está no Evangelho, nem em Cristo, quem oferece a Si mesmo pelo Evangelho, nem em Deus, que chama pelo Evangelho e concede diferentes dons aos chamados; mas [a culpa está] naqueles chamados que, sendo descuidados, não aceitam a Palavra da Vida...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Em segundo lugar, nem os reformadores nem os puritanos jamais ensinaram o hipercalvinismo. Fuller escreveu que "nenhum escritor eminente pode ser mencionado antes deste século que tivesse negado que é dever dos homens em geral crer no Senhor Jesus Cristo para a salvação de suas almas". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Terceiro, à luz das Escrituras, devemos rejeitar a fé como uma obra ou mérito humano; mas também a fé como mera evidência, e buscar a fé bíblica salvífica que diz ao pecador: "Venha e creia".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Na introdução a um sermão baseado em 1Tm 2.3,4, Spurgeon dizia (e como eu gostaria de poder transcrever todo aquele sermão):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Neste texto encontram-se dois lados do edifício da verdade. (...) É certo que quando lemos que Deus quer que todos os homens sejam salvos, isso não significa que Ele fará isso por força de algum decreto ou propósito divino, porque, se o fizesse, então todos os homens seriam salvos. (...) Haverá um terrível inferno, do mesmo modo que um glorioso Céu e não há nenhum decreto contrário a esses fatos. (...) O texto não diz que alguns (...) ou que "nem todos os homens serão salvos" (...). Como é meu desejo e desejo de vocês, é o desejo de Deus que todos os homens sejam salvos, porque Ele não é menos benevolente do que nós. O tolo pode fazer perguntas que o sábio não pode responder (...) não sejamos tolos. (...) Não liberta todos os oprimidos (...) não sara todos os enfermos (...) não torna felizes a todos. (...) Logo você saberá o que é a dúvida e a dificuldade e a amargura sobre a sua alma, se quiseres saber o incognoscível (...). Aqui está o texto, e creio que é o desejo de meu Pai que todos os homens sejam salvos (...) mas também sei que não salvará a homem nenhum exceto se perdoa seus pecados e os chama a Ele mudando totalmente o propósito de seus corações.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Em quarto lugar, o hipercalvinismo não sabe discernir entre a vontade secreta e a vontade revelada de Deus, entre o decreto e o plano realizado, deduzindo e conjeturando sobre o dever do homem, sobre o que pensam que Deus quer, em lugar de fazer o que Deus ordena em sua Palavra. Spurgeon dizia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Tenho um grande respeito à ortodoxia, mas minha reverência pela inspiração é muito maior. Preferiria cem vezes aparentar ser incoerente comigo mesmo do que ser incoerente com a Palavra de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Deus opera na História tal como decretou em seus planos eternos. Primeiro, cria; segundo, permite a Queda; e depois elege alguns para si mesmo (salvação), deixando o resto em seu próprio estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Em quinto lugar, o homem é responsável pelo seu pecado e, portanto, é responsável pela sua incredulidade, pela sua rejeição a Cristo. John Duncan disse certa vez que o arminianismo é uma porta sem casa, e que o hipercalvinismo é uma casa sem porta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;PSEUDOCALVINISMOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Já afirmamos que Calvino nunca quis pensar em sua doutrina como algo completo; por isso esteve revisando e reeditando constantemente a sua Instituição. Da mesma forma pensaram os outros reformadores e teólogos: "a doutrina reformada sempre se reformando".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Os grandes debates teológicos, as constantes aparições de Confissões de Fé, as escolas e centros de pensamento são provas de que o verdadeiro cristianismo sempre está em busca da verdade, ainda que já a tenha. O mandato de analisar as Escrituras (Jo 5.39; At 17.11) é dever de cada crente, mas também é prazer, é alegria e culto a Deus. Que maior adoração a Deus que a de atender com temor, estudar com devoção e praticar com zelo a sua Palavra! Mas essa assimilação não é cega ou obtusa, mas sim lógica e racional. A verdade não é somente para o coração, também é para a mente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Nós, reformados, não temos, nem queremos, um papa que nos obrigue a seguir o que não vemos; rejeitamos os teólogos que acreditam ser os únicos detentores da verdade; e não gostamos de igrejas que afirmam ser as únicas igrejas verdadeiras sobre a Terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;De vez em quando surgem alguns que acreditam ter recebido novas revelações, ou ter descoberto uma verdade que estava escondida: são os escolhidos para despertar e reavivar o povo de Deus. Mas na verdade são os lobos dos quais fala o Senhor (Mt 7.15), ou Paulo (At 20.29ss), ou Pedro (2Pe 2.1ss).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;A verdade de Deus é ao mesmo tempo tão poderosa e tão frágil! Nela se refugiam os filhos de Deus para encontrar consolo, esperança e força, mas também é onde procuram refúgio os mercenários da religião, os mentirosos e o próprio diabo, que é capaz de utilizar as Escrituras contra o Filho de Deus (cf. Mt 4) e contra os filhos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;Certa vez um membro da seita Hare Krishna tentou convencer-me de que a Bíblia, que ele mesmo citava com a ajuda de um livro, ensinava a reencarnação e o vegetarianismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Alguém já disse que é possível utilizar as Escrituras para demonstrar qualquer tipo de erro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mas não é preciso ir tão longe com exemplos extremos. Entre os chamados evangélicos, e mesmo entre alguns que se dizem reformados, teremos os que creem ser líderes messiânicos, os que creem que os judeus não precisam da mensagem do Evangelho, os que creem que é necessário continuar fazendo sacrifícios, ou voltar à Lei de Moisés, ou que devemos guardar o sábado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Em meio à luta pela verdade, alguns se deixam levar pelo zelo sem entendimento e começam a defender com furor ideias tão passageiras como o uso de certas roupas na igreja, que a tecnologia é demoníaca, que o único texto aceitável para o Novo Testamento é o Texto Recebido, etc. Calvino dizia que o zelo sem entendimento é como uma espada nas mãos de um louco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O verdadeiro reformado pode e deve discernir entre aquilo que é fundamental e o que não é, e colocar as prioridades da nossa época na ordem correta. Talvez, e somente talvez, alguém possa chegar à conclusão, depois de muito estudo e oração, que alguma dessas coisas que mencionei possa estar certa; ainda assim, jamais deve colocá-las acima das verdades essenciais à salvação e à santificação. Se alguém quiser, nesta época e neste país, vestir-se de determinado modo na igreja, que o faça, porém Deus não desculpará uma perda de esforço em ativismos inúteis quando há tantas almas que se perdem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Os reformadores e os movimentos que surgiram depois deles tiveram suas peculiaridades, mas perceberam e entenderam o tempo em que viveram, e agiram com urgência; algumas vezes lutando contra o papado, ou contra a Lei de Conformidade inglesa, ou contra o liberalismo e o secularismo da Igreja, mas jamais utilizaram sua espada, a espada do Espírito, desperdiçando-a na luta contra sombras, moinhos de vento, preconceitos ou questões pessoais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b&gt;JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ SOMENTE&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;482 anos depois de Lutero afixar suas 95 Teses na Igreja de Wittenberg, a Igreja Luterana Mundial, representada por Christian Krause, e o cardeal Edward Cassidy, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos (uma representação da igreja de Roma), firmaram em Augsburgo (ironicamente, a Confissão Luterana redigida por Phillipe Melanchton leva o nome desse lugar) um documento denominado "Declaração Conjunta sobre a Justificação", uma declaração que satisfaz a muitos, desnorteia outros, mas que não convence a ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Outra ironia a respeito disso. Dois meses antes dessa assinatura, o cardeal William Baum apresentou o "Manual" (&lt;i&gt;Enchiridion&lt;/i&gt;), que tenta atualizar e revitalizar as indulgências, contra as quais Lutero lutou com sua "justificação pela fé somente". Outra vez a astúcia de Roma levou a melhor sobre a candidez protestante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Certa revista cristã apresentou um curioso questionário de dez perguntas sobre a justificação pela fé que mostrava aos leitores o pouquíssimo conhecimento dos crentes a respeito dessa doutrina. Eu mesmo apliquei o questionário a alguns evangélicos, e muito poucos o responderam de modo 100% protestante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O que Lutero queria dizer e o que queremos dizer nós, hoje? Nossa resposta mudou? A resposta da igreja de Roma mudou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O "Catecismo da Igreja Católica" diz (geralmente citando o Concílio de Trento): "A justificação engloba, por um lado, o perdão dos pecados, a santificação e a renovação do homem interior. (...) A justificação é concedida mediante o batismo, sacramento da fé. Nos torna semelhantes à justiça de Deus que nos faz interiormente justos pelo poder da sua misericórdia. (...) A justificação implica a santificação de todo o ser. A graça [de Deus] é uma participação na vida de Deus. (...)". O atual papa Bento XVI, Joseph Ratzinger, que foi prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e que foi presidente da comissão que preparou o projeto do catecismo, disse que "se alguém não é justo, também não é justificado".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Lutero afirmou, com base em Rm 3.28:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Ao excluir nitidamente todo tipo de obras, devemos saber que é somente a fé que justifica; e quem quiser referir-se com clareza a esta exclusão das obras terá que afirmar que somente a fé - e não as obras - é a que justifica. É uma conclusão obrigada pela realidade e pela linguística. (...) Além disso, eu não tenho sido o único nem o primeiro a afirmar que somente a fé justifica; antes de mim Ambrósio, Agostinho e muitos outros também afirmaram o mesmo. E deverão afirmar também - sem nenhuma outra possibilidade - todo aquele que esteja disposto a ler e entender Paulo. (...) Seria muito interessante, melhor e mais cômodo se as pessoas aprendessem que podem justificar-se pelas obras junto com a fé! Seria o mesmo que dizer que não foi somente a morte de Cristo que nos redimiu dos pecados, mas também as nossas obras!&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mais tarde, Phillipe Melanchton (que colaborou com Lutero, entre outras coisas, na tradução da Bíblia para o alemão) disse na Confissão de Fé de Augsburgo, no artigo IV: "Também ensinamos que não somos justificados diante de Deus em virtude de nossos méritos e obras, mas que somos justificados gratuitamente em virtude de Cristo, pela fé, crendo que Cristo morreu para expiar os nossos pecados e que nós recebemos de Cristo o perdão dos pecados. Pois Deus credita a nossa fé como justiça."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;H. C. G. Moule disse que "a justificação pela fé é a aceitação do culpado perante Deus em razão de Cristo, em quem depositamos nossa confiança (...). Não é uma virtude, não é um mérito, mas é um processo correto".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quando dizemos, então, que somos justificados pela fé somente, estamos dizendo que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1. Essa justificação deve ser entendida em sentido forense: "Uma declaração diante do tribunal de Deus", como disse o Dr. David Martyn Lloyd-Jones.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2. A justificação não nos torna melhores, nem um pouco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3. Realmente somos salvos pelas obras, mas pelas obras de Cristo, não nossas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4. A fé é a causa instrumental pela qual o crente une-se a Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;5. A fé não tem valor nenhum por si mesma, se não está posta em Cristo. O mérito da justificação não está na fé, mas no objeto no qual a fé descansa, isto é, Cristo. Todos os seres humanos em todas as religiões afirmam crer em algo, mas isso não os salva. Somente Cristo salva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;6. A fé salvífica, que leva a Cristo, a fé bíblica não é inata no ser humano, nem produto de nenhuma ação humana, mas sim um presente não merecido da graça soberana de Deus (Ef 2.8).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;7. Quaisquer coisas acrescentadas à fé, visando a salvação, seja batismo, guarda do sábado ou outras obras meritórias, mandatos ou obrigações, invalidam a fé. Deus não precisa de rituais humanos para salvar. Não merecemos nada pelo ato de aceitar tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b&gt;NÃO POR OBRAS, MAS COM OBRAS&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Numa carta pessoal a Phillipe Melanchton (01 de agosto de 1521), Lutero dizia a seu amigo: "Ainda que peques e peques fortemente, confia e alegra-te mais fortemente ainda em Cristo, vencedor do pecado, da morte e do mundo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essas palavras, tiradas de seu contexto firmemente cristocêntrico, têm sido utilizadas por católicos e outros antiprotestantes para nos acusar de imoralidade e de rejeição às boas obras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Desgraçadamente, a isso devemos acrescentar o mau exemplo de países e pessoas que, dizendo-se cristãos ou protestantes, vivem vidas permissivas e moralmente reprováveis. Constantemente ouvimos falar de líderes caídos, de igrejas sem disciplina bíblica, e, pior ainda, sem sinais de arrependimento, o que faz com que em alguns casos seja impossível discernir entre o "povo de Deus" e o resto do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nos últimos anos surgiram alguns que, por meio de livros ou de outros meios, têm defendido a ideia de que é possível ser cristão sem ser discípulo, ou seja, aceitar Jesus como Salvador mas não como Senhor, e assim ser salvo sem santificação. Vemos hoje muito evangelismo no qual basta uma declaração de Jesus como Salvador, uma decisão externa, uma oração superficial recitada, para nunca mais aprofundar-se no assunto. Como escreve Juan Kessler sobre a situação na América Latina:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Antes, devido ao custo social, as pessoas pensavam três vezes antes de responder a um convite evangelístico. Agora pessoas se aproximam do púlpito com a mesma facilidade com que vão ao altar católico para receber a hóstia. Há fortes indícios que em ambos os casos muitos acreditam receber a Cristo de forma automática. Antes as pessoas se comprometiam seriamente com o Senhor, mas agora... as pessoas buscam simplesmente uma bênção ou um milagre ou algum benefício para si mesmas.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A Reforma foi radicalmente diferente disso, e portanto a doutrina reformada ensina valores muito diferentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Martinho Lutero disse que "é impossível separar a obra da fé, tão impossível quanto separar o calor e a luz do fogo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A Palavra de Deus claramente ensina que a salvação não é pelas obras, mas não é sem obras (Tg 2.14), que sem santidade ninguém verá o Senhor (Hb 12.14); que é o Senhor quem nos salva; que sem o senhorio de Cristo sobre a vida do crente não há salvação possível. A confissão que salva é a de que Jesus é Senhor e não somente Salvador (Rm 10.9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Temos que negar que existam vários tipos de cristãos: carnais, espirituais, perfeitos, etc. Num breve mas completo exame sobre o homem carnal, Ernest C. Reisinger se opõe energicamente a classificar os cristãos. Analizando 1Co 3.1-4, ele diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Reconheço que há bebês em Cristo. As marcas do cristianismo não tornam-se igualmente evidentes em todos os cristãos. O progresso no crescimento do cristão não é constante nem ininterrupto.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Ou seja: processo, não tipos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A. W. Tozer disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;i&gt;O Senhor não salvará aqueles a quem não pode mandar.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tratando do tema da justificação, o Catecismo de Heidelberg (1563) faz a seguinte pergunta: "Mas essa doutrina não torna os homens negligentes e ímpios?", e responde: "Não, porque é impossível que não produzam frutos de gratidão aqueles que pela fé verdadeira têm sido enxertados em Cristo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Poderíamos continuar trazendo citações que demonstram que, historicamente, a Igreja cristã e reformada tem interpretado corretamente a santificação e a vida cristã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quando João escreve sua versão do Evangelho, começa, e assim será em todo o livro, enfatizando a divindade de Jesus. Ele diz que "Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14). Assim como Pedro (2Pe 1.16-18), João afirma que viu em Jesus algo mais do que uma pessoa, ou seja, viu a sua glória, seu peso divino, e dessa plenitude toma todo crente (1.16; 12.45,46). Após a conversão, após a visão de Deus, ninguém - ninguém - continua igual ao que era antes. Isaías acreditou que iria morrer ao ver a glória de Deus, para então dizer a Deus: "Eis-me aqui! Envia-me!" (Is 6.5-8). Paulo, em seu caminho para Damasco e após a sua convicção de pecado, ao encarar Cristo em sua conversão, diz tremendo e temeroso: "Quem és tu,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Senhor&lt;/i&gt;?" (At 9.5). Em nossas vidas, hoje, não devemos esperar nada menos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;É fato que os países protestantes têm sido mais liberais, mas isso não significa que devem ser mais imorais. O Evangelho, e, portanto, a Reforma, têm atraído, dentre seus muitos benefícios, a liberdade de consciência, na qual cada um é livre e ao mesmo tempo responsável pelo seu pensamento e obra, mesmo que às vezes alguns caiam em excessos perigosos. Por outro lado, na igreja de Roma e em cada canto onde ela domina, tem existido uma atitude paternalista, que leva à repressão e ao medo, que faz o ser humano esconder e desculpar seu pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;O ECUMENISMO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;John Wesley costumava dizer: “Não há nada mais anticristão do que um cristão solitário”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Talvez alguém considere tal opinião muito extremista, mas ninguém pode negar que nada somos sem os demais (1Co 12.20-22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Ao longo de nossa história, descobrimos “cristãos” que não encontraram igrejas ao seu modo, ou as sentiram muito mundanas em práticas ou muito liberais em seu credo, e preferiram viver afastados, como ermitões, enviando de vez em quando suas mensagens ao mundo exterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Esses são poucos, mas há muitos “cristãos” que, mesmo tendo claro para si mesmos o que significa ser cristão, não são tão claros assim a respeito dos outros, confundindo-os e confraternizando com qualquer um que afirme ter uma “experiência religiosa”, ou que mencione Jesus ou cite vagamente as Escrituras, esquecendo que nos tempos bíblicos já haviam os “Simões” (At 8.9-24), os Judas (Mt 26.14ss) e os diabos (Mt 4.6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Devemos nos fazer algumas perguntas: O que significa a unidade dos cristãos ou o ecumenismo? Qual é a sua base e quais são os seus benefícios? Até onde devemos chegar? Essas perguntas devem ser respondidas, e somente a Reforma pode fazê-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O Senhor tem nos chamado à comunhão consigo mesmo e, por meio d’Ele, à comunhão com todos os que Lhe pertencem (Ef 4.2-6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Numa correta exposição sobre esse assunto, José Grau faz uma pergunta aos entusiastas de Jo 17.21: “Que todos sejam um...”, e diz: “Por quem Cristo estava orando?”, e responde: “O Senhor orou de maneira bem definida pelos crentes, e somente pelos crentes (Jo 17.9,11). Orou por uma unidade de natureza soteriológica, formada por crentes apostólicos, bíblicos (v. 20)”. Estamos obrigados a marcar uma linha, pois nem todo aquele que diz “Senhor, Senhor” pertence realmente ao Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essa linha é a verdade e o amor (Ef 4.15), ambos sempre juntos. Como dizia Martyn Lloyd-Jones sobre essa passagem: “Devemos sustentar a verdade em amor e também apresentar a verdade em amor”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Não está pedindo que nos unamos na busca pela verdade... nos diz que devemos nos manter firmes na verdade e que a representemos e manifestemos em toda a nossa vida, especialmente quando a proclamamos, e com amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Podemos buscar unidade, então, porque na realidade ela já existe. A unidade cristã não é em primeiro lugar física, senão espiritual, e a comunhão verdadeira crescerá, se desenvolverá e finalmente se aperfeiçoará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O seguinte passo é definir essa verdade, até porque o Novo Testamento deixa claro que toda doutrina pode ser definida. A verdade não é mística, não é uma fumaça, ao contrário, é algo sólido, concreto. Uma declaração clara me dirá o que é verdade e em quem encontrá-la, para depois recebê-la. Eu proponho a Confissão de Fé de Westminster (1640) e a su irmã, a Confissão de Fé Batista de 1689.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;E assim como devemos exercer a disciplina eclesiástica para com um irmão em pecado (algo que atualmente também está sendo abandonado), deveríamos igualmente fazê-lo com um irmão em erro teológico, mas com alguns diferenciais. Por um lado, precisamos reconhecer que há verdades que não têm a mesma importância e, por outro lado, que o erro às vezes não é pecado. A insistência no erro, sim, é pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Devemos estabelecer a diferença entre verdades fundamentais e verdades secundárias. Não podemos ceder nem um milímetro sequer em questões ligadas à inspiração das Escrituras, à cristologia, à soteriologia, etc., mas talvez sim em assuntos referentes ao batismo, ao governo da Igreja, à liturgia... bem, onde colocar a evangelização, o ministério da mulher, a doutrina do inferno e os dons sobrenaturais do Espírito? Alguns dirão que isso não importa, mas tais coisas não afetam, por acaso, a nossa visão e adoração a Deus? Não nos colocam, dependendo de nossa posição diante delas, em rebelião contra a Palavra de Deus? Não são capazes de prejudicar a pregação do Evangelho?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nem todas as verdades são iguais em todas as áreas. Há certos alimentos que posso consumir privadamente, mas talvez não em companhia de meu irmão mais fraco, há dias festivos que guardarei às vezes, e outras vezes não (Rm 14.5,15,21; 1Co 10.23-33; Cl 2.16). Poderei orar com certos irmãos mas não poderei evangelizar com eles. Às vezes tenho me deleitado com a mensagem de pregadores sob cujo ministério eu não poderia estar. Há coisas que aceitarei individualmente, mas que não serão aceitáveis em público.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Paulo ordena que “cada um deve estar plenamente convicto em sua própria mente” (Rm 14.5), mas isso não acontece sempre, e devemos ter paciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Todo erro dos homens que esteja baseado, segundo pensam, nas Escrituras, mesmo depois de muito estudo e oração, deve produzir em nós um debate, mas a Igreja não é o lugar para debater a verdade; devemos criar foros e mesas redondas. A tarefa da Igreja vem depois, que é a de guardar e proclamar a verdade. A crítica nem sempre é um ataque à verdade. Ao conhecimento das Doutrinas da Graça, por exemplo, não chegamos por nossos próprios méritos, mas pela pura e simples graça de Deus, com estudo e seriedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A dependência e o amor à verdade não deve nos fazer perder nossa própria identidade. Eu posso ser amilenista realista, e outro amilenista otimista, e outro ainda pós-milenista, e necessitamos uns dos outros, e nos enriquecemos mutuamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Muitas vezes penso que não tem havido teólogos na História que não estivessem enganados em alguma coisa, nem mesmo João Calvino. Quem sou eu, então, para ter 100% da verdade em minha mente? Esse pensamento, mais do que um freio, é um desafio para buscar resposta às minhas deficiências doutrinárias, para o estudo constante das Escrituras, para estar “sempre nos reformando”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;John H. Gerstner escreveu: “A liderança no movimento ecumênico frequentemente tem estado nas mãos daqueles que pouco se preocupam com a teologia...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nós temos muito a dizer, e devemos dizê-lo. Devemos rejeitar a tendência a reduzir e não a ampliar, não ficar olhando para dentro para ver quem devemos tirar, mas devemos olhar para fora, para ver quem está faltando em nosso meio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Outro problema com o qual nos deparamos é o denominacionalismo. A defesa da unidade não passa, não tem conseguido passar, pela denominação, na qual, crendo estar defendendo a verdade, muitas vezes nos encontramos defendendo nossas pequenas verdades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Outro autor, Alfonso Ropero, escreveu o seguinte: “Quem somente tem visão para o crescimento de sua igreja local, não tem visão de Igreja, tem visão de seita”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nós espanhóis colocamos paixão e originalidade em tudo, mesmo na Reforma, na fé, na verdade: à nossa maneira! Mas ao mesmo tempo assimilamos tudo o que é de fora e não queremos reconhecê-lo. [Nota do tradutor: podemos dizer praticamente o mesmo de nós brasileiros, não?] Em algumas ocasiões sou criticado por cantar hinos ingleses. Meus críticos, no entanto, cantam hinos americanos ou brasileiros. Mesmo assim, por que deveríamos cantar somente à moda espanhola? (Se é que existe tal coisa!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sim, o cristão reformado tem sido e é “ecumênico”, mas com um ecumenismo histórico e bíblico, somente este tipo de ecumenismo pode nos dar alguma esperança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;QUE É O HOMEM?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;“Que é o homem?”. Várias vezes as Escrituras fazem essa pergunta (Jó 7.17; Sl 8.4; Hb 2.6), e sempre nos dão a resposta. Acontece que muitos não gostam dessa resposta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Recomendo ao leitor deste livro ler neste momento, outra vez, os três primeiros capítulos de Gênesis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Gostaria de ressaltar aqui somente algumas coisas que nos ajudarão a responder a essa pergunta e a entendermos a nós mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Primeiramente gostaria de dizer que Deus criou o ser humano – é fundamental começar sabendo que somos criaturas – e que criou o ser humano à Sua imagem e semelhança. Isto é, que a grandeza do homem e da mulher sobre todas as demais criaturas é ser imagem de Deus. Em segundo lugar, a Queda do homem aconteceu por ele querer ser igual a Deus, conhecedor do bem e do mal. Quando desejou aquele fruto proibido, desejou o que a serpente lhe ofereceu e esqueceu quem era, o que era e as palavras que Deus lhe havia dito. Em terceiro lugar, o homem conseguiu finalmente conhecer o bem e o mal; a serpente não mentiu nesse ponto, e isso foi a sua desgraça, não somente porque lhe chegaria a morte física, mas também a morte espiritual. Não estava preparado para ser como Deus, não pôde resistir à tentação e teve medo e vergonha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Hoje o ser humano ainda é imagem, ainda que danificada, de Deus, e aí está a sua dignidade; mas continua fazendo a vontade do diabo e de sua natureza caída e, mesmo conhecendo o bem e o mal, somente pode fazer o mal (e o bem que Deus lhe permite fazer), porque saber não é poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Como Adão e Eva, o ser humano continua desprezando a imagem de Deus que há nele e querendo tomar o lugar de Deus. O que consegue obter é somente afastar-se cada vez mais de Deus na imagem e na graça e aproximar-se cada vez mais a um estado brutal e inferior ao humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A Reforma ensinou o verdadeiro lugar e valor do ser humano, mas ao mesmo tempo que ela, o Renascimento e o humanismo ensinaram ao homem a “libertar-se” de Deus, pensando que assim o homem seria engrandecido, ou, talvez, vendo a prosperidade nos diferentes âmbitos sociais, políticos e econômicos, imaginaram sinais de grandeza e glória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O problema tem se agravado hoje quando, em primeiro lugar, o humanismo tem tomado preeminência nas respostas a respeito do ser humano e tem influenciado o Cristianismo em geral e feito falsas acusações contra o calvinismo, que, mesmo sendo equivocadas, têm sido aceitas de um modo muito amplo, por muitos crentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O humanismo quer fazer o homem ser igual a Deus, e para isso deve eliminá-Lo e convencer ao homem que Deus está morto ou que não existe. Embriagado pelos avanços e descobrimentos científicos, o homem acredita estar no cume do universo e começa a brincar de Deus, bem ao estilo do rei Herodes (At 12.20-23). Claro que seus brinquedos são em sua maioria outros seres humanos; daí a eutanásia, o aborto, o uso de embriões, etc...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O homem não é bom, e o humanismo não pode tornar o homem bom; o cristianismo também não pode, mas o que a fé cristã sim pode, é fazer que o homem queira ser bom. O ser humano torna-se mais humano não pelo humanismo, mas pela fé cristã, a fé em Cristo. A dignidade do ser humano não está em acreditar ser bom, ou em querer ser como Deus, mas em imitar a Cristo, em glorificar a Deus e tentar sempre e em todo lugar fazer a vontade de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O Cristianismo, no entanto, encontra-se atualmente confuso e dividido (ou ao menos assim aparenta estar), deixando que outros grupos sem base moral sólida opinem e atuem em assuntos como a vida social (prisões, pena de morte, imigração, etc), economia (capitalismo, consumismo, empregos...) ou o corpo humano (eutanásia, bioética, genoma humano...), por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Esquecemos que o Cristianismo sempre ofereceu as melhores e mais práticas alternativas para esses problemas ou outros similares. Graças ao Cristianismo Reformado existem a Cruz Vermelha, os Alcoólicos Anônimos, o antiescravagismo, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mas até o humanismo – a sociedade, o Estado – atreve-se a ditar como devemos evangelizar, formar nossas igrejas ou viver em sociedade. Eis aqui alguns exemplos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Lembro-me de um folheto pretensamente evangelístico que dizia que a motivação de Deus para salvar o homem era o fato de que o ser humano é valioso em si mesmo. Essa é uma ideia contrária à teologia bíblica e reformada, veja-se por exemplo 1Co 1.27-29 ou Rm 9.11. Deus não põe sua atenção nos seres humanos porque vê neles algo de valor inato e meritório, mas pelo valor que Ele mesmo, como Deus, tem em Si mesmo (Is 43.25; Jr 14.7; Ez 36.22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Algum tempo atrás recebi informações sobre a “Bioigreja” (Desenvolvimento Natural da Igreja), aplicando estratégias de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;marketing&lt;/i&gt; para o crescimento da Igreja. Mas então, o que quer dizer Jesus em Mc 16.15,16 e Paulo em 1Co 2.1-5?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Por outro lado, querem tornar o calvinismo culpado pelo capitalismo selvagem atual. Acusam o calvinismo de fechar os olhos para a dor humana e de outros males.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O próprio Max Weber, em seu conhecido livro &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo&lt;/i&gt;, reconhece que o capitalismo protestante ou calvinista que tem sido proclamado desde a Reforma é muito diferente do capitalismo presente, da ética católica e do capitalismo judeu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Com base somente em citações desse autor – bastante imparcial, pois jamais declarou-se amigo do calvinismo – gostaria de estabelecer alguns princípios para conhecer a teologia – ou teoria – econômica calvinista:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1º. O espírito que movia o calvinismo era o amor ao próximo e a glória de Deus;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2º. Dos versículos bíblicos mais citados ou fundamentais, mencionamos 2Ts 3.10: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma”. Daí que Calvino proibiu a mendicância, mas proporcionou trabalho para as pessoas, construiu hospitais e impôs limites à usura. E como diz Baxter, que o rico também trabalhe: a riqueza é má quando incita à preguiça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3º. Condena-se o trabalho fútil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4º. O voto de pobreza e a mendicância são fortemente criticados, pois querer ser pobre é como querer estar enfermo. Lutero acusa o monasticismo de egoísmo, e defende o trabalho como uma prova de amor ao próximo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;5º. O calvinismo, ainda segundo Weber, favorecia o espírito comercial. Daí que entre “comer bem ou dormir bem” o protestante opta por comer e o católico por dormir. Assim pode-se ver como, historicamente, os países de influência católica são pobres, enquanto os de influência reformada têm conseguido prosperar em meio às circunstâncias mais adversas. E houve um tempo em que ouvia-se frequentemente o provérbio “ser honrado como um huguenote”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;6º. A frase de John Wesley – com a qual Max Weber parece concordar – resume muito bem o que estamos dizendo: “Temos que advertir a todos os cristãos que estão na obrigação e no direito de ganhar quanto possam e de economizar o que puderem; isto é, que podem e devem enriquecer (...) e dar quanto puderem para progredir na graça e reunir um tesouro no Céu”. É o gastar para a glória de Deus. Este é o capitalismo social reformado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Posso terminar este trecho com um exemplo. Um amigo empresário cristão disse-me que tinha dois empregados, um cristão e outro não. Com o primeiro sentia-se seguro em seu negócio, mas com o segundo sentia-se desanimado pela má vontade, pelos queixumes e pela “lei do menor esforço” daquele cidadão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A dignidade do homem não está no que ele possui (riquezas, fama...), nem mesmo no que o homem é (sua linhagem ou cor da pele), mas no que ele representa: a imagem, ainda que danificada, de Deus (mesmo sendo um ancião com Alzheimer, um doente mental ou um criminoso na cadeia). Tão importante é morrer com dignidade quanto viver com ela. Para nós reformados, no entanto, o homem deve ser considerado em sua totalidade, como dizia Agostinho: “Se eu choro por esse corpo do qual a alma partiu, como então chorarei por essa alma que partiu para Deus?”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O que podemos dizer a respeito da famosa morte do espanhol Miguel Serveto, que tem sido desde então como uma ferida infectada no nome de João Calvino? Vamos considerar alguns pontos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;1º. Serveto e Calvino, durante muito tempo, trocaram intensa correspondência sobre assuntos teológicos enquanto Serveto viveu em Viena, e Calvino não o denunciou; e antes de morrer em Genebra, já havia sido condenado e sua efígie queimada pela Inquisição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;2º. Já o Código Justiniano, e também o livro de Levítico, condenavam à pena de morte aqueles que negassem a Trindade e aos blasfemos. C. H. Irwin disse que Serveto foi condenado, não tanto por ser herege, mas por ser blasfemo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;3º. Serveto chegou em Genebra num momento de conflito em que o Pequeno Conselho, dominado pelo partido dos libertinos, fazia oposição ao Consistório de pastores e queria destituir Calvino. Serveto seria o instrumento ideal para seus planos. O próprio Serveto tentou utilizar essa situação tensa entre Calvino e os líderes de Genebra a seu favor: em sua defesa pediu a morte de Calvino e solicitou que as posses de Calvino fossem dadas a ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;4º. Calvino não matou Serveto; a época em que Serveto viveu o matou. Genebra foi o instrumento de uma época brutal. Em 1903, a cidade de Genebra, com os fundos de vários grupos reformados, edificou um monumento com a seguinte inscrição: “Nós, filhos reverentes e agradecidos de Calvino, nosso grande reformador, mas rejeitando um erro, que foi o de seu século, amantes da liberdade de consciência, de acordo com os verdadeiros princípios da Reforma e do Evangelho, levantamos este monumento expiatório”. Hoje deveríamos ter esse mesmo conceito de tolerância e de confissão de pecado e de erro. J. Gemis – católico romano e crítico de Calvino em sua biografia do reformador – reconhece que Calvino fez uma grande contribuição à história do direito à liberdade de pensamento e que teve “como uma de suas bases mais evidentes e sólidas o direito a discordar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quero terminar este trecho sobre o ser humano reconhecendo que não foi dito tudo o que poderia ser dito. O ser humano é muito mais do que pensam alguns, mas muito menos do que pensam outros. Agostinho confessou a Deus: “Só sei de uma coisa: que tudo vai mal longe de Ti, e não somente fora de mim, mas mal dentro de mim. E que toda riqueza que não é meu Deus é pobreza”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A MODO DE CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nenhum assunto foi tratado com o espaço e o tempo que merecia. Também outros assuntos deixaram de ser tratados, possíveis perguntas ficaram sem resposta, que poderiam ajudar a melhor compreender a fé reformada, em questões como arte e cultura, política e Estado, família e filhos, eclesiologia... O puritanismo e outros movimentos reformados precisariam de um espaço especial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Georgia;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mas não importam nossas limitações; na graça de Deus há homens e mulheres preparados para defender e proclamar esta nossa fé, viva e poderosa por ser divina, capaz de enfrentar todos os desafios que o futuro nos apresente, derrubar todos os obstáculos impostos pela ignorância, e lutar todas as batalhas contra os inimigos do Evangelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/s
